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17 de dezembro de 2021 CONDicas e Orientações0

O câncer é o nome designado para um conjunto de doenças que se caracterizam pelo crescimento desordenado das células e, sendo o câncer de pele não melanoma o tipo mais frequente em ambos os sexos.

Esse tipo de câncer pode ser um grande inimigo da saúde, pois a exposição excessiva ao sol é o seu principal fator de risco.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil o câncer de pele não melanoma corresponde a cerca de 30% do total de tumores malignos registrados, sendo também o mais comum no Brasil.

Outro dado importante, também divulgado pelo INCA, é que são estimados o aparecimento de 176.930 novos casos dessa neoplasia no Brasil, sendo 83.770 homens e 93.160 mulheres.

Por isso, nesse post falaremos um pouco mais sobre esse tipo de câncer, bem como os fatores para a sua prevenção e a importância de um diagnóstico precoce, que contribui com as chances de um tratamento bem sucedido quando iniciado nos estágios iniciais. Continue sua leitura!

O que é câncer de pele?

O câncer de pele é um tumor que atinge a pele. Sua incidência é comumente constatada em pessoas com mais de 40 anos, mas atualmente tem sido detectada em uma faixa etária cada vez mais jovem. Ainda assim, é considerado raro o seu desenvolvimento em crianças e pessoas negras.

A principal causa desse tipo de câncer é a exposição excessiva ao sol (raios ultravioletas – UV).

Tipos de câncer de pele

O câncer de pele ocorre pela multiplicação desordenada das células que compõem a pele, e pode apresentar-se sob a forma de duas variantes: melanoma, mais agressivo e menos comum, e não melanoma, menos agressivo e mais frequente.

Câncer de pele melanoma

O câncer de pele melanoma origina-se nos melanócitos, células produtoras da melanina, pigmento que determina a cor da pele.

Com isso, possui maior frequência de incidência em adultos de pele clara e que se queimam com mais facilidade quando expostos ao sol repetidamente e de forma prolongada.

Por ter o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade, ocasiona medo e apreensão quando diagnosticado, mas é importante informar que em estágios iniciais pode ser detectado apenas na camada mais superficial da pele e, segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, pelo diagnóstico precoce, possui 90% de chances de cura.

Câncer de pele não melanoma

O câncer de pele não melanoma (CPNM), corresponde a tumores de diferentes linhagens, sendo que os mais frequentes são: o carcinoma basocelular (CBC), responsável por 70% a 80% dos diagnósticos, e o carcinoma espinocelular (CEC), que representa 25% dos casos.

Essa neoplasia apresenta menor índice de mortalidade, se comparada ao câncer de pele melanoma.

Tipos de câncer de pele não melanoma:
  • Carcinoma basocelular (CBC): tipo mais comum e menos agressivo. Origina-se nas células basais, encontradas na camada mais profunda da epiderme (camada superior da pele). Caracteriza-se por uma lesão, podendo ser uma ferida ou nódulo.
  • Carcinoma espinocelular (CEC): manifesta-se nas células escamosas, que constituem a maior parte das camadas superiores da pele, e caracterizam-se por um machucado, ferida crônica ou verruga. Possui evolução mais rápida, é mais invasivo e com possibilidade de desenvolver metástase.

De todo modo, ambos os tipos apresentam bom prognóstico, com altas taxas de cura se forem detectados e tratados precocemente.

Entre os tumores de pele, os não melanomas são os cânceres de maior incidência e baixa mortalidade, por isso, não deixe de procurar um médico especialista para detecção e diagnóstico correto.

Fatores de risco

Considerando a agressiva incidência dos raios ultravioletas em todo o planeta, o câncer de pele pode tornar-se o inimigo da sua saúde.

Assim, pessoas de todos os fototipos devem-se atentar e adotar medidas de proteção quando expostas ao sol.

Logo, podemos destacar que os principais fatores de risco para desenvolvimento dessa doença são:

  • Pessoas de pele clara, com sardas, olhos claros, albinas ou sensíveis à ação dos raios solares;
  • Antecedentes familiares com histórico de câncer de pele e queimaduras solares;
  • Pessoas que com doenças cutâneas prévias;
  • Exposição excessiva e repetida ao sol;
  • Exposição a câmaras de bronzeamento artificial.

Continue a sua leitura e conheça as formas de prevenção para essa neoplasia!

Como identificar o câncer de pele?

O câncer de pele não melanoma, carcinoma basocelular (CBC) e carcinoma espinocelular (CEC), surgem com mais frequência em regiões do corpo que são mais expostas ao sol, como rosto, pescoço, orelhas, couro cabeludo, ombros e costas; podendo destruir estas estruturas.

Ainda assim, podem desenvolver-se em áreas não expostas, mesmo que raramente isso aconteça.

Por outro lado, o câncer de pele melanoma, geralmente, apresenta a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos, podendo mudar de cor, formato e tamanho.

Sendo assim, fique atento quanto a sinais e sintomas como:

  • Manchas na pele que coçam, ardem, são descamativas ou sangram.
  • Feridas que não cicatrizam em até quatro semanas.
  • Sinais ou pintas que alteram forma, cor e tamanho.

Dessa forma, não deixe de observar sua pele constantemente, e procure imediatamente um médico dermatologista caso detecte qualquer lesão suspeita.

Como é realizado o diagnóstico precoce?

O médico dermatologista é responsável por realizar o diagnóstico do câncer de pele, por meio de um exame clínico.

Dependendo da situação, o profissional poderá utilizar a dermatoscopia, que consiste no uso de um aparelho que permite a visualização de camadas da pele não vistas a olho nu.

Por outro lado, existem quadros mais específicos em que o médico poderá solicitar uma biópsia; exame mais invasivo para confirmação diagnóstica do câncer de pele.

Esses exames garantem a possibilidade de identificar se o câncer de pele do tipo é melanoma ou não melanoma, bem como classificar os seus subtipos.

Formas de prevenção

Como vimos, a alta incidência dos raios ultravioletas em todo o planeta, aliada à constante exposição da população ao sol, é um grande motivo de preocupação para o desenvolvimento do câncer de pele.

A partir disso, faz-se necessária a educação da população quanto às medidas preventivas de exposição aos raios UV.

  • Evitar exposição prolongada ao sol e permanecer na sombra entre 10h e 16h.
  • Cobrir áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, utilizar bonés ou chapéus de abas largas, óculos escuros com proteção UV, sombrinhas e barracas.
  • Aplicar na pele, de 20 a 30 minutos antes da exposição ao sol, o filtro solar com fator de proteção 15, no mínimo.
  • Utilizar filtro solar próprio para os lábios.
  • Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para realização de um exame completo.

A pele é capaz de reparar algumas das alterações superficiais que são causadas pelo sol, isso explica o motivo da queimadura solar melhorar após alguns dias e o bronzeamento desaparecer, por exemplo.

No entanto, as alterações mais profundas permanecem e, a cada exposição solar ao longo dos anos, os danos pela radiação ultravioleta se acumulam e, com o tempo, as lesões podem tornar-se aparentes.

Por isso, não deixe de visitar um médico dermatologista e cuide da saúde da sua pele!

Tratamento

A cirurgia é o tratamento mais indicado para os tipos de câncer de pele não melanoma: tanto em casos de carcinoma basocelular como de carcinoma epidermoide. Em alguns casos pode-se necessitar da terapia alvo, da imunoterapia, da quimioterapia ou da radioterapia.

Quando o câncer se espalha para outros órgãos (processo chamado de metástase), no caso do melanoma, também podem ser associados ao tratamento, novos tipos de medicamentos, com relevantes índices de sucesso terapêutico.

