fbpx
agosto-branco-mes-de-conscientizacao-e-prevencao-contra-o-cancer-de-pulmao.jpg

17 de agosto de 2021 CONDicas e Orientações0

Sendo um dos tumores malignos mais comuns, o câncer de pulmão é um problema de saúde pública que ganha destaque por meio da campanha de conscientização e prevenção do “Agosto Branco”. 

Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), no mundo, o câncer de pulmão ocupa a primeira posição de incidência entre os homens e a terceira entre as mulheres, por isso a importância de dar visibilidade ao tema. 

No Brasil, para cada ano do triênio 2020-2022, estimam-se 17.760 novos casos de câncer de pulmão em homens e 12.440 em mulheres.

Portanto, considerando as estimativas, é de extrema importância a disseminação de informações a respeito desse tipo de câncer, uma vez que a detecção precoce é primordial para garantir chances efetivas de tratamento.

Dentre os tipos histológicos mais comuns temos: os carcinomas de células não pequenas, que é dividido em três subtipos: adenocarcinoma, carcinoma de células escamosas (epidermoide) e carcinoma de grandes células.

Os principais fatores de risco para desenvolvimento do câncer de pulmão são o tabagismo e a exposição passiva ao tabaco e à poluição do ar, bem como infecções pulmonares de repetição, doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema pulmonar e bronquite), além dos fatores genéticos e histórico familiar..

Também pode-se destacar a possibilidade de mutação das células para desenvolvimento dessa doença.

Como conscientização de uma das doenças mais presentes no Brasil e no mundo, a campanha do “Agosto Branco” tem por finalidade promover a informação  e a prevenção em relação aos cuidados com a saúde dos pulmões, reforçando a importância de um diagnóstico precoce, uma vez que esse tipo de câncer manifesta-se de forma silenciosa e, por muitas , acaba sendo detectado em estágios mais avançados.

Agosto Branco: quais são os principais sintomas do câncer de pulmão

Como sintomas, podem-se apresentar: 

  • Tosse e rouquidão persistentes;
  • Dor no peito;
  • Sangramento pelas vias respiratórias;
  • Dificuldade de respirar;
  • Pneumonia ou bronquite recorrentes;
  • Cansaço e fraqueza.

Portanto, os exames preventivos regulares,  para a investigação de possíveis sintomas associados à doença, são de extrema importância, lembrando que fumantes passivos também são grupo de risco e podem ser diagnosticados com a presença do tumor.

Como o tratamento pode ser realizado

Levando sempre em consideração o tipo histológico e o estágio da doença, o tratamento do câncer de pulmão pode ser feito por meio de cirurgia, radioterapia e quimioterapia, podendo ser associados. 

Em casos selecionados, o paciente pode ser tratado com medicação baseada em terapia-alvo.

A quimioterapia pré-operatória (neo-adjuvante ou de indução), pode ser empregada no estágio III da doença. 

Além disso, a quimioterapia utilizada no pós-operatório (adjuvante), tem sido eficiente para garantir a melhora do paciente.

Sendo assim, é importante que o paciente seja atendido por uma equipe multidisciplinar integrada e de excelência, para garantir segurança, acompanhamento constante e o cuidado necessário na realização do seu tratamento.

Não deixe de visitar os seus médicos de forma regular e de realizar todos os exames solicitados, assim um possível diagnóstico pode ser detectado com a antecedência necessária, aumentando as chances de tratamento.

Conte com o CON para restabelecer a sua saúde da melhor forma possível! Clique no banner a seguir e agende a sua consulta hoje mesmo.

Se você é médico, encaminhe seu paciente!

 


conheca-os-tipos-mais-comuns-de-cancer-de-cabeca-e-pescoco.jpg

28 de julho de 2021 Dicas e Orientações0

O câncer de cabeça e pescoço pode originar-se na cavidade oral, nasal, faringe, laringe glândulas salivares, sendo o principal tipo histológico desses cânceres, o carcinoma escamoso, representando 90% dos casos.

O seu desenvolvimento apresenta como principal fator etiológico a combinação do consumo de álcool e tabaco, mencionados conjuntamente porque os fumantes tendem a ser etilistas.

Além disso, a carcinogênese (processo de formação do câncer) de cabeça e pescoço pode ser desenvolvida por cofatores como a poluição ambiental, higiene oral e a predisposição e genética.

