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28 de outubro de 2021 CONDicas e Orientações

O Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização a respeito da detecção precoce do câncer de mama.

Sendo assim, esse período é dedicado ao compartilhamento de informações sobre esse tipo de neoplasia para que possa-se reduzir a sua incidência e mortalidade.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se o aparecimento de 66 mil novos casos de câncer de mama nos próximos anos, sendo que o Brasil classifica-se entre os países que apresentam a maior incidência desse carcinoma no mundo.

Dentre os diagnósticos de câncer entre mulheres, esse tipo de tumor ocupa cerca de 30% dos casos que acometem a população feminina brasileira.

 

Sabendo disso, preparamos um conteúdo com informações para alertar as mulheres sobre a importância fundamental da prevenção e do diagnóstico precoce da doença. Confira!

 

O que é câncer de mama?

O câncer de mama é uma doença resultante da multiplicação incontrolável de células anormais da mama, que surge por meio de alterações genéticas que podem ser adquiridas ou hereditárias.

Existem vários tipos de câncer de mama que, tanto podem apresentar uma rápida evolução e desenvolver-se de forma agressiva, como evoluir de forma favorável; caso diagnosticado precocemente para realização do tratamento.

Logo, podemos destacar dois dos principais tipos desse carcinoma:

  • Carcinoma ductal: origina-se nos ductos mamários e apresenta subtipos. Encontrado em 80% dos casos de câncer de mama, é o tipo mais comum. 
  • Carcinoma lobular: origina-se nos lóbulos que são responsáveis pela produção do leite materno. Esse tipo de câncer é diagnosticado em cerca de 5 a 10% dos casos.

 

O câncer de mama pode ser detectado em diferentes fases (estadiamento), sendo classificado como in situ, quando suas células estão localizadas, e infiltrantes, quando as células invadem áreas vizinhas e apresentam potencial para atingir linfonodos e outros órgãos (metástase).

A seguir, desenvolvemos os principais sinais e sintomas para detecção do câncer de mama. Continue sua leitura!

 

Sinais e Sintomas

Sendo uma das principais neoplasias malignas femininas, deve-se destacar que a incidência desse tipo de câncer aumenta significativamente a partir dos 50 anos, ou seja, a idade é um risco para o desenvolvimento da doença.

Ainda assim, vale ressaltar que tem-se observado o aparecimento desse tumor em mulheres a partir dos 35 anos.

Por outro lado, é importante informar que os homens também podem desenvolver essa neoplasia, e representam cerca de 1% dos casos que vêm sendo acometidos pela doença.

Como principal sinal desse tipo de tumor destaca-se a presença de um nódulo ou caroço mamário endurecido, fixo e geralmente indolor. Outros sintomas são:

  • Alteração na pele como retração ou abaulamento (estufamento);
  • Nódulos palpáveis nas axilas ou no pescoço;
  • Saída espontânea de líquido anormal do mamilo;
  • Vermelhidão ou alteração na posição e formato do mamilo;
  • Lesões que não cicatrizam.

Sendo assim, é fundamental que as mulheres conheçam seu corpo a fim de estarem atentas a quaisquer mudanças que não sejam normais em suas mamas. 

Por isso, o diagnóstico precoce da doença é essencial para garantir maiores chances de cura.

 

Formas de prevenção

O surgimento do câncer de mama não está relacionado apenas a uma causa, mas associado a uma série de fatores, tais como:

  • Comportamentais e ambientais: Obesidade e sobrepeso, sedentarismo, consumo de bebida alcoólica em excesso, alimentação não saudável, qualidade de vida ruim e exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X).
  • Hereditários e genéticos: Histórico familiar de câncer de mama, tanto em mulheres quanto em homens, histórico familiar de câncer de ovário em idade jovem, predisposição hereditária e risco aumentado de desenvolvimento da doença.
  • História reprodutiva e hormonais: menarca precoce (menstruação), menopausa tardia, não ter tido filhos, nunca ter engravidado, ter tido a primeira gestação após os trinta anos e realizar o uso de terapias de reposição hormonal.

 

Estes últimos fatores estão associados a uma maior exposição ao estrogênio, hormônio que está envolvido na patogênese do câncer de mama.

Sendo assim, é de extrema importância a campanha de conscientização para realização dos exames preventivos e identificação dos fatores de risco que possibilitam, em alguns casos, uma mudança de estilo de vida.

Dessa forma, recomenda-se cultivar hábitos de vida saudáveis, tais como: evitar o consumo de alimentos ultraprocessados, praticar atividade física regularmente e manter o peso adequado. Cuide da sua saúde!

 

Mamografia

Como vimos, o diagnóstico precoce é fundamental para o combate ao câncer de mama, de modo que a doença possa ser detectada em estágios iniciais e o tratamento obtenha altas chances de cura.

Dessa forma, a principal estratégia para sua detecção, além do exame clínico, é a realização da mamografia.

A mamografia é uma radiografia das mamas, realizada por meio de um equipamento chamado mamógrafo, que é capaz de detectar até mesmo lesões não palpáveis. 

No entanto, podem ser solicitados também outros exames como a ultrassonografia e a ressonância magnética.

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) recomenda que mulheres entre 40 anos ou mais realizem esse exame anualmente. 

Logo, deve-se levar em consideração o histórico familiar do paciente, pois pode-se recomendar a realização do exame antes dessa faixa etária.

Mamografia e vacinação contra COVID-19

A respeito da campanha contra COVID-19, é importante destacar que a vacinação pode causar aumento dos linfonodos axilares, ou seja, um inchaço nos gânglios.

Com isso, vale destacar que é normal o corpo apresentar esse tipo de reação, podendo ser descartada a relação com câncer; embora esse efeito possa causar uma confusão no momento da avaliação médica.

Desse modo, tanto o Instituto Nacional de Câncer (INCA) quanto a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) recomendam aguardar um período de 4 semanas após a vacinação para realização da mamografia de rastreamento, ou seja, o exame realizado em pacientes que não apresentam sinais e sintomas desse tumor.

Por outro lado, como a mamografia diagnóstica é indicada para investigação de casos com sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama, não é recomendado o adiamento desse exame.

Com isso, caso seja encontrada alguma lesão suspeita, será realizada uma biópsia diagnóstica de modo que poderá ser traçada a melhor forma de tratamento.

No entanto, ainda que possam ser consideradas as estratégias diagnósticas, é importante lembrar que a realização do autoexame é essencial para detecção de possíveis sintomas associados à doença, mesmo ele não substituindo o exame de imagem para diagnóstico precoce.

 

Tratamentos

Por fim, referindo-se ao tratamento do câncer de mama, pode-se informar que atualmente muitos avanços foram alcançados em relação a melhoria no diagnóstico precoce das lesões da mama.

Sendo assim, encontra-se tratamentos como a cirurgia conservadora, que não implica na perda completa da mama. 

Dessa forma, retira-se o tumor e uma parte de tecido sadio ao seu redor de forma segura, garantindo a preservação do restante da mama.