No entanto, é necessária indicação precisa realizada por um especialista experiente.

A estratégia de tratamento para a doença avançada tem como finalidade postergar a evolução do câncer para oferecer melhor qualidade de vida ao paciente.

Conte com o CON para restabelecer a sua saúde da melhor forma possível! Clique no banner a seguir e agende a sua consulta hoje mesmo.

Se você é médico, encaminhe seu paciente!

 


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8 de dezembro de 2021 CONCovid Free0

Desde o início da pandemia, o CON – Oncologia, Hematologia e Centro de Infusão reforçou todos os protocolos de biossegurança com o objetivo de garantir as melhores práticas de prevenção e enfrentamento da COVID-19.

Tudo isso para dissipar os riscos de contágio pelo novo coronavírus, fazendo com que os nossos ambientes estivessem sempre seguros para pacientes, familiares, corpo clínico e colaboradores. Graças a isso, em 2020 o CON conquistou a certificação de “Estabelecimento Covid Free” e, agora recebe novamente o nível mais elevado, o Excelente. Na prática, isso significa que, aqui, adotamos as medidas preventivas para o enfretamento da doença, em todas as etapas da assistência.

 

Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde (IBES)

Concedida após uma criteriosa avaliação, a certificação COVID FREE EXCELENTE compara as práticas da organização com padrões estabelecidos no Manual de Certificação do IBES, que atende aos mais elevados padrões de qualidade nos âmbitos nacional e internacional.

O certificado tem validade de um ano e deve seguir rigorosamente o Manual de Boas Práticas Preventivas para o Enfrentamento do Coronavírus, desenvolvido pelo Comitê Científico do IBES, composto por profissionais especializados no sistema de saúde, baseado em referências científicas mundiais adaptadas à realidade brasileira.

 

Selo COVID FREE EXCELENTE: o que é analisado?

De acordo com o Manual de Boas Práticas Preventivas para o Enfrentamento do Coronavírus, práticas importantes foram verificadas no CON, dentre elas:

  • Distanciamento físico;
  • Higiene e limpeza;
  • Equipamentos de proteção;
  • Monitoramento de saúde;
  • Deveres e direitos dos trabalhadores;
  • Treinamento;
  • Comunicação;
  • Planos de emergência.

 

Além disso, também foram verificados requisitos específicos de avaliação que englobam o setor de saúde, garantindo a qualidade e a segurança das avaliações referentes ao segmento.

 

Mesmo que você já tenha tido acesso à maioria das informações sobre prevenção à Covid-19, vale ressaltar que o CON possui diversos conteúdos disponíveis para pesquisa, garantindo uma fonte de informações sempre atual e confiável.

 

Qualidade em primeiro lugar e cuidados focados no paciente

O CON é um Centro de Saúde que, desde 1995, atua com a missão de oferecer tratamentos e serviços que proporcionem conforto, bem-estar e qualidade de vida aos pacientes oncológicos. Acreditados Pleno pela ONA e com a certificação COVID Free Excelente, estamos em Niterói, Rio de Janeiro e São Gonçalo, sempre alinhados aos avanços científicos e tecnológicos mais recentes para tratamentos multidisciplinares nas áreas de oncologia clínica, onco-hematologia e de terapia infusional.

 

Aqui, acreditamos que cada pessoa é única e, por isso, saber ouvir e dar atenção é a melhor forma de fazermos a diferença. Além disso, também acreditamos que, quando o paciente sente que está sendo cuidado com total foco em suas necessidades, tende a se colocar como protagonista e parte ativa na gestão da sua saúde, o que é fundamental para seu tratamento.

 

REPASSANDO O QUE VIMOS NESTE POST

  • Desde o início da pandemia, o CON reforçou todos os protocolos de biossegurança;
  • O CON recebeu a Certificação COVID FREE EXCELENTE pela IBES International;
  • A certificação compara as práticas da organização com padrões estabelecidos no Manual de Certificação do IBES, que atende aos mais elevados padrões de qualidade;
  • Também foram verificados requisitos específicos de avaliação que englobam o setor de saúde, garantindo a qualidade e a segurança das avaliações referentes ao segmento.

 

Conte com o CON para suas consultas e/ou encaminhamento de pacientes.   

 


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O CON recebeu a Certificação Acreditado Pleno da ONA, também conhecida como ONA Nível II que, além de avaliar os critérios de segurança, também exige da organização uma gestão integrada de todos os processos.

 

Com foco na segurança do paciente e melhoria contínua desses processos, passamos por uma avaliação detalhada através de uma IAC – Instituição Acreditadora Credenciada e também pela equipe de avaliadores habilitada pela ONA. Eles buscaram evidências de conformidade com os padrões do Manual Brasileiro de Acreditação nas diversas áreas, incluindo a gestão organizacional, a qualidade e a segurança na assistência prestada e na gestão integrada entre os processos.

 

De acordo com o Superintendente Técnico da ONA, Dr. Péricles Cruz, a certificação de uma organização de saúde através da acreditação é um reconhecimento de que a instituição atende aos rigorosos padrões que a metodologia exige.  Em mais de 20 anos de atuação, a ONA já certificou várias Organizações de saúde. “A acreditação do CON é válida por dois anos e será acompanhada por nossos avaliadores por meio de visitas periódicas de manutenção. O processo de acreditação é de caráter voluntário e educativo, não configurando uma fiscalização. No decorrer da avaliação, todas as áreas da instituição são visitadas e mais de 1,7 mil requisitos verificados antes da homologação”, explica.

 

André Tenenbaum, CEO do CON, enfatiza que “O nosso propósito de cuidar de forma integral tem feito muita diferença com nossos pacientes e com toda a nossa equipe. Acredito que devemos cuidar da equipe da melhor maneira possível para que ela também cuide, da melhor maneira possível, do nosso bem maior, que são os pacientes. Em complemento a isso, as mudanças na nossa cultura organizacional e o foco e determinação de todos em prover o melhor serviço, foram fatores fundamentais para essa conquista”.

 

Como é o processo para receber a Acreditação da ONA?

O processo de acreditação é voluntário, ou seja, o CON demonstrou interesse em ser avaliado e, após a certificação, os serviços de saúde continuam sendo analisados periodicamente.

 

A ONA é responsável pelo desenvolvimento e gestão dos padrões brasileiros de qualidade e segurança em saúde, tendo como foco principal a segurança do paciente.

 

Além de referência nacional, os padrões ONA são reconhecidos no exterior. A ONA é membro da International Society for Quality in Health Care (ISQua), atuando ao lado de instituições que promovem a qualidade da saúde em países como Estados Unidos, Reino Unido, França e Canadá.

 

Acreditado Pleno – ONA Nível II

“Com as novas exigências no que se refere às mudanças comportamentais, mobilização constante dos profissionais em busca de metas e objetivos propostos, além da melhoria permanente e contínua do atendimento prestado, o caráter educativo e de garantia de melhoria contínua de processos fortalece a cultura interna, valorizando as discussões e a manutenção dessa mentalidade fundamental para qualquer instituição. Buscamos sempre ter a gestão de todas as informações estratégicas, descomplicando, nos tornando mais ágeis nas tomadas de decisões e focados no resultado de todas as áreas do CON”, declara Belizia Gaulia, Diretora de Operações e Comercial do CON.

 

A conquista deste nível, também conhecido como Acreditado Pleno, significa que o CON cumpre todos os padrões de qualidade e segurança, bem como os padrões ONA de gestão integrada, com processos ocorrendo de maneira fluida e plena comunicação entre as atividades.