Outro fator importante para o surgimento do câncer de cabeça e pescoço, principalmente os originados na orofaringe, é a infecção pelo HPV (papilomavírus humano).

(Para saber sobre os tipos mais comuns de câncer de cabeça e pescoço, bem como suas causas e prevenção, continue a leitura.)

Causas do câncer de cabeça e pescoço

Um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de cabeça e pescoço é o tabagismo.

A exposição a agentes carcinogênicos do tabaco representa um alto risco, devido à capacidade de alguns agentes químicos danificarem informações genéticas no interior da célula saudável..

Isso porque o cigarro contém nitrosaminas e hidrocarbonetos policíclicos que provocam uma alteração no perfil molecular dos indivíduos, gerando mutações.

O consumo de álcool também pode aumentar o risco desse tipo de câncer, uma vez que encontramos a presença do acetaldeído, um metabólito do álcool, que é responsável pela formação de adutos de DNA, interferindo na sua síntese e reparo.

Por outro lado, o consumo de álcool também age como solvente, provocando o aumento da exposição da mucosa a agentes carcinogênicos.

Seu uso combinado com tabaco pode elevar em até 40 vezes o risco de evolução desse tipo de câncer, considerando que muitos fumantes tendem a ser etilistas.

Contudo, um risco independente para câncer de cabeça e pescoço é a infecção por HPV (papilomavírus humano).

A infecção por HPV pode levar ao desenvolvimento do câncer de cabeça e pescoço principalmente na orofaringe (que inclui a garganta, base de língua, tonsilas); surge em indivíduos mais jovens, mesmo naqueles sem fatores de risco como o tabagismo e etilismo.

O sexo oral não protegido é considerado a principal causa para a infecção por HPV.

Outros fatores independentes estão associados à higiene oral inadequada e ao uso de próteses dentárias mal adaptadas, que podem causar traumas crônicos, gerando uma cicatrização viciosa,

A alteração da flora oral também contribui para o desenvolvimento de câncer oral, geralmente observado naqueles que sofrem de perda de dentes.

Por fim,  a ocorrência deste câncer pode ser também hereditária, devido a fatores genéticos herdados, assim como também há casos relacionados a risco ocupacional.

Tipos de câncer de cabeça e pescoço

De acordo com o que vimos sobre suas causas, é de extrema importância conhecer a epidemiologia e não negligenciar os exames de rotina para que ocorra um diagnóstico mais precoce possível, bem como a instituição do tratamento adequado.

Cabe ressaltar, ainda, que essa doença pode deixar seqüelas importantes, seja pela própria doença ou pelo tratamento, com prejuízo na qualidade de vida.

Por isso, evitar fatores de risco possíveis e diagnosticar precocemente os casos são metas importantes no combate a esse câncer.

Abaixo, destacamos alguns aspectos mais comuns dos tumores de cabeça e pescoço, de acordo com a topografia de acometimento.

Cavidade oral

Para começarmos a falar sobre o assunto, é importante destacar que a cavidade oral inclui:

  • Lábios;
  • Revestimento interior dos lábios;
  • Bochechas (mucosa oral);
  • Dentes;
  • Gengivas;
  • Dois terços anteriores da língua;
  • Assoalho da boca;
  • Céu da boca (palato duro).

O câncer da cavidade oral, que também é conhecido como câncer de boca, é duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres, a partir dos 40 anos.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), existe uma estimativa de que para cada ano do triênio 2020/2022 sejam diagnosticados no Brasil 15.190 novos casos de câncer de boca e orofaringe (aproximadamente 11.180 em homens e 4.010 em mulheres).

Manchas na gengiva, língua ou na mucosa oral, úlceras que não cicatrizam, áreas de inchaço na região da mandíbula, sangramento e dor podem ser sinais de acometimento dessa região.

Faringe

A faringe pode ser dividida em três partes, sendo elas a nasofaringe, orofaringe e hipofaringe.

A doença nessa região pode se manifestar com sintomas de dor ao engolir, dor na garganta ou no pescoço persistentes, dor de ouvido ou zumbido ou dificuldade para ouvir.

A seguir, desenvolvemos cada uma dessas regiões.

Nasofaringe

A nasofaringe é a parte mais alta das vias aéreas, localizada atrás do nariz e acima do palato mole, região onde alguns tipos de neoplasias podem ser desenvolvidas.

Entre os fatores de risco mais comuns para o desenvolvimento de câncer de nasofaringe, estão o tabagismo, o alcoolismo e o histórico familiar.