Além disso, existem também novas opções de tratamentos medicamentosos e uma maior precisão no tratamento radioterápico.

Quando essa neoplasia é detectada em seu estado inicial, o principal tratamento recomendado é a cirurgia. 

No entanto, dependendo de cada caso, pode-se indicar quimioterapia, hormonioterapia, radioterapia e terapias biológicas.

É essencial que seja avaliado cada caso para realização do tratamento, pois leva-se em consideração um conjunto de fatores, tais como: localização da doença (estadiamento), características do tumor, características da paciente, estado menopausal, idade, comorbidades, além das preferências pessoais do paciente.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre as formas de detecção de tratamento do câncer de mama, não deixe de realizar exames preventivos e mantenha hábitos de vida saudáveis.

 

 

Reconheça o seu corpo e esteja atento a quaisquer mudanças!

Compartilhe essas informações com as mulheres da sua vida.

 

 

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29 de setembro de 2021 CON

O câncer de colorretal ou de intestino grosso é a segunda neoplasia maligna mais frequente em mulheres e a terceira mais frequente em homens no mundo.

Considerando o cenário brasileiro, mesmo com avanço tecnológico na área de diagnóstico e tratamento, assume a terceira posição mais comum de câncer, sendo motivo de preocupação.

Dessa forma, por iniciativa da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), o Setembro Verde surge como uma campanha para alertar e conscientizar a população a respeito do câncer de intestino grosso.

No último ano, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) contabilizou a incidência de 40.990 novos casos, sendo 20.520 homens e 20.470 mulheres. 

Com isso, alerta-se para realização de checkups periódicos, pois a identificação precoce da doença é passível de tratamento e pode garantir a diminuição dos níveis de morbidade e mortalidade.

Neste post falaremos sobre os sintomas e fatores de risco para desenvolvimento desse tipo de neoplasia, bem como suas formas de prevenção e tratamento. Confira!

O que é o câncer de colorretal ou de intestino grosso?

O câncer de colorretal é um tipo de tumor que inicia-se pela formação de pólipos na parede do intestino grosso, chamada de cólon, e no reto, final do intestino.

Os pólipos são lesões benignas que desenvolvem-se na parede do cólon e, quando associados com predisposição genética e hábitos não saudáveis de vida, tendem a desenvolver esse tipo de câncer ao longo do tempo.

Quando detectado precocemente, o câncer pode ser tratável e o paciente obtém grandes chances de cura, caso o tumor não tenha se espalhado para outros órgãos.

Sintomas do câncer de colorretal

Esse tipo de tumor não apresenta sintomas em sua fase inicial, por isso, recomenda-se a realização da colonoscopia a partir dos 50 anos.

Esse exame permite a visualização do intestino por dentro, sendo feito por meio da introdução de um tubo flexível acoplado a uma câmera.

Logo, é possível que seja efetuada a retirada de algum pólipo que seja detectado, pois é a partir deles que os tumores malignos se originam.

Como consequência do tipo de tumor e sua localização, deve-se considerar que essa neoplasia leva ao surgimento dos seguintes sintomas:

  • Diarreia e dor vaga no abdômen;
  • Anemia, cansaço e fraqueza;
  • Obstipação intestinal progressiva;
  • Alternância entre diarreia e constipação;
  • Sangramento frequente, misturado ou não com fezes;
  • Fezes com formato fino e comprido.

Para tanto, é recomendável procurar apoio médico para que possa ser feita uma investigação do quadro do paciente e o tratamento específico seja iniciado; uma vez que esses sinais também podem ser encontrados em quadros de hemorroidas, verminose, úlcera gástrica e outros.

Principais fatores de risco

Como principais fatores para desenvolvimento desse tipo de câncer, podemos destacar:

  • Idade igual ou acima de 50 anos;
  • Obesidade;
  • Alcoolismo;
  • Sedentarismo;
  • Tabagismo;
  • Consumo exagerado de carne vermelha ou processada;
  • Baixa ingestão de cálcio, frutas e fibras.

Além disso, outros fatores de risco estão associados à origem hereditária da doença, o que inclui histórico familiar do câncer de colorretal, condições genéticas como a polipose adenomatosa familiar e o câncer colorretal hereditário sem polipose.

Ainda, destaca-se o histórico de doença inflamatória intestinal crônica e diabetes tipo 2; bem como fatores como a exposição ocupacional à radiação ionizante.

Prevenção

O aconselhamento genético para pacientes que tenham parentes de primeiro grau com câncer intestinal ou pólipos é recomendado, pois assim obtém-se orientação a respeito da melhor época e frequência para realização do exame de colonoscopia.

As medidas preventivas para o câncer de intestino grosso incluem o aumento do consumo de frutas e legumes, bem como de cereais integrais como arroz, pães, aveia, cevada e outros.

Além disso, a diminuição da ingestão de carne vermelha ou processada, como também a diminuição do consumo de bebidas alcoólicas e tabagismo.

Deve-se destacar também a importância da prática de atividade física de forma regular, pois auxilia o indivíduo a manter um peso adequado, evita o sedentarismo e melhora a qualidade de vida.

Para os pacientes com idade superior a 50 anos e que não se enquadram nos fatores de risco, por apresentar um baixo risco de desenvolver a doença, é aconselhável realizar anualmente uma pesquisa de sangue oculto nas fezes e retossigmoidoscopia a cada cinco anos.

Saiba quais são as formas de tratamento

Como vimos, o câncer de colorretal é uma doença tratável e curável, quando o tumor não se espalhou para outros órgãos.

Com isso, a primeira forma de tratamento é a cirurgia, que tem como finalidade retirar a parte do intestino afetada e os gânglios linfáticos (pequenas estruturas que comportam o sistema de defesa do corpo) dentro do abdome.

Considera-se também o tratamento por meio da realização de radioterapia, associada ou não à quimioterapia, no intuito de diminuir a possibilidade de retorno do tumor.

As formas de tratamento dependerão de fatores como tamanho, localização e extensão do tumor. 

Caso seja identificado que a doença está em fase de metástase, espalhando-se para outros órgãos, as chances de cura podem ficar reduzidas.

Por fim, após realizado o tratamento, é imprescindível que o paciente continue com o acompanhamento médico para que possa ser feito o monitoramento de recidivas (retornos) ou novos tumores.

O Setembro Verde procura conscientizar a população para a gravidade do câncer de colorretal, caso não seja diagnosticado precocemente. 

Não deixe de realizar os seus exames e procure um médico especialista caso sinta algum dos sintomas mencionados.

 

Conte com o CON para restabelecer a sua saúde da melhor forma possível! Clique no banner a seguir e agende a sua consulta hoje mesmo.

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24 de agosto de 2021 CON

Como o próprio nome sugere, o Integralis permite um olhar integral para a saúde do paciente. Isso porque eles são tratados de maneira completa, com todos os cuidados centrados nas necessidades individuais, em prol da qualidade de vida e no bem-estar de cada um.