 

Desde 2019, quando conquistou a Acreditação ONA I, o CON vem realizando melhorias constantes com foco na qualidade, na segurança, nos processos bem definidos e integrados, acordos de serviços e comunicação eficazes entre as áreas, priorizando a experiência do paciente em todas as esferas.

 

Segundo a Coordenadora de Qualidade, Suellen Pimenta, a obtenção da certificação Acreditado Pleno – ONA Nível II demonstra o quanto o CON está amadurecido nos conceitos e, principalmente, nas práticas de Segurança do Paciente e Gestão da Qualidade dos Processos da Instituição. “Diariamente, trabalhamos com foco nos nossos pacientes e na melhoria contínua, e receber este certificado nos traz uma grande honra, pois valida todo o nosso trabalho em equipe. Estamos em constante processo de evolução e, com isso, já nos preparamos para o próximo desafio, que é a Certificação de Nível III, quando demonstraremos que temos uma cultura organizacional focada na melhoria contínua, evidenciando uma maturidade institucional”, complementa Suellen.

 

Saiba mais sobre a acreditação: https://www.con.com.br/quem-somos/acreditacao-ona/

 

Cuidados Focados no Paciente

Dr. Bruno França, Diretor Médico e Oncologista Clínico do CON comemora a conquista da certificação “É extremamente gratificante e muito emocionante, uma vez que reflete e ao mesmo tempo premia um incansável trabalho e a evolução de todos os colaboradores e de suas respectivas equipes, ou seja, de todo o time CON integrado. Esse certificado contempla todo um trabalho e um planejamento voltados para a segurança dos nossos pacientes, para a qualidade da assistência e da operação e principalmente para um aprimoramento contínuo dos processos da instituição. É uma imensa realização e nos energiza para seguir adiante, pois os desafios, a evolução e as melhorias sempre devem ser questionadas e reconquistadas!  Seguimos firmes e realistas, porém agora também plenos (ONA Nível II).”

 

O CON é um Centro de Saúde que, desde 1995, atua com a missão de oferecer tratamentos e serviços que proporcionem conforto, bem-estar e qualidade de vida aos pacientes oncológicos. Acreditados pela ONA e com a certificação COVID Free, estamos em Niterói, Rio de Janeiro e São Gonçalo, sempre alinhados aos avanços científicos e tecnológicos mais recentes para tratamentos multidisciplinares nas áreas de oncologia clínica, onco-hematologia e de terapia infusional.

Aqui, acreditamos que cada pessoa é única e, por isso, saber ouvir e dar atenção é a melhor forma de fazermos a diferença. Além disso, também acreditamos que, quando o paciente sente que está sendo cuidado com total foco em suas necessidades, tende a se colocar como protagonista e parte ativa na gestão da sua saúde, o que é fundamental para seu tratamento.

 

Outro serviço também garante a excelência no cuidado integral

Estamos falando do CON Inovação Estudos e Pesquisa!

 

Há um investimento constante em educação continuada da equipe que, somada ao uso de tecnologia de ponta, proporciona o desenvolvimento e aprimoramento técnico-científico de todos os integrantes da equipe.

 

Assim, oferecemos o que há de melhor em qualidade no atendimento, o que resulta em modernidade nos tratamentos oncológicos e hematológicos, considerando também a humanização.

 

Com isso, o CON reafirma sua missão de cuidar de pessoas de forma integral.

 

REPASSANDO O QUE VIMOS NESTE POST

  • O CON recebeu a Certificação Acreditado Pleno da ONA, a Organização Nacional de Acreditação, principal certificadora de qualidade em serviços de saúde no Brasil;
  • Passamos por uma avaliação detalhada através de uma IAC – Instituição Acreditadora Credenciada e também pela equipe de avaliadores habilitada pela ONA;
  • A conquista deste nível significa que o CON cumpre todos os padrões de qualidade e segurança, bem como os padrões ONA de gestão integrada, com processos ocorrendo de maneira fluida e plena comunicação entre as atividades;
  • A obtenção da certificação Acreditado Pleno – ONA Nível 2 demonstra o quanto o CON está amadurecido nos conceitos e, principalmente, nas práticas de Segurança do Paciente e Gestão da Qualidade;
  • Além de referência nacional, os padrões ONA são reconhecidos no exterior. A ONA é membro da International Society for Quality in Health Care (ISQua), atuando ao lado de instituições que promovem a qualidade da saúde em países como Estados Unidos, Reino Unido, França e Canadá.

 

Se você ainda não sabe como oferecemos cuidado integral aos nossos pacientes, não deixe de acessar outros artigos do Blog CON:

 

 

Cuidar de forma integral faz parte do nosso DNA! Conte com o CON para suas consultas e/ou encaminhamento de pacientes.   

 

Agendamento de consulta


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26 de novembro de 2021 CONDicas e Orientações0

O Novembro Azul é um movimento internacional que tem como objetivo a conscientização para a prevenção e diagnóstico das doenças que acometem a população masculina, entre elas o câncer de próstata.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estimam-se 65.840 novos casos de câncer de próstata para cada ano do triênio 2020-2022.

Segundo esses valores, pode-se considerar um risco de 62,95 novos casos a cada 100 mil homens.

Com isso, o câncer de próstata destaca-se como a segunda maior neoplasia que causa morbidade e mortalidade no sexo masculino, ficando atrás apenas dos tumores de pele não melanoma.

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), o rastreamento da doença é feito pelo exame de sangue (PSA) e do toque retal, e deve ser realizado por todos os homens a partir dos 50 anos e para afrodescendentes ou que possuem história de câncer da próstata na família, a partir dos 45 anos.

Considerando a importância do diagnóstico precoce para detecção da doença e maior chances de cura, desenvolvemos um conteúdo para falar mais sobre esse tipo de neoplasia. Confira!

O que é câncer de próstata?

O câncer de próstata é um tumor que afeta a próstata, um órgão pequeno do sistema reprodutor masculino, localizado na parte baixa do abdômen, abaixo da bexiga e à frente do reto (parte final do intestino grosso).

Assim, apresenta como principal função a produção de um líquido que compõe parte do sêmen, tendo como finalidade a nutrição e proteção dos espermatozoides.

Por mais que o câncer de próstata seja uma neoplasia muito comum, o medo e a vergonha na realização do exame de toque retal acabam promovendo um diagnóstico tardio da doença, interferindo na possibilidade de cura.

Quais são os fatores de risco?

O principal fator de risco para desenvolvimento do câncer de próstata é a idade, levando em consideração que sua incidência e mortalidade aumentam significativamente a partir dos 50 anos.

Além disso, existem outros fatores de riscos conhecidos, tais como:

  • Histórico familiar;
  • Fatores genéticos hereditários;
  • Obesidade e sedentarismo;
  • Tabagismo;
  • Exposições a materiais tóxicos específicos.

Sinais e Sintomas

O câncer de próstata apresenta uma evolução silenciosa quando está em sua fase inicial.

Dessa forma, é difícil os homens apresentarem algum sintoma e, quando apresentam, assemelham-se aos do crescimento benigno da próstata, conhecida como HPB (Hiperplasia Prostática Benigna).

De acordo com dados publicados no site do Ministério da Saúde, quando os sintomas começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada. Na fase avançada, alguns dos sintomas são:

  • dor óssea;
  • dores ao urinar;
  • vontade de urinar com frequência;
  • presença de sangue na urina e/ou no sêmen.