Segundo a American Cancer Society, estudos indicam que a exposição ocupacional ao formaldeído também pode ser um o risco ao carcinoma de nasofaringe.

Orofaringe

O câncer orofaríngeo se desenvolve na parte da garganta logo atrás da boca, incluindo a base da língua, o palato mole, as amígdalas, e a parte lateral e posterior da garganta.

Esse sítio é preferencial para surgimento de lesões relacionadas ao HPV.

Hipofaringe

A hipofaringe é a parte da faringe que se localiza atrás da laringe e se comunica com o esôfago. Geralmente os tumores localizados nessa área costumam manifestar sintomas quando já estão maiores, o que torna difícil o diagnóstico precoce.

Laringe

Localizada no pescoço, acima da abertura da traqueia, a laringe contém as cordas vocais e está subdividida em supraglote (área acima das cordas vocais), glote (área que contém as cordas vocais) e subglote (área abaixo das cordas vocais).

Sua principal função é a proteção da traqueia e a via aérea no momento de engolir alimentos e líquidos.

De acordo com dados do INCA, o câncer de laringe, mais comum em homens acima de 40 anos, é uma das neoplasias mais comuns entre as que atingem a região da cabeça e pescoço, representando cerca de 25% dos tumores malignos que acometem essa área.

Entre os sintomas mais comuns relacionados ao câncer de laringe, que chamam a atenção, são as alterações na voz como rouquidão persistente, dificuldade para falar ou respirar, dor ao engolir e dor nos ouvidos.

Glândulas salivares

As glândulas salivares são divididas em dois principais tipos: glândulas salivares maiores (parótidas, submandibulares e sublinguais) e glândulas salivares menores.

São tecidos responsáveis pela fabricação e secreção do fluido lubrificante encontrado na boca e na garganta, a saliva.

Os cânceres de glândulas salivares são considerados raros, apresentando maior frequência na parótida e, em seguida nas submandibulares, com menor incidência em locais como glândula sublingual e salivares menores.

Como tumores malignos mais comuns encontrados nesses tecidos, estão o carcinoma mucoepidermoide e o carcinoma adenoide cístico.

Mais recorrente em homens do que em mulheres, a idade avançada é considerada um dos fatores de risco para o surgimento do câncer de glândulas salivares.

A implicação de radiação, dieta e infecção também podem aumentar as probabilidades de desenvolvimento desta neoplasia.

Inchaço sob o queixo ou ao redor da mandíbula, dormência ou paralisia dos músculos da face, ou dor na face, no queixo ou no pescoço que não desaparece são sintomas comuns do acometimento dessa região.

Seios nasais e paranasais

Representando 3 a 5% dos cânceres de cabeça e pescoço, os tumores localizados nessa região incidem mais em homens do que em mulheres.

O carcinoma escamoso é ainda o tipo histológico mais freqüente nos tumores malignos dessa região, mas é possível observar adenocarcinomas, tumores mucoepidermóides, melanomas, linfomas, estesioneuroblastoma, sarcomas entre outros.

Alguns sintomas comuns são: obstrução em seios nasais, infecções crônicas dos seios da face que não respondem ao tratamento com antibióticos; sangramento pelo nariz; dores de cabeça freqüentes; inchaço ou outros problemas com os olhos, como lacrimejamento frequente; dor na arcada dentária superior; ou problemas com dentaduras.

Prevenção do câncer

Para que os tipos de câncer de cabeça e pescoço possam ser prevenidos, é necessário limitar o consumo de álcool, cessar o tabagismo, evitar a exposição a agentes carcinogênicos ambientais, manter tanto uma boa saúde oral como bons hábitos alimentares, além de realizar exames de rotina para detecção precoce do HPV.

A vacinação contra HPV é importante também não só na prevenção do câncer de colo uterino mas também na prevenção do câncer de cabeça e pescoço relacionado ao HPV.

Por fim, manter uma dieta equilibrada é um dos meios de prevenção ao desenvolvimento do câncer de cabeça e pescoço, uma vez que frutas e vegetais possuem propriedades antitumorais.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico do câncer de cabeça é pescoço é realizado através de biopsia, indicado por médico ou dentista após identificação de lesão suspeita.

Após detecção da doença, o câncer de cabeça e pescoço, a opção de tratamento principal para as fases iniciais é a cirurgia.