Tais cuidados, adaptados para cada necessidade e tipos específicos de câncer, são realizados através dos Serviços de Cuidados Clínicos Integrados – SCCI, que englobam:

  • Oncologia Clínica;
  • Onco-hematologia;
  • Oncogenética;
  • Enfermagem Oncológica;
  • Farmácia Clínica;
  • Laserterapia Oral;
  • Psicologia;
  • Nutrição;
  • Fisioterapia.

Para nós, é imprescindível que os pacientes recebam acolhimento de forma personalizada. Acreditamos que cada pessoa é única e, por isso, saber ouvir e dar atenção é a melhor forma de fazer a diferença

Integralis, nosso jeito de cuidar

Quando um paciente é encaminhado aos cuidados do CON, ele é então recebido em um centro de saúde com uma equipe completa, formada por médicos e pela equipe de serviços de cuidados clínicos integrados que, com o reforço operacional, formam uma rede de cuidado e assistência para tratamentos multidisciplinares nas áreas de oncologia clínica, onco-hematologia e terapia infusional.

Em cooperação com os Serviços de Cuidados Clínicos Integrados do CON, estão:

·        A Assistente do Cliente;

·       O Alô CON;

·       E o Acompanhamento Hospitalar, em caso de internação.

Começando pelo diagnóstico

A Assistente do cliente ajudará o paciente durante toda a sua jornada no CON. Já no diagnóstico, ela o auxiliará nos seguintes pontos:

  • Agendamento de exames complementares e de laboratório;
  • Encaminhamento para o oncologista;
  • Gestão cirúrgica, caso seja necessário.

A atuação da Assistente do Cliente otimiza muito o tempo entre o diagnóstico e o tratamento, fazendo com que as coisas avancem de maneira mais fluida e objetiva.

Na etapa pré-cirúrgica

Avaliação com nutricionista

Durante este período, o paciente também conta com avaliação nutricional, já que podem ocorrer algumas deficiências acarretadas pela patologia.

Sendo assim, o profissional poderá alinhar o que deve ser ingerido de acordo com uma dieta desenvolvida para cada necessidade nutricional específica.

Isso faz com que o paciente também receba um aporte calórico adequado, através de uma dieta personalizada para prosseguir com o tratamento.

Fisioterapia também é muito importante

Mediante avaliação física e possíveis limitações de funcionalidades, o planejamento fisioterápico também objetiva o incentivo para que as atividades físicas sejam mantidas nas rotinas dos pacientes, sempre de acordo com a capacidade e a necessidade individual de cada um.

Para a preparação do ato cirúrgico, caso ele seja necessário, o fisioterapeuta trabalhará, principalmente, com o fortalecimento da musculatura, visando a redução de sequelas e menor debilidade também no pós-operatório.

Suporte psicológico

A equipe de psicólogos do CON atua para garantir maior estabilidade emocional durante o tratamento, tanto para pacientes como para seus familiares.

Esse atendimento visa prestar apoio profissional focado no impacto do diagnóstico e na nova rotina a ser enfrentada, preparando para a superação dos medos, aceitação dos fatos e novas análises de objetivos, sempre com foco na qualidade de vida de todos os envolvidos.

Farmácia clínica

Também existe uma equipe completa voltada à farmácia clínica, que realiza uma avaliação farmacoterapêutica com possíveis comorbidades apresentadas pelo paciente.

A partir daí, começa a reconciliação medicamentosa, que é um processo formal e sistemático de obtenção e avaliação da lista de medicamentos que o paciente faz uso e com os que ele pode vir a fazer de acordo com o tratamento proposto.

Pós-operatório

O momento que vem após qualquer tipo de cirurgia já é motivo de celebração para o paciente, pois significa que mais uma etapa do tratamento neoplásico foi concluída.

Diversos membros da nossa equipe continuam atuando, agora de forma ainda mais intensa, para que o restabelecimento da saúde esteja alinhado à qualidade de vida, além de preparar o paciente para os próximos passos.

Nutrição

A equipe atua para que aconteça o fornecimento das doses diárias recomendadas de todos os nutrientes.

Além disso, outro ponto importante é a ingestão de alimentos saudáveis que podem auxiliar na cicatrização, sendo selecionados de acordo com as intervenções terapêuticas gastrointestinais.

Fisioterapia

Trabalha tanto com a aplicação de tratamentos que aceleram a cicatrização, quanto pela realização de exercícios focados no aumento da amplitude de movimento e postura corporal.

Podemos destacar que a fisioterapia também contribui com a autoestima do paciente, uma vez que auxilia na possibilidade de recuperação dos movimentos do membro afetado.

Psicologia

O foco aqui é trabalhar a autoimagem após algum tipo de alteração corporal, como a queda de cabelo, por exemplo.

Tal suporte psicológico ajuda o paciente oncológico a aceitar esses impactos e a lidar com isso da melhor forma possível, com o intuito de fortalecer a autoestima.

Consultório de ferida tumoral

Com a finalidade de assistir o paciente acometido por feridas tumorais, o CON presta cuidados que visam:

  • Higienização da lesão;
  • Tratamento e prevenção de infecções e contaminações exógenas;
  • Eliminação dos fatores que possam retardar a cicatrização;
  • Promoção do controle de dor;
  • Remoção de tecidos desvitalizados;
  • Proteção da lesão contra trauma mecânico e promoção da hemostasia.

Os cuidados e orientações desse tipo de tratamento fazem toda diferença, não somente no bem-estar dos pacientes, mas também preconiza seu conforto no atendimento ambulatorial, evitando exposições desnecessárias em ambiente hospitalar.

Início da terapia antineoplásica

O início do novo protocolo representa uma etapa fundamental para o restabelecimento da saúde. Seja antes ou após a cirurgia, o médico oncologista irá definir qual tratamento deverá ser seguido pelo paciente : Quimioterapia, Terapia Alvo ou Hormonioterapia, por exemplo.

Para o dia da terapia, alguns cuidados básicos são recomendados:

  • Leve um acompanhante com você;
  • Converse com a nutricionista para saber quais alimentos podem ser ingeridos;
  • Evite faltar às sessões de terapia antineoplásica;
  • Se possível, não agende outros compromissos no dia.

Enfermagem oncológica

Este profissional também acompanha todas as fases da jornada, sendo uma ponte entre o paciente e o médico oncologista, passando pelos exames prévios, monitorando eventos adversos, além de estar disponível através do Alô CON.

Laserterapia oral

Dentistas especializados fazem um atendimento que foca no manejo profilático e tardio para tratar eventuais feridas na boca, que podem aparecer em decorrência ao tratamento.

Grupo de apoio e vivências

A proposta é que os pacientes possam interagir entre si, com discussões e experiências vivenciadas com a doença, sendo sempre mediada pelo serviço de psicologia, podendo ter como participantes os familiares e acompanhantes também.

Resposta terapêutica

A última etapa da jornada do paciente em nossa Linha de Cuidados prepara para a volta à rotina anterior ao diagnóstico da neoplasia.