Como os sintomas são confundidos com o aumento benigno da próstata, a Hiperplasia Prostática Benigna, ou mesmo com a Prostatite, uma inflamação ou infecção da próstata, é fundamental que os exames preventivos sejam realizados para que ocorra um diagnóstico precoce da doença e o tratamento possa ser iniciado o quanto antes.

Diagnóstico do câncer de próstata

Como vimos, os sintomas da doença apresentam-se na fase avançada ou estágio metastático do tumor.

Desse modo, a forma que possibilita melhores resultados de tratamento é a realização do diagnóstico precoce.

Considerando o câncer de próstata, os exames realizados são o de toque retal e exame de sangue para avaliação dos valores e dosagem do PSA (antígeno prostático específico).

Muitos homens ainda se sentem desconfortáveis com o exame de toque retal, um procedimento simples e rápido, além de importante ferramenta para a detecção e avaliação do estadiamento do câncer de próstata.

Já o PSA, é uma proteína produzida pelas células da próstata, que pode ser detectada através de um exame de sangue específico.

Com isso, torna-se um importante marcador no rastreamento e acompanhamento desse tipo de neoplasia.

A realização de biópsia é indicada conforme resultado dos valores do exame de PSA e avaliação do toque retal.

Tratamento

Após a avaliação médica será indicado o melhor tratamento, analisando sempre os riscos e benefícios para cada paciente.

Prevenção

Lembre-se de cultivar sempre hábitos saudáveis, não deixando que o medo e o preconceito sejam barreiras no cuidado integral da sua saúde!

Confira as principais formas de prevenção e não deixe de procurar um médico para realizar os seus exames de rotina!

 

  • Tenha uma alimentação saudável;
  • Peso corporal adequado;
  • Evitar o consumo de álcool;
  • Não fumar;
  • Fazer regularmente os seus exames de rotina;
  • Consultar sempre o urologista.
  • Esses são alguns detalhes na rotina capazes de auxiliar na manutenção da sua saúde de forma positiva. Você pode e deve se cuidar!

 

Um dos valores do CON é promover a educação, a prevenção e a conscientização de maneira constante.

 

Durante todo o mês de novembro, a campanha Novembro Azul no CON divulgou diversos conteúdos fundamentais para alertar a população masculina a respeito da prevenção e detecção precoce câncer de próstata.

 

Além da informação qualificada, o objetivo é também cooperar com a extinção de alguns tabus e preconceitos que comprometem a nossa saúde e, por vezes, inviabilizam as formas de identificação da neoplasia.

 

Que tal compartilhar essas informações com os homens da sua vida?

 

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28 de outubro de 2021 CONDicas e Orientações0

O Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização a respeito da detecção precoce do câncer de mama.

Sendo assim, esse período é dedicado ao compartilhamento de informações sobre esse tipo de neoplasia para que possa-se reduzir a sua incidência e mortalidade.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se o aparecimento de 66 mil novos casos de câncer de mama nos próximos anos, sendo que o Brasil classifica-se entre os países que apresentam a maior incidência desse carcinoma no mundo.

Dentre os diagnósticos de câncer entre mulheres, esse tipo de tumor ocupa cerca de 30% dos casos que acometem a população feminina brasileira.

 

Sabendo disso, preparamos um conteúdo com informações para alertar as mulheres sobre a importância fundamental da prevenção e do diagnóstico precoce da doença. Confira!

 

O que é câncer de mama?

O câncer de mama é uma doença resultante da multiplicação incontrolável de células anormais da mama, que surge por meio de alterações genéticas que podem ser adquiridas ou hereditárias.

Existem vários tipos de câncer de mama que, tanto podem apresentar uma rápida evolução e desenvolver-se de forma agressiva, como evoluir de forma favorável; caso diagnosticado precocemente para realização do tratamento.

Logo, podemos destacar dois dos principais tipos desse carcinoma:

  • Carcinoma ductal: origina-se nos ductos mamários e apresenta subtipos. Encontrado em 80% dos casos de câncer de mama, é o tipo mais comum. 
  • Carcinoma lobular: origina-se nos lóbulos que são responsáveis pela produção do leite materno. Esse tipo de câncer é diagnosticado em cerca de 5 a 10% dos casos.

 

O câncer de mama pode ser detectado em diferentes fases (estadiamento), sendo classificado como in situ, quando suas células estão localizadas, e infiltrantes, quando as células invadem áreas vizinhas e apresentam potencial para atingir linfonodos e outros órgãos (metástase).

A seguir, desenvolvemos os principais sinais e sintomas para detecção do câncer de mama. Continue sua leitura!

 

Sinais e Sintomas

Sendo uma das principais neoplasias malignas femininas, deve-se destacar que a incidência desse tipo de câncer aumenta significativamente a partir dos 50 anos, ou seja, a idade é um risco para o desenvolvimento da doença.

Ainda assim, vale ressaltar que tem-se observado o aparecimento desse tumor em mulheres a partir dos 35 anos.

Por outro lado, é importante informar que os homens também podem desenvolver essa neoplasia, e representam cerca de 1% dos casos que vêm sendo acometidos pela doença.

Como principal sinal desse tipo de tumor destaca-se a presença de um nódulo ou caroço mamário endurecido, fixo e geralmente indolor. Outros sintomas são:

  • Alteração na pele como retração ou abaulamento (estufamento);
  • Nódulos palpáveis nas axilas ou no pescoço;
  • Saída espontânea de líquido anormal do mamilo;
  • Vermelhidão ou alteração na posição e formato do mamilo;
  • Lesões que não cicatrizam.

Sendo assim, é fundamental que as mulheres conheçam seu corpo a fim de estarem atentas a quaisquer mudanças que não sejam normais em suas mamas. 

Por isso, o diagnóstico precoce da doença é essencial para garantir maiores chances de cura.

 

Formas de prevenção

O surgimento do câncer de mama não está relacionado apenas a uma causa, mas associado a uma série de fatores, tais como:

  • Comportamentais e ambientais: Obesidade e sobrepeso, sedentarismo, consumo de bebida alcoólica em excesso, alimentação não saudável, qualidade de vida ruim e exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X).
  • Hereditários e genéticos: Histórico familiar de câncer de mama, tanto em mulheres quanto em homens, histórico familiar de câncer de ovário em idade jovem, predisposição hereditária e risco aumentado de desenvolvimento da doença.
  • História reprodutiva e hormonais: menarca precoce (menstruação), menopausa tardia, não ter tido filhos, nunca ter engravidado, ter tido a primeira gestação após os trinta anos e realizar o uso de terapias de reposição hormonal.

 

Estes últimos fatores estão associados a uma maior exposição ao estrogênio, hormônio que está envolvido na patogênese do câncer de mama.

Sendo assim, é de extrema importância a campanha de conscientização para realização dos exames preventivos e identificação dos fatores de risco que possibilitam, em alguns casos, uma mudança de estilo de vida.

Dessa forma, recomenda-se cultivar hábitos de vida saudáveis, tais como: evitar o consumo de alimentos ultraprocessados, praticar atividade física regularmente e manter o peso adequado. Cuide da sua saúde!

 

Mamografia

Como vimos, o diagnóstico precoce é fundamental para o combate ao câncer de mama, de modo que a doença possa ser detectada em estágios iniciais e o tratamento obtenha altas chances de cura.

Dessa forma, a principal estratégia para sua detecção, além do exame clínico, é a realização da mamografia.

A mamografia é uma radiografia das mamas, realizada por meio de um equipamento chamado mamógrafo, que é capaz de detectar até mesmo lesões não palpáveis. 

No entanto, podem ser solicitados também outros exames como a ultrassonografia e a ressonância magnética.