O tratamento da doença localizada pode envolver também o uso de radioterapia combinado ou não a quimioterapia, de acordo com o estágio da doença.

Conte com o CON para restabelecer a sua saúde da melhor forma possível! Clique no banner a seguir e agende a sua consulta hoje mesmo.

Se você é médico, encaminhe seu paciente!


destaque-blog-covid-freecopy.jpg

21 de outubro de 2020 CONDicas e Orientações0

Sabemos que a pandemia é uma situação totalmente nova para a sociedade, o que implicou em muitas adaptações que aconteceram de forma brusca e que agora ganham um ar mais preparado, como é o caso da certificação com o selo Covid Free.

Tal certificação se dá através da análise dos estabelecimentos em Boas Práticas Preventivas para o Enfrentamento do Coronavírus.

Sua função é garantir e mostrar que determinados ambientes estão seguros para produção, operação e/ou atendimento ao público, como é a situação do CON, que recebe diariamente pacientes para consultas, exames e tratamentos.

Essa segurança preza não só pelo ambiente seguro, mas pela saúde de pacientes e funcionários, que precisam estar no dia a dia de forma presencial.

O selo de certificação Covid Free é uma forma de tranquilizar todos aqueles que terão contato com a nossa prestação de serviços, fazendo com que sintam-se acolhidos como sempre foram no CON.

O certificado tem validade de um ano e deve seguir rigorosamente o Manual de Boas Práticas Preventivas para o Enfrentamento do Coronavírus, desenvolvido pelo Comitê Científico do IBES, composto por profissionais especializados no sistema de saúde, baseado em referências científicas mundiais adaptadas à realidade brasileira.

Selo Covid Free: o que é analisado?

De acordo com o Manual de Boas Práticas Preventivas para o Enfrentamento do Coronavírus, alguns detalhes de praxe foram verificados no CON, dentre eles:

  • Distanciamento físico;
  • Higiene e limpeza;
  • Equipamentos de proteção;
  • Monitoramento de saúde;
  • Deveres e direitos dos trabalhadores;
  • Treinamento;
  • Comunicação;
  • Planos de emergência.

Além disso, também foram verificados requisitos específicos de avaliação que englobam o setor de saúde, garantindo assim a qualidade e a segurança das avaliações referentes ao segmento. 

Mesmo que você já tenha tido acesso à maioria das informações sobre o coronavírus, vale ressaltar que o CON possui materiais de apoio para pesquisa, garantindo uma fonte confiável quando o assunto é informação. 

Nosso médico oncologista, Dr. Bruno França também desenvolveu um conteúdo que fala sobre recomendações para pacientes com câncer durante a pandemia. Vale a pena conferir e compartilhar!

CON atendimento humanizado e equipe multidisciplinar  

Todos os pacientes diagnosticados com algum tipo de neoplasia precisam de total segurança para dar andamento aos exames e tratamentos.

Por isso, o CON trabalha em prol de um atendimento humanizado em todas as etapas, fazendo com que exista um acolhimento ainda maior.

Também contamos com uma equipe especializada em oncologia e hematologia, que desempenha suas funções de forma integrada, garantindo todo o suporte necessário para cada uma das fases do tratamento. 

Compondo a equipe multidisciplinar, contamos com enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, farmacêuticos e fisioterapeutas, profissionais dedicados e altamente capacitados para o restabelecimento da saúde de uma maneira leve e acolhedora.

Conte com o CON para encaminhar um paciente ou para realizar tratamentos oncológicos e/ou hematológicos, estamos de portas abertas, de maneira extremamente segura, para receber nossos pacientes, familiares e colaboradores.


os-pacientes-com-cancer-estao-sob-maior-risco-diante-da-pandemia-pelo-novo-coronavirus-covid-19-1200x675.jpg

31 de março de 2020 CONDicas e Orientações0

Obtenha todas as informações que você precisa saber!

Inicialmente, é importante destacar que todos os indivíduos são suscetíveis e estão sob risco de contrair a Covid-19, não se sabendo previamente como cada um irá reagir e desenvolver complicações relacionadas à infecção, inclusive pacientes com câncer.

Embora uma publicação de fevereiro de 2020, de um grupo chinês na revista científica Lancet Oncology, aponte para um maior risco dos pacientes com câncer apresentarem complicações relacionadas à Covid-19, podemos dizer que tais dados não são suficientemente robustos para uma conclusão definitiva. 