Após encerrar os protocolos de tratamento, é importante que aconteçam algumas análises para que o retorno não aconteça com consequências à qualidade de vida, seja física ou mental.

Para esse momento, a equipe continua atuando com r todo o suporte necessário, sempre de forma individualizada e com ações focadas no bem-estar de cada paciente, proporcionando o cuidado integral em toda a jornada no CON..

Comissão de qualidade de vida

A recuperação é sempre acompanhada pela Comissão de Qualidade de Vida, que analisa a resposta terapêutica do paciente em fase de alta.

Acompanhamento assistencial

O paciente também será acompanhado pela Comissão de Qualidade de Vida quando a resposta terapêutica não for favorável para cura, sendo monitorado dentro dos seus eventos adversos, proporcionando conforto e qualidade de vida.

Restabelecer a saúde dessa forma é fundamental para que todas as etapas sejam concluídas da melhor forma possível. Por isso, buscamos aprimorar cada vez mais a nossa forma de cuidar, levando em consideração os avanços tecno-científicos, as necessidades específicas e o paciente como protagonista da sua jornada.

Mas não basta oferecer o cuidado integral se não pudermos estar mais próximos de você. Por isso, nossa presença no estado do Rio de Janeiro permanece forte e em três municípios:

  • Niterói (São Francisco);
  • São Gonçalo;
  • Rio de Janeiro (Botafogo e Barra da Tijuca).


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17 de agosto de 2021 CONDicas e Orientações

Sendo um dos tumores malignos mais comuns, o câncer de pulmão é um problema de saúde pública que ganha destaque por meio da campanha de conscientização e prevenção do “Agosto Branco”. 

Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), no mundo, o câncer de pulmão ocupa a primeira posição de incidência entre os homens e a terceira entre as mulheres, por isso a importância de dar visibilidade ao tema. 

No Brasil, para cada ano do triênio 2020-2022, estimam-se 17.760 novos casos de câncer de pulmão em homens e 12.440 em mulheres.

Portanto, considerando as estimativas, é de extrema importância a disseminação de informações a respeito desse tipo de câncer, uma vez que a detecção precoce é primordial para garantir chances efetivas de tratamento.

Dentre os tipos histológicos mais comuns temos: os carcinomas de células não pequenas, que é dividido em três subtipos: adenocarcinoma, carcinoma de células escamosas (epidermoide) e carcinoma de grandes células.

Os principais fatores de risco para desenvolvimento do câncer de pulmão são o tabagismo e a exposição passiva ao tabaco e à poluição do ar, bem como infecções pulmonares de repetição, doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema pulmonar e bronquite), além dos fatores genéticos e histórico familiar..

Também pode-se destacar a possibilidade de mutação das células para desenvolvimento dessa doença.

Como conscientização de uma das doenças mais presentes no Brasil e no mundo, a campanha do “Agosto Branco” tem por finalidade promover a informação  e a prevenção em relação aos cuidados com a saúde dos pulmões, reforçando a importância de um diagnóstico precoce, uma vez que esse tipo de câncer manifesta-se de forma silenciosa e, por muitas , acaba sendo detectado em estágios mais avançados.

Agosto Branco: quais são os principais sintomas do câncer de pulmão

Como sintomas, podem-se apresentar: 

  • Tosse e rouquidão persistentes;
  • Dor no peito;
  • Sangramento pelas vias respiratórias;
  • Dificuldade de respirar;
  • Pneumonia ou bronquite recorrentes;
  • Cansaço e fraqueza.

Portanto, os exames preventivos regulares,  para a investigação de possíveis sintomas associados à doença, são de extrema importância, lembrando que fumantes passivos também são grupo de risco e podem ser diagnosticados com a presença do tumor.

Como o tratamento pode ser realizado

Levando sempre em consideração o tipo histológico e o estágio da doença, o tratamento do câncer de pulmão pode ser feito por meio de cirurgia, radioterapia e quimioterapia, podendo ser associados. 

Em casos selecionados, o paciente pode ser tratado com medicação baseada em terapia-alvo.

A quimioterapia pré-operatória (neo-adjuvante ou de indução), pode ser empregada no estágio III da doença. 

Além disso, a quimioterapia utilizada no pós-operatório (adjuvante), tem sido eficiente para garantir a melhora do paciente.

Sendo assim, é importante que o paciente seja atendido por uma equipe multidisciplinar integrada e de excelência, para garantir segurança, acompanhamento constante e o cuidado necessário na realização do seu tratamento.

Não deixe de visitar os seus médicos de forma regular e de realizar todos os exames solicitados, assim um possível diagnóstico pode ser detectado com a antecedência necessária, aumentando as chances de tratamento.

Conte com o CON para restabelecer a sua saúde da melhor forma possível! Clique no banner a seguir e agende a sua consulta hoje mesmo.

Se você é médico, encaminhe seu paciente!

 


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31 de maio de 2021 CON

No dia 15 de maio, o Brasil perdeu uma de suas maiores atrizes. A morte de Eva Wilma (87), por complicações de câncer de ovário, reacendeu o alerta para os cuidados e formas de prevenção. 

Uma estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indica que, no triênio 2020/2021/2022, é esperado o surgimento de 6.650 novos casos de câncer de ovário no Brasil.

Por se tratar de um câncer que pode não apresentar sintomas específicos em seus estágios iniciais, sendo, por vezes, confundido com outras doenças como as gastrointestinais, o câncer de ovário precisa de atenção para ser diagnosticado previamente, o que é muito importante para que o tratamento adequado seja iniciado o quanto antes.

Vale dizer que essa neoplasia não se encontra única e especificamente nos ovários, uma vez que também pode se desenvolver nas extremidades das trompas de falópio. 

Tipos de câncer de ovário 

Como os ovários possuem em sua composição três tipos diferentes de células, elas podem dar origem a três tipos de câncer. 

  • Tumores epiteliais: originados nas células que cobrem a superfície externa do ovário, sendo a maioria dos casos. 
  • Tumores de células germinativas: se iniciam nas células responsáveis pela produção dos óvulos.
  • Tumores estromais: provenientes de células que formam o ovário e que são responsáveis pela produção dos hormônios progesterona e estrogênio.

Por demorarem a se desenvolver, tendem a expor os sintomas em estágios mais avançados da doença, dificultando a visualização em exames de rotina.

Os tumores podem ser, inclusive, benignos, sendo de fácil resolução, através da retirada do ovário ou até mesmo das partes contaminadas, enquanto que o maligno pode se espalhar para outras partes do corpo.

Estágios do câncer de ovário 

Todos podem ser encontrados em diferentes estágios, acometendo principalmente mulheres acima dos 40 anos. Confira quais são eles:

  1. Diagnosticado em um ou ambos os ovários.
  2. Espalhado por outras regiões da pelve.
  3. Estendido para o abdome, peritônio, pelve ou com a presença de metástases em linfonodos.
  4. Já fora do abdome, fazendo parte de outros órgãos, como o fígado, por exemplo.