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) recomenda que mulheres entre 40 anos ou mais realizem esse exame anualmente. 

Logo, deve-se levar em consideração o histórico familiar do paciente, pois pode-se recomendar a realização do exame antes dessa faixa etária.

Mamografia e vacinação contra COVID-19

A respeito da campanha contra COVID-19, é importante destacar que a vacinação pode causar aumento dos linfonodos axilares, ou seja, um inchaço nos gânglios.

Com isso, vale destacar que é normal o corpo apresentar esse tipo de reação, podendo ser descartada a relação com câncer; embora esse efeito possa causar uma confusão no momento da avaliação médica.

Desse modo, tanto o Instituto Nacional de Câncer (INCA) quanto a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) recomendam aguardar um período de 4 semanas após a vacinação para realização da mamografia de rastreamento, ou seja, o exame realizado em pacientes que não apresentam sinais e sintomas desse tumor.

Por outro lado, como a mamografia diagnóstica é indicada para investigação de casos com sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama, não é recomendado o adiamento desse exame.

Com isso, caso seja encontrada alguma lesão suspeita, será realizada uma biópsia diagnóstica de modo que poderá ser traçada a melhor forma de tratamento.

No entanto, ainda que possam ser consideradas as estratégias diagnósticas, é importante lembrar que a realização do autoexame é essencial para detecção de possíveis sintomas associados à doença, mesmo ele não substituindo o exame de imagem para diagnóstico precoce.

 

Tratamentos

Por fim, referindo-se ao tratamento do câncer de mama, pode-se informar que atualmente muitos avanços foram alcançados em relação a melhoria no diagnóstico precoce das lesões da mama.

Sendo assim, encontra-se tratamentos como a cirurgia conservadora, que não implica na perda completa da mama. 

Dessa forma, retira-se o tumor e uma parte de tecido sadio ao seu redor de forma segura, garantindo a preservação do restante da mama.

Além disso, existem também novas opções de tratamentos medicamentosos e uma maior precisão no tratamento radioterápico.

Quando essa neoplasia é detectada em seu estado inicial, o principal tratamento recomendado é a cirurgia. 

No entanto, dependendo de cada caso, pode-se indicar quimioterapia, hormonioterapia, radioterapia e terapias biológicas.

É essencial que seja avaliado cada caso para realização do tratamento, pois leva-se em consideração um conjunto de fatores, tais como: localização da doença (estadiamento), características do tumor, características da paciente, estado menopausal, idade, comorbidades, além das preferências pessoais do paciente.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre as formas de detecção de tratamento do câncer de mama, não deixe de realizar exames preventivos e mantenha hábitos de vida saudáveis.

 

 

Reconheça o seu corpo e esteja atento a quaisquer mudanças!

Compartilhe essas informações com as mulheres da sua vida.

 

 

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29 de setembro de 2021 CON0

O câncer de colorretal ou de intestino grosso é a segunda neoplasia maligna mais frequente em mulheres e a terceira mais frequente em homens no mundo.

Considerando o cenário brasileiro, mesmo com avanço tecnológico na área de diagnóstico e tratamento, assume a terceira posição mais comum de câncer, sendo motivo de preocupação.

Dessa forma, por iniciativa da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), o Setembro Verde surge como uma campanha para alertar e conscientizar a população a respeito do câncer de intestino grosso.

No último ano, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) contabilizou a incidência de 40.990 novos casos, sendo 20.520 homens e 20.470 mulheres. 

Com isso, alerta-se para realização de checkups periódicos, pois a identificação precoce da doença é passível de tratamento e pode garantir a diminuição dos níveis de morbidade e mortalidade.

Neste post falaremos sobre os sintomas e fatores de risco para desenvolvimento desse tipo de neoplasia, bem como suas formas de prevenção e tratamento. Confira!

O que é o câncer de colorretal ou de intestino grosso?

O câncer de colorretal é um tipo de tumor que inicia-se pela formação de pólipos na parede do intestino grosso, chamada de cólon, e no reto, final do intestino.

Os pólipos são lesões benignas que desenvolvem-se na parede do cólon e, quando associados com predisposição genética e hábitos não saudáveis de vida, tendem a desenvolver esse tipo de câncer ao longo do tempo.

Quando detectado precocemente, o câncer pode ser tratável e o paciente obtém grandes chances de cura, caso o tumor não tenha se espalhado para outros órgãos.

Sintomas do câncer de colorretal

Esse tipo de tumor não apresenta sintomas em sua fase inicial, por isso, recomenda-se a realização da colonoscopia a partir dos 50 anos.

Esse exame permite a visualização do intestino por dentro, sendo feito por meio da introdução de um tubo flexível acoplado a uma câmera.

Logo, é possível que seja efetuada a retirada de algum pólipo que seja detectado, pois é a partir deles que os tumores malignos se originam.

Como consequência do tipo de tumor e sua localização, deve-se considerar que essa neoplasia leva ao surgimento dos seguintes sintomas:

  • Diarreia e dor vaga no abdômen;
  • Anemia, cansaço e fraqueza;
  • Obstipação intestinal progressiva;
  • Alternância entre diarreia e constipação;
  • Sangramento frequente, misturado ou não com fezes;
  • Fezes com formato fino e comprido.

Para tanto, é recomendável procurar apoio médico para que possa ser feita uma investigação do quadro do paciente e o tratamento específico seja iniciado; uma vez que esses sinais também podem ser encontrados em quadros de hemorroidas, verminose, úlcera gástrica e outros.

Principais fatores de risco

Como principais fatores para desenvolvimento desse tipo de câncer, podemos destacar:

  • Idade igual ou acima de 50 anos;
  • Obesidade;
  • Alcoolismo;
  • Sedentarismo;
  • Tabagismo;
  • Consumo exagerado de carne vermelha ou processada;
  • Baixa ingestão de cálcio, frutas e fibras.

Além disso, outros fatores de risco estão associados à origem hereditária da doença, o que inclui histórico familiar do câncer de colorretal, condições genéticas como a polipose adenomatosa familiar e o câncer colorretal hereditário sem polipose.

Ainda, destaca-se o histórico de doença inflamatória intestinal crônica e diabetes tipo 2; bem como fatores como a exposição ocupacional à radiação ionizante.

Prevenção

O aconselhamento genético para pacientes que tenham parentes de primeiro grau com câncer intestinal ou pólipos é recomendado, pois assim obtém-se orientação a respeito da melhor época e frequência para realização do exame de colonoscopia.

As medidas preventivas para o câncer de intestino grosso incluem o aumento do consumo de frutas e legumes, bem como de cereais integrais como arroz, pães, aveia, cevada e outros.

Além disso, a diminuição da ingestão de carne vermelha ou processada, como também a diminuição do consumo de bebidas alcoólicas e tabagismo.

Deve-se destacar também a importância da prática de atividade física de forma regular, pois auxilia o indivíduo a manter um peso adequado, evita o sedentarismo e melhora a qualidade de vida.

Para os pacientes com idade superior a 50 anos e que não se enquadram nos fatores de risco, por apresentar um baixo risco de desenvolver a doença, é aconselhável realizar anualmente uma pesquisa de sangue oculto nas fezes e retossigmoidoscopia a cada cinco anos.

Saiba quais são as formas de tratamento

Como vimos, o câncer de colorretal é uma doença tratável e curável, quando o tumor não se espalhou para outros órgãos.

Com isso, a primeira forma de tratamento é a cirurgia, que tem como finalidade retirar a parte do intestino afetada e os gânglios linfáticos (pequenas estruturas que comportam o sistema de defesa do corpo) dentro do abdome.