O estudo recebeu críticas quanto à metodologia, pois a análise foi realizada em um grupo bastante heterogêneo de pacientes e com baixa casuística. 

Portanto, não está realmente claro se os pacientes com câncer constituem de fato um grupo de maior risco às complicações pela Covid-19, sendo precipitada qualquer conclusão.

Por outro lado, de acordo com os dados publicados por pesquisadores chineses, coreanos e italianos sabemos que os indivíduos mais suscetíveis a complicações são os idosos com doenças cardíacas, doenças pulmonares e/ou diabetes. 

Portanto, é importante destacar que essas comorbidades podem estar presentes nos pacientes com diagnóstico de câncer.

Pacientes com câncer e seus tratamentos, o que fazer?

Em relação aos pacientes com diagnóstico de câncer e que fazem acompanhamento e tratamento em regime ambulatorial (day clinic) as recomendações são bem específicas, devem ser analisados caso a caso e também levar em consideração a relação risco-benefício para ocorrer o deslocamento do paciente ao seu local de tratamento

Os pacientes que já concluíram os seus respectivos tratamentos oncológicos e se encontram em acompanhamento clínico ou realizando exames de imagem e/ou laboratoriais para vigilância, devem permanecer em suas residências e, portanto, manter o isolamento domiciliar e o distanciamento social orientados pelas autoridades sanitárias nacionais e internacionais. 

Preferencialmente e havendo disponibilidade, esses pacientes deverão realizar tele consultas com os seus médicos oncologistas ou hematologistas e com os demais profissionais de saúde que os assistem regularmente (nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas e farmacêuticos).

Em relação aos pacientes que se encontram em tratamento (quimioterapia, terapia alvo e imunoterapia), geralmente, a tendência é seguir com a programação já estabelecida pelo médico assistente responsável. 

Entretanto, algumas modificações podem ocorrer diante do caráter excepcional do momento pelo qual passamos, como prolongamento de intervalos dos ciclos de tratamento subsequentes, modificação para esquemas terapêuticos, onde o paciente tenha menos idas ao local de tratamento, adiamento do início de alguns tratamentos respeitando-se o diagnóstico e as comorbidades associadas de cada paciente e a realização de triagem via telefone e no dia anterior ao tratamento, relacionada a sinais e sintomas gripais.

Em resumo:

  • Compareça às consultas com somente 1 (um) acompanhante, que esteja sem sinais/sintomas gripais;
  • Lave as mãos regularmente com água e sabão;
  • Não leve as mãos ao rosto;
  • Mantenha o distanciamento social e o isolamento domiciliar, tentando se deslocar apenas para o essencial;
  • Somente procure o hospital em caso de febre que não cessa, tosse persistente e falta de ar;
  • A princípio, mantenha o seu tratamento oncológico, mas discuta com o seu médico a melhor conduta para o seu caso. 

As ações e o sacrifício são extremamente necessários para frear a disseminação do novo coronavírus e garantir a saúde e a sustentabilidade coletivas! Façamos a nossa parte!

Dr Bruno de Araújo Lima França

Diretor Médico CON

Oncologista Clínico

WEBINAR CON AO VIVO CORONA VÍRUS
WEBINAR CON AO VIVO CORONA VÍRUS

a-importancia-de-lavar-as-maos-como-manter-a-sua-imunidade-1-1200x461.jpg

26 de março de 2020 Dicas e Orientações2

Um ato simples e que é fundamental para prevenir até mesmo o coronavírus!

Você sabia que lavar as mãos pode evitar o surgimento de diversas doenças? 

Em momentos como o de prevenção ao coronavírus, é necessário redobrar a atenção e os cuidados com a higiene pessoal.

Embora seja comum associar a lavagem das mãos aos cuidados com recém-nascidos ou quando realizamos visitas em hospitais, é fundamental ter em mente que o ato precisa fazer parte da rotina de todos.

Por isso, o Blog CON traz uma reflexão sobre a importância da ação, além de dicas para que você cuide bem da sua saúde a partir das mãos.

Boa leitura!

Qual a importância em lavar as mãos corretamente?

Embora possa parecer uma ação simples, lavar as mãos é fundamental para evitar o contato com as chamadas doenças infecciosas, transmitidas por vírus ou bactérias. Alguns exemplos são:

  • Conjuntivite;
  • Hepatite A;
  • Giardíase;
  • Gripes e resfriados;
  • Coronavírus.