Sendo considerada como a pior complicação, a metástase proporciona ao câncer alojamento em outros órgãos, o que leva a necessidade de tratamentos como quimioterapia, radioterapia, terapia hormonal, biológica, cirurgia ou uma combinação dos tratamentos.

É importante saber que tudo isso dependerá do estágio do câncer, seu tipo, tamanho, localização, condições da paciente e outros procedimentos que possam já terem sido feitos.

Diagnóstico precoce do câncer de ovário

Não há um método totalmente eficaz para o diagnóstico precoce do câncer de ovário, já que os sinais e sintomas só aparecem em fases mais avançadas da doença. Desta forma, o diagnóstico precoce desse tipo de neoplasia só é possível em parte dos casos. 

Sinais e sintomas do câncer de ovário

Na maioria das vezes a neoplasia não dá nem um sinal em seu estágio inicial, ou seja, seus sinais e sintomas costumam aparecer em etapas mais avançadas, sendo característicos de outras condições clínicas da paciente. 

Porém, caso algumas variações do organismo surjam, o ideal é ter atenção total e focada no possível problema, visto que pode auxiliar na busca pelo tratamento ideal o quanto antes. Confira algumas características que demandam atenção:

  • Vontade frequente e urgente de urinar;
  • Inchaço na região do abdome com perda de peso;
  • Dor pélvica e/ou abdominal;
  • Dificuldade para se alimentar e/ou constipação;
  • Cansaço extremo;
  • Dor no estômago e nas costas;
  • Dor durante relações sexuais;
  • Variações menstruais.

Nos casos desse tipo de câncer os sinais e sintomas costumam perdurar por semanas, sendo fortes e persistentes. Fique atenta e procure um médico de confiança para tirar qualquer dúvida. 

Tratamentos para o câncer de ovário

Para o diagnóstico preciso da neoplasia o médico poderá solicitar diferentes tipos de exames, podendo ir além dos que foram citados no texto, pois irá depender das condições de cada paciente em específico.

As opções de tratamento também dependerão de diversos fatores individuais, podendo ser indicadas pelo oncologista após análise e um diálogo aberto com o paciente. Abaixo você pode ver algumas das opções existentes:

Tratamento local

Como o próprio nome já diz, o tratamento trabalha apenas o local onde o tumor está localizado, sem afetar o restante do corpo, podendo ser: cirurgia ou radioterapia. 

Tratamento sistêmico

Nada mais é do que uma terapia que vai fazer uso de medicamentos por via oral ou injetados diretamente na corrente sanguínea. Dentre eles: quimioterapia, hormonioterapia e terapia-alvo, sendo recomendados de acordo com cada caso.

Lembre-se de que apenas o seu médico poderá diagnosticar um câncer através de uma série de exames que façam a comprovação e, após o diagnóstico, caso ele seja positivo, existirá o encaminhamento para um oncologista. 

Mantenha as suas visitas de rotina e siga as orientações médicas para que a sua saúde seja mantida em dia, garantindo maior bem-estar e qualidade de vida.

E, caso seja necessário, conte com o CON! Estamos presentes desde o diagnóstico, para que todo o seu processo seja realizado de maneira mais leve, confortável e humanizada.

 


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27 de maio de 2021 CON

O CON recebeu a recertificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA), principal certificadora de qualidade em serviços de saúde no Brasil!

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) certifica a qualidade de serviços de saúde no Brasil, tendo como foco principal a segurança do paciente.

Sua metodologia de avaliação atende a padrões internacionais de qualidade e segurança.

O manual de acreditação ONA é reconhecido pela ISQua (Sociedade Internacional pela Qualidade no Cuidado à Saúde, na sigla em inglês), instituição parceira da Organização Mundial da Saúde (OMS) e que tem entre seus membros especialistas e organizações de saúde de mais de 100 países.

Como é o processo para receber o selo de Acreditação?

A ONA é uma entidade não governamental e sem fins lucrativos, que coordena um processo de certificação voltado para a qualidade de serviços de saúde, que tem como foco principal a segurança do paciente.

O processo é voluntário, ou seja, é a instituição que manifesta o interesse em ser avaliada. Após a certificação, os serviços de saúde continuam sendo avaliados periodicamente durante todo o período de validade do certificado.

O certificado de Acreditação é um reconhecimento da trajetória do CON, que prioriza a segurança dos pacientes e preza pela melhoria contínua, unindo o que há de mais moderno em tecnologia médica a uma perspectiva humanizada do paciente.

Conheça mais sobre o trabalho desenvolvido pela ONA e todos os processos de certificação em:

Por que o CON foi recertificado?

A renovação do certificado de Acreditação aconteceu porque, mais uma vez, cumprimos com todos os pré-requisitos avaliados pela entidade.

A equipe do CON é formada por médicos, pela equipe SCCI-serviços de cuidados clínicos integrados, e a equipe operacional que, juntas, formam uma rede de cuidado e assistência a pacientes e familiares.

Este acompanhamento conjunto é uma forma de cuidar integralmente do paciente, proporcionando ganhos significativos na qualidade de vida.

Um dos principais aspectos avaliados pela ONA é a segurança do paciente , conceito aplicado como prioridade no CON que, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), trata-se de um conjunto de ações voltadas à proteção do paciente para a redução dos riscos de danos desnecessários associados à assistência em saúde até um mínimo aceitável.

Ou seja, é a redução de atos inseguros nos processos assistenciais através do uso das melhores práticas para alcançar os melhores resultados possíveis para o paciente.

A segurança do paciente envolve processos como identificação correta, segurança medicamentosa, redução de riscos de infecções e lesões, entre outros.

Além disso, o CON possui o Núcleo de Segurança do Paciente para garantir a implantação de todos os recursos necessários.

O compromisso do CON com a qualidade e a excelência é apoiado por diversas práticas e pelo nosso Centro de Estudos e Pesquisa do Câncer.

O CON Inovação Estudos e Pesquisa nasceu do objetivo de fomentar o desenvolvimento e o aprimoramento técnico-científico de nossa equipe assistencial, fortalecendo a alta qualidade de atendimento e tratamento com o que há de mais moderno nas áreas de oncologia e hematologia.

Desta forma, estimulamos a valorização da ciência e da educação continuada, a partir da interação com outros profissionais da equipe, da discussão de casos e nas trocas de experiências.

Assim, o CON reafirma a sua missão de cuidar de pessoas de forma integral.

REPASSANDO O QUE VIMOS NESTE POST

  • O CON recebeu a recertificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA), principal certificadora de qualidade em serviços de saúde no Brasil;
  • A ONA avalia todos os processos do estabelecimento de saúde, com foco na segurança dos pacientes;
  • O certificado de Acreditação é um reconhecimento da trajetória do CON, que prioriza a segurança dos pacientes e preza pela melhoria contínua, unindo o que há de mais moderno em tecnologia médica a uma perspectiva humanizada do paciente;
  • Um dos principais aspectos avaliados pela ONA é a segurança do paciente, conceito aplicado como prioridade no CON;
  • Além disso, outro serviço também garante a excelência no cuidado integral: o CON Inovação Estudos e Pesquisa, que fomenta o desenvolvimento e aprimoramento técnico-científico de nossa equipe assistencial.