Considera-se também o tratamento por meio da realização de radioterapia, associada ou não à quimioterapia, no intuito de diminuir a possibilidade de retorno do tumor.

As formas de tratamento dependerão de fatores como tamanho, localização e extensão do tumor. 

Caso seja identificado que a doença está em fase de metástase, espalhando-se para outros órgãos, as chances de cura podem ficar reduzidas.

Por fim, após realizado o tratamento, é imprescindível que o paciente continue com o acompanhamento médico para que possa ser feito o monitoramento de recidivas (retornos) ou novos tumores.

O Setembro Verde procura conscientizar a população para a gravidade do câncer de colorretal, caso não seja diagnosticado precocemente. 

Não deixe de realizar os seus exames e procure um médico especialista caso sinta algum dos sintomas mencionados.

 

Conte com o CON para restabelecer a sua saúde da melhor forma possível! Clique no banner a seguir e agende a sua consulta hoje mesmo.

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24 de agosto de 2021 CON0

Como o próprio nome sugere, o Integralis permite um olhar integral para a saúde do paciente. Isso porque eles são tratados de maneira completa, com todos os cuidados centrados nas necessidades individuais, em prol da qualidade de vida e no bem-estar de cada um.

Tais cuidados, adaptados para cada necessidade e tipos específicos de câncer, são realizados através dos Serviços de Cuidados Clínicos Integrados – SCCI, que englobam:

  • Oncologia Clínica;
  • Onco-hematologia;
  • Oncogenética;
  • Enfermagem Oncológica;
  • Farmácia Clínica;
  • Laserterapia Oral;
  • Psicologia;
  • Nutrição;
  • Fisioterapia.

Para nós, é imprescindível que os pacientes recebam acolhimento de forma personalizada. Acreditamos que cada pessoa é única e, por isso, saber ouvir e dar atenção é a melhor forma de fazer a diferença

Integralis, nosso jeito de cuidar

Quando um paciente é encaminhado aos cuidados do CON, ele é então recebido em um centro de saúde com uma equipe completa, formada por médicos e pela equipe de serviços de cuidados clínicos integrados que, com o reforço operacional, formam uma rede de cuidado e assistência para tratamentos multidisciplinares nas áreas de oncologia clínica, onco-hematologia e terapia infusional.

Em cooperação com os Serviços de Cuidados Clínicos Integrados do CON, estão:

·        A Assistente do Cliente;

·       O Alô CON;

·       E o Acompanhamento Hospitalar, em caso de internação.

Começando pelo diagnóstico

A Assistente do cliente ajudará o paciente durante toda a sua jornada no CON. Já no diagnóstico, ela o auxiliará nos seguintes pontos:

  • Agendamento de exames complementares e de laboratório;
  • Encaminhamento para o oncologista;
  • Gestão cirúrgica, caso seja necessário.

A atuação da Assistente do Cliente otimiza muito o tempo entre o diagnóstico e o tratamento, fazendo com que as coisas avancem de maneira mais fluida e objetiva.

Na etapa pré-cirúrgica

Avaliação com nutricionista

Durante este período, o paciente também conta com avaliação nutricional, já que podem ocorrer algumas deficiências acarretadas pela patologia.

Sendo assim, o profissional poderá alinhar o que deve ser ingerido de acordo com uma dieta desenvolvida para cada necessidade nutricional específica.

Isso faz com que o paciente também receba um aporte calórico adequado, através de uma dieta personalizada para prosseguir com o tratamento.

Fisioterapia também é muito importante

Mediante avaliação física e possíveis limitações de funcionalidades, o planejamento fisioterápico também objetiva o incentivo para que as atividades físicas sejam mantidas nas rotinas dos pacientes, sempre de acordo com a capacidade e a necessidade individual de cada um.

Para a preparação do ato cirúrgico, caso ele seja necessário, o fisioterapeuta trabalhará, principalmente, com o fortalecimento da musculatura, visando a redução de sequelas e menor debilidade também no pós-operatório.

Suporte psicológico

A equipe de psicólogos do CON atua para garantir maior estabilidade emocional durante o tratamento, tanto para pacientes como para seus familiares.

Esse atendimento visa prestar apoio profissional focado no impacto do diagnóstico e na nova rotina a ser enfrentada, preparando para a superação dos medos, aceitação dos fatos e novas análises de objetivos, sempre com foco na qualidade de vida de todos os envolvidos.

Farmácia clínica

Também existe uma equipe completa voltada à farmácia clínica, que realiza uma avaliação farmacoterapêutica com possíveis comorbidades apresentadas pelo paciente.

A partir daí, começa a reconciliação medicamentosa, que é um processo formal e sistemático de obtenção e avaliação da lista de medicamentos que o paciente faz uso e com os que ele pode vir a fazer de acordo com o tratamento proposto.

Pós-operatório

O momento que vem após qualquer tipo de cirurgia já é motivo de celebração para o paciente, pois significa que mais uma etapa do tratamento neoplásico foi concluída.

Diversos membros da nossa equipe continuam atuando, agora de forma ainda mais intensa, para que o restabelecimento da saúde esteja alinhado à qualidade de vida, além de preparar o paciente para os próximos passos.

Nutrição

A equipe atua para que aconteça o fornecimento das doses diárias recomendadas de todos os nutrientes.

Além disso, outro ponto importante é a ingestão de alimentos saudáveis que podem auxiliar na cicatrização, sendo selecionados de acordo com as intervenções terapêuticas gastrointestinais.

Fisioterapia

Trabalha tanto com a aplicação de tratamentos que aceleram a cicatrização, quanto pela realização de exercícios focados no aumento da amplitude de movimento e postura corporal.

Podemos destacar que a fisioterapia também contribui com a autoestima do paciente, uma vez que auxilia na possibilidade de recuperação dos movimentos do membro afetado.

Psicologia

O foco aqui é trabalhar a autoimagem após algum tipo de alteração corporal, como a queda de cabelo, por exemplo.

Tal suporte psicológico ajuda o paciente oncológico a aceitar esses impactos e a lidar com isso da melhor forma possível, com o intuito de fortalecer a autoestima.

Consultório de ferida tumoral

Com a finalidade de assistir o paciente acometido por feridas tumorais, o CON presta cuidados que visam:

  • Higienização da lesão;
  • Tratamento e prevenção de infecções e contaminações exógenas;
  • Eliminação dos fatores que possam retardar a cicatrização;
  • Promoção do controle de dor;
  • Remoção de tecidos desvitalizados;
  • Proteção da lesão contra trauma mecânico e promoção da hemostasia.

Os cuidados e orientações desse tipo de tratamento fazem toda diferença, não somente no bem-estar dos pacientes, mas também preconiza seu conforto no atendimento ambulatorial, evitando exposições desnecessárias em ambiente hospitalar.

Início da terapia antineoplásica

O início do novo protocolo representa uma etapa fundamental para o restabelecimento da saúde. Seja antes ou após a cirurgia, o médico oncologista irá definir qual tratamento deverá ser seguido pelo paciente : Quimioterapia, Terapia Alvo ou Hormonioterapia, por exemplo.

Para o dia da terapia, alguns cuidados básicos são recomendados:

  • Leve um acompanhante com você;
  • Converse com a nutricionista para saber quais alimentos podem ser ingeridos;
  • Evite faltar às sessões de terapia antineoplásica;
  • Se possível, não agende outros compromissos no dia.