Você pode estar se perguntando: “por que apenas lavar as mãos pode prevenir tantos problemas de saúde? Parece tão simples para as consequências que podem surgir”. 

Vamos imaginar a seguinte situação: uma pessoa gripada espirra ou tosse nas mãos e toca uma maçaneta para abrir a porta. Alguns minutos depois, você coloca a mão na mesma maçaneta e não lava em seguida. Se você coçar seu olho ou seu nariz com a mão contaminada, a chance de acontecer a transmissão do coronavírus, por exemplo, é alta, concorda?

Podemos considerar que as mãos são fundamentais para que haja o primeiro contato com o vírus. Por uma distração, você pode utilizar seus dedos para coçar os olhos, nariz ou boca, o que aumenta o contato com o vírus.

Quando devemos lavar as mãos?

A OMS, Organização Mundial da Saúde, recomenda que a ação seja realizada de forma frequente ao longo do dia. 

Vale lembrar que existem momentos específicos em nossa rotina que já exigem a lavagem das mãos, como:

  • Após utilizar transporte público;
  • Ao tossir ou espirrar;
  • Antes de entrar em contato com pessoas que possuem imunidade baixa;
  • Antes de preparar ou consumir refeições; 
  • Após jogar o lixo fora/separar o lixo para jogar fora;
  • Após ir ao banheiro. 

Além de manter a higienização das mãos em dia, é fundamental que elas sejam lavadas da maneira correta. 

Se você ainda não sabe todos os passos para uma higienização perfeita, não se preocupe: o CON separou as melhores dicas para que você lave as suas mãos da forma mais completa possível. 

Confira a seguir:

Como lavar as mãos corretamente? 12 passos para a prevenção:

  1. Abra a torneira para molhar as mãos, sempre evitando encostar na pia;
  2. Aplique o sabonete na palma da mão;
  3. Esfregue as palmas das mãos, ensaboando-as;
  4. Esfregue bem os dedos;
  5. Entrelace os dedos para friccionar os espaços entre eles;
  6. Esfregue as pontas dos dedos na palma da outra mão;
  7. Esfregue os polegares;
  8. Em um movimento de “vai-e-vem”, esfregue os dorsos dos dedos;
  9. Esfregue, em movimento circular, os punhos;
  10. Enxágue bem as mãos, evitando, se possível, encostar as mãos limpas na torneira;
  11. Seque bem as mãos com uma toalha ou papel toalha (utilizando a quantidade suficiente de folhas);
  12. Pronto! Suas mãos já estão higienizadas!

Lavar as mãos com água e sabão: a combinação perfeita para a prevenção

Como você já pode ter ouvido falar, lavar as mãos (muito bem) auxilia no combate aos vírus e bactérias que podem entrar em contato de diversas formas. 

Além de ser muito prático, podemos fazer essa higiene sempre que possível e/ou necessário. 

Também podemos utilizar o álcool em gel para a higienização das mãos, muito eficaz quando não há a alternativa imediata de água e sabão, como quando vamos aos mercados, por exemplo. 

Mas vale lembrar que o confinamento é a melhor forma de evitar que o Coronavírus se espalhe, por isso, mantenha-se na segurança da sua casa!

Dia Mundial de Lavar as Mãos: conscientização e prevenção

O ato de lavar as mãos é tão importante quando pensamos em atitudes que geram saúde, que existe um dia específico para a conscientização do assunto: 15 de outubro.

Governos e organizações sanitárias se reúnem para realizar ações de conscientização sobre o assunto, reforçando a importância de lavar as mãos para evitar o surgimento de doenças.

O Dia Mundial de Lavar as Mãos também traz o incentivo para que a ação se torne um hábito desde a infância, com campanhas voltadas para as escolas em nosso país. 

A prevenção pode salvar vidas: previna-se! 

Quando pensamos em qualidade de vida, existem diversas ações que são eficazes quando o assunto é a prevenção de doenças.

Para manter o bem-estar e a saúde em dia, é fundamental fazer a nossa parte e adotar as medidas necessárias para combater não apenas o coronavírus, como outros problemas. 

Lembre-se: talvez você não faça parte do grupo de risco do coronavírus, mas ao adotar medidas de prevenção, você também irá contribuir para que a doença não seja transmitida a quem está mais vulnerável.