Quer saber mais sobre como cuidamos de nossos pacientes de forma integral? Conheça outros artigos do Blog CON:

Cuidar de forma integral faz parte do nosso DNA! Conte com o CON para suas consultas e/ou encaminhamento de pacientes.


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22 de abril de 2021 CON

Não se preocupe quando de uma consulta aparecer uma solicitação de biópsia, pois esse exame é muito mais rotineiro do que se imagina, porém temos um certo receio quando escutamos a palavra, achando que sempre será algo grave.

É super importante optar por clínicas de confiança para a realização da coleta, visto que os resultados são fundamentais para o início de um tratamento, caso ele seja necessário.

Mas o que é uma biópsia?

Nada mais do que um exame indicado para doenças simples e até mesmo graves, abrangendo desde verrugas até diferentes tipos de câncer. Além disso, pode auxiliar a:

  • Diagnosticar doenças infecciosas, determinando qual o agente causador.
  • Reconhecer doenças autoimunes, com a confirmação de alterações nos tecidos e órgãos.
  • Avaliar a gravidade de uma lesão e a evolução do tratamento.
  • Verificar a malignidade suspeita ou confirmada de neoplasias, auxiliando na verificação da agressividade do câncer e fornecendo um prognóstico.

Diferentes tipos de tecido podem ser analisados através de uma biópsia, tais como: músculo, pulmão, pele, osso, rins, dentre outros. 

Geralmente, é solicitada pelo médico depois de exames de sangue e/ou de imagem, caso ele tenha suspeitado de algum tipo de alteração, que não pôde ser detectada em outros tipos de exame.

Ela tende a observar mudanças que podem até mesmo englobar forma e tamanho das células, sendo que a presença de células cancerígenas também podem ser notadas.

Quais são os tipos de biópsia?

Muito se engana que a biópsia é uma só, aquela feita com bisturi para tirar uma pinta ou uma verruga, o que é bastante comum, porém existem diferentes tipos do exame.

Abaixo separamos as mais comuns para a detecção de algum tipo de câncer:

Punção aspirativa por agulha fina

A PAAF, também considerada como um exame citológico, utiliza uma agulha muito fina e uma seringa para retirar uma pequena quantidade de material do tumor, podendo haver a necessidade de ser guiada por exames de imagem.

Core biopsy

Realizada com a utilização de uma agulha grossa, sendo do tamanho e calibre um pouco maiores do que as utilizadas na punção acima. 

Elas oferecem a possibilidade de retirada de amostras cilíndricas de tecido de 0,6 cm de diâmetro por 1,2 cm de comprimento. 

Biópsia excisional ou incisional

Feita através de um corte na pele para remover um fragmento ou todo o tumor. Para essa biópsia há a necessidade de anestesia local. Caso o tumor esteja localizado no interior do tórax ou do abdome, a anestesia geral deverá ser aplicada.

Biópsia endoscópica

O endoscópio não serve apenas para captar imagens do interior do corpo, ele também pode retirar amostras de tecidos para o diagnóstico de câncer

Laparoscopia, toracoscopia e mediastinoscopia

A laparoscopia pode retirar amostras de tecido de dentro do abdome. Já os procedimentos para coletas realizadas dentro do tórax são chamados de mediastinoscopia e toracoscopia.

Laparotomia e toracotomia

Laparotomia nada mais é do que um tipo de cirurgia que realiza uma incisão no abdome, geralmente sendo indicada quando uma área suspeita não pode ser diagnosticada por meio de exames menos invasivos (como uma biópsia por agulha ou laparoscopia). Já o procedimento realizado no tórax é denominado toracotomia.

Biópsias de pele

Há muitas maneiras de fazer uma biópsia da pele, sendo uma escolha exclusiva do médico responsável de acordo com as necessidades de cada paciente.

Biópsia do linfonodo sentinela. 

Esse tipo de mapeamento é um dos mais comuns para estadiar o câncer (especialmente o melanoma ou o câncer de mama), inclusive,  ajuda o cirurgião a saber quais gânglios linfáticos devem ser removidos na biópsia

Apenas o médico responsável pelo seu caso poderá dizer qual é a biópsia indicada, fazendo a solicitação para que o procedimento seja realizado.

No caso de incerteza de um nódulo ser neoplásico ou não, os médicos podem solicitar amostras para verificar se é apenas um cisto, uma infecção ou outro tipo de alteração que, inclusive, podem provocar o aparecimento de lesões bem parecidas com um tumor cancerígeno.

Como a biópsia é feita?

Como falamos anteriormente, quase sempre, o exame é feito com a utilização de anestesia local ou, dependendo do caso, com uma leve sedação (raramente é necessária anestesia geral). 

Sendo assim, o procedimento tende a não ocasionar dor, bem como é algo bem rápido, não exigindo que o paciente fique internado ou passe muito tempo no hospital e/ou consultório. 

Porém, também temos os casos das biópsias internas, onde o médico se orienta através da análise de imagens através do uso de tomografia computadorizada, ecografia, ressonância magnética, dentre outros.

Pode ser que para esse tipo de exame seja necessário uma preparação, com a necessidade de limpeza e desinfecção, além do uso de antibióticos para facilitar a cicatrização, visto que o local será perfurado para a retirada do material. 

O material é coletado de acordo com a área e a extensão selecionada pelo médico, sendo que ele precisa ser conservado de maneira eficiente para que, posteriormente, seja encaminhado ao laboratório de patologia, onde será avaliado e feito um laudo com o resultado. 

Não deixe os seus exames para depois, pois eles são cruciais para que o tratamento adequado comece o quanto antes, isso pode salvar vidas, pois as chances de sucesso tendem a ser bem maiores!

O CON oferece em suas unidades a biópsia de medula óssea, que é um procedimento utilizado principalmente para o diagnóstico dos cânceres que atacam as células sanguíneas. 

Por meio de uma agulha, é retirado um pequeno fragmento de tecido mole encontrado no interior do osso. Para amenizar o desconforto, esse procedimento é feito com anestesia local, como falamos ao longo deste texto.

Após a coleta, o material é enviado para análise em laboratório de anatomia patológica onde são identificados detalhes do câncer, como por exemplo o estágio da doença.

Essas informações irão auxiliar na decisão do tratamento mais adequado, como buscamos alertar sempre que temos a oportunidade.

 


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25 de março de 2021 CON

Coincidência (ou não), no mês de março temos o Dia da Mulher e a Campanha de Prevenção Contra o Câncer de Colo de Útero.

Por ser uma data super importante, o CON não poderia deixar de compartilhar um post sobre essa neoplasia, alertando para as causas, sintomas e a importância de manter em dia as visitas periódicas ao ginecologista.

Além disso, também precisamos criar um diálogo aberto sobre o Papanicolau e sobre a vacina contra HPV, que ainda é rodeada de tabus na sociedade.