Enfermagem oncológica

Este profissional também acompanha todas as fases da jornada, sendo uma ponte entre o paciente e o médico oncologista, passando pelos exames prévios, monitorando eventos adversos, além de estar disponível através do Alô CON.

Laserterapia oral

Dentistas especializados fazem um atendimento que foca no manejo profilático e tardio para tratar eventuais feridas na boca, que podem aparecer em decorrência ao tratamento.

Grupo de apoio e vivências

A proposta é que os pacientes possam interagir entre si, com discussões e experiências vivenciadas com a doença, sendo sempre mediada pelo serviço de psicologia, podendo ter como participantes os familiares e acompanhantes também.

Resposta terapêutica

A última etapa da jornada do paciente em nossa Linha de Cuidados prepara para a volta à rotina anterior ao diagnóstico da neoplasia.

Após encerrar os protocolos de tratamento, é importante que aconteçam algumas análises para que o retorno não aconteça com consequências à qualidade de vida, seja física ou mental.

Para esse momento, a equipe continua atuando com r todo o suporte necessário, sempre de forma individualizada e com ações focadas no bem-estar de cada paciente, proporcionando o cuidado integral em toda a jornada no CON..

Comissão de qualidade de vida

A recuperação é sempre acompanhada pela Comissão de Qualidade de Vida, que analisa a resposta terapêutica do paciente em fase de alta.

Acompanhamento assistencial

O paciente também será acompanhado pela Comissão de Qualidade de Vida quando a resposta terapêutica não for favorável para cura, sendo monitorado dentro dos seus eventos adversos, proporcionando conforto e qualidade de vida.

Restabelecer a saúde dessa forma é fundamental para que todas as etapas sejam concluídas da melhor forma possível. Por isso, buscamos aprimorar cada vez mais a nossa forma de cuidar, levando em consideração os avanços tecno-científicos, as necessidades específicas e o paciente como protagonista da sua jornada.

Mas não basta oferecer o cuidado integral se não pudermos estar mais próximos de você. Por isso, nossa presença no estado do Rio de Janeiro permanece forte e em três municípios:

  • Niterói (São Francisco);
  • São Gonçalo;
  • Rio de Janeiro (Botafogo e Barra da Tijuca).


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17 de agosto de 2021 CONDicas e Orientações0

Sendo um dos tumores malignos mais comuns, o câncer de pulmão é um problema de saúde pública que ganha destaque por meio da campanha de conscientização e prevenção do “Agosto Branco”. 

Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), no mundo, o câncer de pulmão ocupa a primeira posição de incidência entre os homens e a terceira entre as mulheres, por isso a importância de dar visibilidade ao tema. 

No Brasil, para cada ano do triênio 2020-2022, estimam-se 17.760 novos casos de câncer de pulmão em homens e 12.440 em mulheres.

Portanto, considerando as estimativas, é de extrema importância a disseminação de informações a respeito desse tipo de câncer, uma vez que a detecção precoce é primordial para garantir chances efetivas de tratamento.

Dentre os tipos histológicos mais comuns temos: os carcinomas de células não pequenas, que é dividido em três subtipos: adenocarcinoma, carcinoma de células escamosas (epidermoide) e carcinoma de grandes células.

Os principais fatores de risco para desenvolvimento do câncer de pulmão são o tabagismo e a exposição passiva ao tabaco e à poluição do ar, bem como infecções pulmonares de repetição, doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema pulmonar e bronquite), além dos fatores genéticos e histórico familiar..

Também pode-se destacar a possibilidade de mutação das células para desenvolvimento dessa doença.

Como conscientização de uma das doenças mais presentes no Brasil e no mundo, a campanha do “Agosto Branco” tem por finalidade promover a informação  e a prevenção em relação aos cuidados com a saúde dos pulmões, reforçando a importância de um diagnóstico precoce, uma vez que esse tipo de câncer manifesta-se de forma silenciosa e, por muitas , acaba sendo detectado em estágios mais avançados.

Agosto Branco: quais são os principais sintomas do câncer de pulmão

Como sintomas, podem-se apresentar: 

  • Tosse e rouquidão persistentes;
  • Dor no peito;
  • Sangramento pelas vias respiratórias;
  • Dificuldade de respirar;
  • Pneumonia ou bronquite recorrentes;
  • Cansaço e fraqueza.

Portanto, os exames preventivos regulares,  para a investigação de possíveis sintomas associados à doença, são de extrema importância, lembrando que fumantes passivos também são grupo de risco e podem ser diagnosticados com a presença do tumor.

Como o tratamento pode ser realizado

Levando sempre em consideração o tipo histológico e o estágio da doença, o tratamento do câncer de pulmão pode ser feito por meio de cirurgia, radioterapia e quimioterapia, podendo ser associados. 

Em casos selecionados, o paciente pode ser tratado com medicação baseada em terapia-alvo.

A quimioterapia pré-operatória (neo-adjuvante ou de indução), pode ser empregada no estágio III da doença. 

Além disso, a quimioterapia utilizada no pós-operatório (adjuvante), tem sido eficiente para garantir a melhora do paciente.

Sendo assim, é importante que o paciente seja atendido por uma equipe multidisciplinar integrada e de excelência, para garantir segurança, acompanhamento constante e o cuidado necessário na realização do seu tratamento.

Não deixe de visitar os seus médicos de forma regular e de realizar todos os exames solicitados, assim um possível diagnóstico pode ser detectado com a antecedência necessária, aumentando as chances de tratamento.

Conte com o CON para restabelecer a sua saúde da melhor forma possível! Clique no banner a seguir e agende a sua consulta hoje mesmo.

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31 de maio de 2021 CON0

No dia 15 de maio, o Brasil perdeu uma de suas maiores atrizes. A morte de Eva Wilma (87), por complicações de câncer de ovário, reacendeu o alerta para os cuidados e formas de prevenção. 

Uma estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indica que, no triênio 2020/2021/2022, é esperado o surgimento de 6.650 novos casos de câncer de ovário no Brasil.

Por se tratar de um câncer que pode não apresentar sintomas específicos em seus estágios iniciais, sendo, por vezes, confundido com outras doenças como as gastrointestinais, o câncer de ovário precisa de atenção para ser diagnosticado previamente, o que é muito importante para que o tratamento adequado seja iniciado o quanto antes.

Vale dizer que essa neoplasia não se encontra única e especificamente nos ovários, uma vez que também pode se desenvolver nas extremidades das trompas de falópio. 

Tipos de câncer de ovário 

Como os ovários possuem em sua composição três tipos diferentes de células, elas podem dar origem a três tipos de câncer. 

  • Tumores epiteliais: originados nas células que cobrem a superfície externa do ovário, sendo a maioria dos casos. 
  • Tumores de células germinativas: se iniciam nas células responsáveis pela produção dos óvulos.
  • Tumores estromais: provenientes de células que formam o ovário e que são responsáveis pela produção dos hormônios progesterona e estrogênio.

Por demorarem a se desenvolver, tendem a expor os sintomas em estágios mais avançados da doença, dificultando a visualização em exames de rotina.

Os tumores podem ser, inclusive, benignos, sendo de fácil resolução, através da retirada do ovário ou até mesmo das partes contaminadas, enquanto que o maligno pode se espalhar para outras partes do corpo.

Estágios do câncer de ovário 

Todos podem ser encontrados em diferentes estágios, acometendo principalmente mulheres acima dos 40 anos. Confira quais são eles:

  1. Diagnosticado em um ou ambos os ovários.
  2. Espalhado por outras regiões da pelve.
  3. Estendido para o abdome, peritônio, pelve ou com a presença de metástases em linfonodos.
  4. Já fora do abdome, fazendo parte de outros órgãos, como o fígado, por exemplo.