Falando nisso, você já lavou as mãos hoje?


informe-do-con-em-relacao-a-pandemia-pelo-novo-coronavirus-covid-19-14-03-2020-1200x1201.jpeg

O CON – Oncologia, Hematologia e Centro de Infusão, baseado nas informações disponibilizadas pela Organização Mundial de Saúde, pelo Ministério da Saúde, pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica e pela comunidade científica, e comprometido em promover a saúde, garantir o melhor cuidado aos nossos pacientes e a seus familiares e cuidadores e também em orientar de maneira criteriosa e responsável a população de forma geral, recomenda as seguintes medidas preventivas em relação à pandemia pelo novo coronavírus (COVID-19).

A toda a população:
– Manter a higiene frequente das mãos com água e sabão/sabonete ou preparação alcoólica (álcool em gel) diversas vezes ao dia.
– Evitar tocar olhos, nariz e boca sem higienização adequada das mãos.
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar, com cotovelo flexionado ou utilizando-se de um lenço descartável.
– Evitar ambientes fechados e principalmente aglomerações.
– Nesse momento, somente tem indicação de realizar o exame para o diagnóstico de COVID-19 quem estiver com determinados sintomas como febre, tosse, dor no corpo, falta de ar e tiver entrado em contato com caso suspeito ou confirmado de COVID-19 ou tiver histórico de viagem ao exterior nos últimos 14 dias.
– Destacamos que as pessoas com qualquer sintoma de gripe e que tiveram contato com indivíduos na mesma condição ou aquelas que tenham o diagnóstico confirmado de coronavírus (COVID-19) devem evitar se aproximar de demais pessoas. A recomendação é para que fiquem em casa.
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.
– Vacinar contra o vírus influenza (vacina da gripe), seguindo o novo cronograma do Ministério da Saúde a partir de 23 de março de 2020. Os idosos e profissionais de saúde devem se vacinar em 23 de março de 2020. Os portadores de doenças crônicas (câncer) devem se vacinar em 16 de abril de 2020.
– É importante destacar que o uso de vitaminas, produtos naturais ou métodos alternativos não são recomendados, pois não apresentam eficácia comprovada e não substituem as medidas preventivas já estabelecidas ao novo coronavírus.

Aos pacientes com diagnóstico de câncer é muito importante destacar:
– Não interromper os seus respectivos tratamentos oncológicos.
– Evitar o contato físico, como os cumprimentos com aperto de mão, beijos e abraços.
– Evitar contato com qualquer pessoa que tenha sintomas gripais ou que esteja em investigação para possível infecção pelo novo coronavírus.
– Evitar contato com pessoas que estejam chegando do exterior, com ou sem sintomas gripais.
– Caso apresente um dos seguintes sintomas, favor contatar o seu médico: Febre, coriza, tosse seca, falta de ar.

Nos hospitais, centros médicos, nas clínicas e consultórios:
– Evitar contato físico direto, com o seu médico, a equipe de saúde e com todas as pessoas que circulam pelo ambiente hospitalar.
– Permanecer somente o tempo necessário na estrutura de saúde.
– Os pacientes que são submetidos a tratamento e/ou que realizam consultas em clínica de oncologia devem comparecer somente com um acompanhante e este não apresentando sintomas de gripe.
– As visitas hospitalares a familiares, amigos, etc. devem ser reconsideradas, sendo restritas a situações muito específicas e estritamente necessárias.

A pandemia relacionada ao coronavírus merece total atenção das lideranças e das estruturas de saúde pública e privada, pois as consequências de uma falta de ação célere, integrada e preventiva podem trazer gravíssimas consequências e o colapso do sistema de saúde.

A implementação de precauções de forma padronizada e coordenada constitui a principal medida de prevenção da transmissão entre pacientes, profissionais de saúde e a população em geral e deve ser adotada pensando-se no cuidado coletivo. Atualmente não existe vacina para a prevenção de infecção por coronavírus (COVID-19), então a melhor maneira de prevenir é evitar a exposição ao vírus.

Sabemos que os indivíduos de maior risco são os idosos frágeis e os portadores de doenças crônicas (comorbidades), onde destacamos os pacientes com câncer. Nesses pacientes as alterações de imunidade decorrentes do próprio câncer, de estados de pós operatório, pelos diversos tipos de tratamento (quimioterapia, corticoterapia, hemoterapia, transplante de medula e radioterapia) os classificam como pacientes com alto risco de complicações em caso de infecção pelo novo coronavírus (COVID-19). O alerta é necessário, sendo essencial agirmos de forma preventiva, criteriosa, padronizada e coletiva.