Então, continue a leitura para obter mais informações!

Câncer de Colo de Útero: motivo suficiente para cuidar do sistema reprodutor feminino

Mesmo que a mulher não tenha vontade de ser mãe, o sistema reprodutor feminino possui grande importância para o organismo, visto que produz hormônios como a progesterona e o estrógeno.

A progesterona não causa impactos tão fortes quanto a baixa produção de estrogênio, pois trabalha com a preparação do corpo para uma possível gravidez.

Enquanto o estrogênio pode afetar o humor, pois interage com substâncias químicas em receptores cerebrais, podendo causar até mesmo ansiedade.

Além disso, com a queda da produção ou inexistência desse hormônio, podem ocorrer ondas de calor, suores noturnos, problemas no sono e perda de libido. Os músculos e a pele também podem ser afetados.

Todos esses sintomas estão relacionados à menopausa e podem ser percebidos caso a mulher precise passar por algum tipo de intervenção em seu sistema reprodutor.

Quais são as causas do Câncer de Colo de Útero?

Também conhecido como câncer cervical, é o terceiro tumor maligno mais presente nas mulheres, sendo causado pela infecção persistente do Papilomavírus Humano, o famoso HPV

Essa é uma infecção bastante frequente, porém, muitas vezes, não tende a evoluir para um quadro de câncer, pois o sistema imunológico consegue combater o vírus. 

Mas vale atenção redobrada, visto que através de alterações celulares, os casos podem sim se tornar Câncer de Colo de Útero

Também existem alguns fatores de risco, tais como:

  • Atividade sexual iniciada de forma precoce;
  • Múltiplos parceiros sexuais;
  • Histórico de verrugas genitais;
  • Tabagismo;
  • Doenças imunossupressoras.

Quando detectado precocemente, há chances de cura na maioria dos casos, por isso a visita periódica ao ginecologista se faz tão necessária. 

Conforme as diretrizes do Ministério da Saúde, o exame de Papanicolau deve ser feito em mulheres de 25 a 64 anos, que já tiveram relação sexual. 

Como se dá a transmissão do vírus HPV?

A resposta para essa pergunta é: através de contato direto com a pele ou mucosa que esteja infectada.

Sendo assim, o principal meio para uma possível contaminação é através de relações sexuais, que incluem:

  • Contato oral-genital;
  • Genital-genital;
  • Manual-genital;
  • E, fora desse circuito,  também pode ocorrer a transmissão através do parto.
  • O contágio pode acontecer mesmo que não exista penetração vaginal ou anal! 

Não existem comprovações de que a contaminação possa acontecer através do compartilhamento de objetos, uso de vaso sanitário, piscina, toalhas e roupas íntimas.

Mas, mesmo sem esses estudos, vale alertar para que itens individuais não sejam divididos com outras pessoas, como nos casos citados de roupas íntimas, toalhas e até mesmo sabonetes. 

Como se prevenir?

Além das visitas periódicas ao ginecologista, uma das formas mais eficientes para que uma mulher se previna contra o Câncer de Colo de Útero é através da utilização de preservativos durante as relações sexuais. 

Essa atitude diminui consideravelmente os riscos de transmissão e infecção pelo Papilomavírus Humano

Além disso, é preciso acompanhamento médico constante, principalmente em casos de gravidez, pois como falamos anteriormente, o vírus pode ser transmitido durante o parto. 

Também podemos (e devemos) falar sobre a vacinação contra o HPV, que é gratuita através do Sistema Único de Saúde, o SUS. 

Dessa forma, segundo o INCA, meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos podem tomar a vacina. Para os que vivem com HIV ou transplantados, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses).

Sinais e sintomas da neoplasia

Como algumas outras neoplasias, esse tipo de câncer pode ser assintomático quando no início, dificultando um possível diagnóstico precoce.

Geralmente, ele é encontrado quando a paciente realiza seus exames periódicos, onde o Papanicolau será responsável por mostrar as alterações provenientes do câncer

Porém, conforme existe um avanço da doença, alguns sinais e sintomas tendem a aparecer. Confira alguns deles:

  • Sangramento vaginal entre as menstruações e após as relações sexuais;
  • Menstruação mais prolongada que o normal;
  • Urgência e dor para urinar (muito comum também em casos de infecção urinária);
  • Corrimento;
  • Dor durante a relação sexual e/ou na região pélvica;
  • Perda de apetite e peso;
  • Obstrução das vias urinárias e intestinos (em casos mais graves).

Como falamos, grande parte das mulheres consegue combater a infecção de forma espontânea, mas sempre com o acompanhamento de um médico, para que ele possa sugerir algum tipo de tratamento caso seja necessário.

É fundamental uma análise individualizada, principalmente para aquelas que precisarão da retirada ou destruição das lesões precursoras pré-malignas. 

E, caso exista um tumor maligno, os procedimentos levarão em conta o estágio da neoplasia, condições físicas da paciente, idade e, até mesmo, a vontade de ter filhos ou não no futuro.

Conte sempre com um profissional de confiança e com a qualificação necessária para o diagnóstico precoce

 

Repassando o que vimos neste post

  • Hormônios do sistema reprodutor feminino;
  • Causas do Câncer de Colo de Útero;
  • Como se dá a transmissão pelo vírus HPV;
  • Como se prevenir desse tipo de câncer;

Sinais e sintomas do Câncer de Colo de Útero.


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23 de março de 2021 CON

Mesmo não estando dentre os tumores malignos mais recorrentes, o câncer no rim acomete milhares de pessoas e precisa ser levantado como pauta com o objetivo de mostrar quais são seus possíveis sintomas, tratamentos e informações que possam auxiliar na investigação dessa neoplasia.

Diariamente, os rins costumam filtrar entre 120 e 150 litros de sangue, ⅕ do sangue a cada minuto, tudo isso para produzir cerca de 1 a 2 litros de urina, “apenas”.

Mas essa não é a única função desse órgão, que trabalha em dupla, eles também são essenciais para equilibrar os sais e a água do corpo, sendo de extrema importância para a eliminação de substâncias que foram metabolizadas pelo organismo.

O equilíbrio fisiológico também se dá através do controle da composição do sangue, que possui diferentes sais orgânicos que desempenham a função osmótica. Isso só acontece porque existe a eliminação, através da urina, dos excessos e de substâncias nocivas, tais como: amônia, uréia e ácido úrico.

Dentre as funções que os rins desempenham no corpo humano, podemos destacar:

  • Manutenção do equilíbrio de eletrólitos no corpo (sódio, potássio, cálcio, magnésio, fósforo, bicarbonato etc);
  • Regulação do equilíbrio ácido-básico, mantendo o pH sanguíneo constante;
  • Excreção de substâncias exógenas, como medicamentos;
  • Produção de hormônios, como aldosterona e prostaglandinas.

Causas, sinais e sintomas do câncer no rim

Mesmo que as causas dessa neoplasia ainda sejam um tanto quanto desconhecidas, existem alguns fatores que podem contribuir para que o câncer surja no organismo.