Sendo considerada como a pior complicação, a metástase proporciona ao câncer alojamento em outros órgãos, o que leva a necessidade de tratamentos como quimioterapia, radioterapia, terapia hormonal, biológica, cirurgia ou uma combinação dos tratamentos.

É importante saber que tudo isso dependerá do estágio do câncer, seu tipo, tamanho, localização, condições da paciente e outros procedimentos que possam já terem sido feitos.

Diagnóstico precoce do câncer de ovário

Não há um método totalmente eficaz para o diagnóstico precoce do câncer de ovário, já que os sinais e sintomas só aparecem em fases mais avançadas da doença. Desta forma, o diagnóstico precoce desse tipo de neoplasia só é possível em parte dos casos. 

Sinais e sintomas do câncer de ovário

Na maioria das vezes a neoplasia não dá nem um sinal em seu estágio inicial, ou seja, seus sinais e sintomas costumam aparecer em etapas mais avançadas, sendo característicos de outras condições clínicas da paciente. 

Porém, caso algumas variações do organismo surjam, o ideal é ter atenção total e focada no possível problema, visto que pode auxiliar na busca pelo tratamento ideal o quanto antes. Confira algumas características que demandam atenção:

  • Vontade frequente e urgente de urinar;
  • Inchaço na região do abdome com perda de peso;
  • Dor pélvica e/ou abdominal;
  • Dificuldade para se alimentar e/ou constipação;
  • Cansaço extremo;
  • Dor no estômago e nas costas;
  • Dor durante relações sexuais;
  • Variações menstruais.

Nos casos desse tipo de câncer os sinais e sintomas costumam perdurar por semanas, sendo fortes e persistentes. Fique atenta e procure um médico de confiança para tirar qualquer dúvida. 

Tratamentos para o câncer de ovário

Para o diagnóstico preciso da neoplasia o médico poderá solicitar diferentes tipos de exames, podendo ir além dos que foram citados no texto, pois irá depender das condições de cada paciente em específico.

As opções de tratamento também dependerão de diversos fatores individuais, podendo ser indicadas pelo oncologista após análise e um diálogo aberto com o paciente. Abaixo você pode ver algumas das opções existentes:

Tratamento local

Como o próprio nome já diz, o tratamento trabalha apenas o local onde o tumor está localizado, sem afetar o restante do corpo, podendo ser: cirurgia ou radioterapia. 

Tratamento sistêmico

Nada mais é do que uma terapia que vai fazer uso de medicamentos por via oral ou injetados diretamente na corrente sanguínea. Dentre eles: quimioterapia, hormonioterapia e terapia-alvo, sendo recomendados de acordo com cada caso.

Lembre-se de que apenas o seu médico poderá diagnosticar um câncer através de uma série de exames que façam a comprovação e, após o diagnóstico, caso ele seja positivo, existirá o encaminhamento para um oncologista. 

Mantenha as suas visitas de rotina e siga as orientações médicas para que a sua saúde seja mantida em dia, garantindo maior bem-estar e qualidade de vida.

E, caso seja necessário, conte com o CON! Estamos presentes desde o diagnóstico, para que todo o seu processo seja realizado de maneira mais leve, confortável e humanizada.

 


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27 de maio de 2021 CON0

O CON recebeu a recertificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA), principal certificadora de qualidade em serviços de saúde no Brasil!

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) certifica a qualidade de serviços de saúde no Brasil, tendo como foco principal a segurança do paciente.

Sua metodologia de avaliação atende a padrões internacionais de qualidade e segurança.

O manual de acreditação ONA é reconhecido pela ISQua (Sociedade Internacional pela Qualidade no Cuidado à Saúde, na sigla em inglês), instituição parceira da Organização Mundial da Saúde (OMS) e que tem entre seus membros especialistas e organizações de saúde de mais de 100 países.

Como é o processo para receber o selo de Acreditação?

A ONA é uma entidade não governamental e sem fins lucrativos, que coordena um processo de certificação voltado para a qualidade de serviços de saúde, que tem como foco principal a segurança do paciente.

O processo é voluntário, ou seja, é a instituição que manifesta o interesse em ser avaliada. Após a certificação, os serviços de saúde continuam sendo avaliados periodicamente durante todo o período de validade do certificado.

O certificado de Acreditação é um reconhecimento da trajetória do CON, que prioriza a segurança dos pacientes e preza pela melhoria contínua, unindo o que há de mais moderno em tecnologia médica a uma perspectiva humanizada do paciente.

Conheça mais sobre o trabalho desenvolvido pela ONA e todos os processos de certificação em:

Por que o CON foi recertificado?

A renovação do certificado de Acreditação aconteceu porque, mais uma vez, cumprimos com todos os pré-requisitos avaliados pela entidade.

A equipe do CON é formada por médicos, pela equipe SCCI-serviços de cuidados clínicos integrados, e a equipe operacional que, juntas, formam uma rede de cuidado e assistência a pacientes e familiares.

Este acompanhamento conjunto é uma forma de cuidar integralmente do paciente, proporcionando ganhos significativos na qualidade de vida.

Um dos principais aspectos avaliados pela ONA é a segurança do paciente , conceito aplicado como prioridade no CON que, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), trata-se de um conjunto de ações voltadas à proteção do paciente para a redução dos riscos de danos desnecessários associados à assistência em saúde até um mínimo aceitável.

Ou seja, é a redução de atos inseguros nos processos assistenciais através do uso das melhores práticas para alcançar os melhores resultados possíveis para o paciente.

A segurança do paciente envolve processos como identificação correta, segurança medicamentosa, redução de riscos de infecções e lesões, entre outros.

Além disso, o CON possui o Núcleo de Segurança do Paciente para garantir a implantação de todos os recursos necessários.

O compromisso do CON com a qualidade e a excelência é apoiado por diversas práticas e pelo nosso Centro de Estudos e Pesquisa do Câncer.

O CON Inovação Estudos e Pesquisa nasceu do objetivo de fomentar o desenvolvimento e o aprimoramento técnico-científico de nossa equipe assistencial, fortalecendo a alta qualidade de atendimento e tratamento com o que há de mais moderno nas áreas de oncologia e hematologia.

Desta forma, estimulamos a valorização da ciência e da educação continuada, a partir da interação com outros profissionais da equipe, da discussão de casos e nas trocas de experiências.

Assim, o CON reafirma a sua missão de cuidar de pessoas de forma integral.

REPASSANDO O QUE VIMOS NESTE POST

  • O CON recebeu a recertificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA), principal certificadora de qualidade em serviços de saúde no Brasil;
  • A ONA avalia todos os processos do estabelecimento de saúde, com foco na segurança dos pacientes;
  • O certificado de Acreditação é um reconhecimento da trajetória do CON, que prioriza a segurança dos pacientes e preza pela melhoria contínua, unindo o que há de mais moderno em tecnologia médica a uma perspectiva humanizada do paciente;
  • Um dos principais aspectos avaliados pela ONA é a segurança do paciente, conceito aplicado como prioridade no CON;
  • Além disso, outro serviço também garante a excelência no cuidado integral: o CON Inovação Estudos e Pesquisa, que fomenta o desenvolvimento e aprimoramento técnico-científico de nossa equipe assistencial.

Quer saber mais sobre como cuidamos de nossos pacientes de forma integral? Conheça outros artigos do Blog CON:

Cuidar de forma integral faz parte do nosso DNA! Conte com o CON para suas consultas e/ou encaminhamento de pacientes.


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