Muitos deles você já deve ter ouvido falar, mas vale a pena relembrar para que fique cada vez mais claro o valor da prevenção.

Além disso, é preciso ter atenção redobrada quando sinais e sintomas começarem a aparecer, visto que esse tipo de neoplasia tende a ser mais silenciosa que algumas outras, por se tratar de um órgão mais profundo.

Possíveis causas do câncer no rim

O tabagismo está entre os fatores de risco mais fortes não só para esse tipo de câncer, ou seja, chegou o momento de olhar para esse vício com mais atenção e colocar um prazo para que chegue ao fim.

O contato com alguns materiais de indústrias também merece destaque, mesmo que eles sejam bastante específicos. São eles: cádmio, asbestos, chumbo e hidrocarbonetos aromáticos.

Também é necessário falar sobre a Doença de Von Hippel-Lindau, mesmo que ela seja uma condição genética rara, que se caracteriza pela formação de tumores com muita vascularização em várias partes diferentes do corpo.

E, além desses, também temos: pacientes que precisam de hemodiálise, pessoas com obesidade, hipertensão, histórico familiar e gênero, pois o câncer no rim costuma acometer mais homens do que mulheres. 

Sinais e sintomas do câncer no rim

Abaixo, separamos alguns detalhes que podem (e devem) ser observados para que um médico seja procurado o quanto antes, a fim de realizar um diagnóstico preciso. 

  • Dores na região lombar

Por ser um órgão situado próximo à coluna e na parte mais profunda do abdômen, com o crescimento de um tumor pode existir uma pressão contra as raízes nervosas da região lombar, tornando-se uma queixa de cerca de 40% dos casos. 

  • Aumento do volume abdominal

Pois grandes massas tumorais podem estar presente nos órgãos do abdômen.

  • Presença de sangue na urina

Que acontece como resultado do rompimento de vasos sanguíneos no interior da massa tumoral. Chega a acontecer entre 40 a 50% dos pacientes.

  • Diminuição do apetite e perda de peso

Ocorre, geralmente, em pessoas que possuem tumores mais avançados, cerca de 30% dos pacientes.

Além desses, também podemos citar:

  • Cansaço;
  • Anemia;
  • Palidez;
  • Febre;
  • Inchaço das pernas, quando ocorre invasão dos linfonodos;
  • Falta de ar e tosse, sintomas frequentes nos casos de disseminação para os pulmões;
  • Dores ósseas ou fraturas, associadas a metástases ósseas;
  • Dor de cabeça, tontura, visão dupla e perda da força muscular de um dos lados do corpo, sintomas que sugerem comprometimento cerebral;
  • Caroço na lateral ou na parte inferior das costas.

Lembrando que esses são alguns dos sinais e sintomas que também podem estar presentes em outras doenças. Ou seja, é necessário um aprofundamento para que os exames necessários sejam solicitados. 

Diagnóstico e exames para detecção do câncer no rim

Inicialmente, é preciso esclarecer que apenas um médico especialista poderá indicar os exames necessários para o diagnóstico da neoplasia

Cada paciente precisa ser analisado de maneira individualizada, de acordo com o seu estado de saúde, histórico familiar e demais comorbidades. 

Geralmente, os diagnósticos acontecem com a realização de algum tipo de exame por imagem, onde, muitas vezes, o paciente é pego de “surpresa” com algum nódulo no rim.

Não deixe que isso aconteça! Mantenha suas consultas de rotina e os exames solicitados sempre em dia, afinal, descobrindo o quanto antes, as chances de sucesso no tratamento se tornam ainda maiores. 

Dentre os exames em caso de suspeita podemos destacar para os casos que possuem menos risco (de acordo com os fatores descritos acima no texto):

  • Exame de urina, que pode detectar a presença de sangue.
  • Exames laboratoriais, não muito específicos, mas podem dar sinais de possíveis problemas renais.
  • Hemograma completo, que mostra resultados frequentemente alterados em casos de câncer no rim. Isso porque ele produz um hormônio (eritropoietina) que faz com que a medula óssea fabrique mais glóbulos vermelhos.
  • Bioquímica sanguínea (geralmente, realizado em pacientes já diagnosticados), que pode encontrar elevados níveis de enzimas do fígado (razões ainda desconhecidas para tal), além de aumento do nível de cálcio no sangue, o que pode indicar que o câncer se disseminou para os ossos.

E, para casos em que a pessoa tem altas chances de um diagnóstico positivo, indica-se:

  • Ultrassom.
  • Tomografia computadorizada, em caso de presença de nódulo ou massa renal.
  • Ressonância magnética, capaz de analisar alterações vasculares e até mesmo cistos renais mais complexos.

Caso algum membro da família já tenha sido acometido por esse tipo de câncer, principalmente quando jovem, é necessário avisar ao médico. Bem como nos casos da Doença de Von Hippel-Lindau, pois pode ser considerada uma análise das condições genéticas.

Quer agendar uma consulta? Clique no banner abaixo e você será direcionado para um pequeno formulário:

Repassando o que vimos neste post

  • Funções que os rins desempenham no corpo humano;
  • Possíveis causas do câncer no rim;
  • Sinais e sintomas da neoplasia;
  • Exames que podem ser solicitados pelo médico a fim de diagnosticar o câncer no rim.Quais são os sinais e sintomas do câncer no rim? 

Fontes: 

https://hubrasilia.com.br/index.php/noticias/264-rins/

https://drauziovarella.uol.com.br/corpo-humano/rim/

https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/hospital/especialidades/nucleo-avancado-urologia/Paginas/cancer-rim.aspx

http://www.oncoguia.org.br/conteudo/sinais-e-sintomas-do-cancer-de-rim/1805/240/


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11 de março de 2021 CON

A conscientização sobre a prevenção do câncer de colo do útero é lembrada no dia 26 de março.

O câncer de colo uterino geralmente é assintomático em sua fase inicial. Nesta fase, o exame citopatológico pode detectar o desenvolvimento de alterações celulares atípicas ou lesões pré-malignas.

De acordo com as diretrizes brasileiras de rastreamento do câncer de colo do útero, a periodicidade do rastreamento é um exame papanicolau a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos normais. Por isso, é extremamente importante que o exame de Papanicolau seja realizado de acordo com a indicação do seu médico ginecologista.

A prevenção primária do câncer do colo do útero está relacionada também à diminuição do risco de contágio pelo papilomavírus humano (HPV). O Ministério da Saúde implementou no calendário vacinal, em 2014, a vacina tetravalente contra o HPV para meninas e em 2017, para meninos. A boa notícia é que a vacinação contra o HPV está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

*Fonte: INCA

São considerados fatores de risco para o desenvolvimento de câncer do colo do útero:o tabagismo,

  • a iniciação sexual precoce
  • a multiplicidade de parceiros sexuais
  • a multiparidade e o uso de contraceptivos orais

Previna-se sempre! Saiba mais em: con.com.br/tipos-de-cancer/colo-do-utero/


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