Estaremos atentos às atualizações e novas recomendações das autoridades especializadas visando sempre ao melhor cuidado e à segurança de todos.

Dr Bruno de Araújo Lima França
Diretor Médico CON

Fontes:
– Organização Mundial de Saúde
– Ministério da Saúde
– Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica
– Fundação Osvaldo Cruz
– New England Journal of Medicine


mitos-e-verdades-sobre-o-exame-de-mamografia.png

5 de março de 2020 Dicas e Orientações1

Descubra as respostas para as principais dúvidas sobre o exame de prevenção ao câncer de mama 

O exame de mamografia é uma das formas mais eficazes para detectar, de forma precoce, o câncer de mama.

Além de nódulos palpáveis, a mamografia também identifica diferentes formas da neoplasia, que o autoexame não permite encontrar. Por exemplo, os microcristais de cálcio, que ficam depositados no tecido mamário.

A realização do exame de forma periódica é fundamental, pois, dessa forma, as chances de cura da neoplasia são mais altas. Ou seja, a prevenção é a melhor solução! 

No entanto, existe uma certa resistência do público feminino, pois alguns mitos sobre a realização do exame são divulgados. 

Pensando nisso, separamos alguns levantamentos muito comuns, para que as informações se tornem mais claras para você. Confira!

“Não tenho histórico de câncer de mama na família, então não preciso fazer o exame”: mito!

Você sabia que 85% das pessoas que realizam tratamento oncológico não possuem histórico da neoplasia na família?

Logo, é fundamental que você faça o exame anualmente. Verifique nos próximos itens as indicações de idade e cuide-se!

“Fiz o autoexame e não encontrei nódulos… preciso fazer a mamografia?”: sim!

Sim, você precisa!

A Sociedade Brasileira de Mastologia indica que a mamografia deve ser realizada anualmente por mulheres acima dos 40 anos. Mesmo que não exista histórico familiar, como citamos acima. 

Além disso, é importante relembrar que a mamografia identifica outras formas de manifestação da neoplasia.

“A mamografia dói”: depende!

A sensação de incômodo varia de acordo com a sensibilidade da paciente. 

No entanto, o exame pode, sim, gerar um leve incômodo na região durante a realização. 

Durante o período menstrual, por exemplo, os seios tendem a ficar mais sensíveis, contribuindo para a sensação de dor.

“A mamografia causa câncer de tireoide”: mito!

Como existe exposição da mama à radiação durante o exame, especulou-se que os raios também atingiriam a tireóide, causando a necessidade de tratamento oncológico na região.

Na verdade, a radiação emitida no exame é direcionada para as mamas, atingindo outras regiões do corpo de forma extremamente baixa (menos de 1%). 

Ou seja, não há indícios de que a mamografia seja capaz de causar câncer de tireoide.   

“Eu tenho silicone, então não posso fazer o exame”: mito!

Não só pode, como deve!

No entanto, é importante avisar ao profissional que você possui próteses na região dos seios, pois o exame é realizado de forma diferente nesse caso. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, “nessa situação, a ultrassonografia pode ser útil por ajudar a complementar a avaliação das próteses e elucidar eventuais achados obscurecidos pelas próteses a mamografia”.

Vale lembrar, também, que será aplicada uma menor quantidade de pressão na região durante o exame. Assim, não há a possibilidade da prótese romper. 

Também existe a possibilidade da realização de uma ultrassonografia, porém cabe ao médico especialista decidir qual o exame ideal para cada caso, que geralmente são específicos. 

Como funciona o exame de mamografia?

Considerado o raio-x da mama, o exame é realizado em um aparelho chamado mamógrafo.

Consiste em duas placas que se aproximam, pressionando os seios por pouco tempo para captar as imagens. A mamografia pode ser realizada de forma analógica ou digital. 

E, quando falamos em exame, não podemos deixar de pensar em dois profissionais essenciais (e complementares) para a prevenção e o combate ao câncer de mama: o Mastologista e o Ginecologista. 

 

Realizem os exames necessários e mantenham a saúde em dia. A prevenção é um ato de amor próprio e pode salvar vidas!

 

—————————————————————————————————————————

 

Fonte:

https://saude.abril.com.br/medicina/mamografia-para-cancer-de-mama-o-que-e-e-quando-fazer-esse-exame/

https://www.sbmastologia.com.br/noticias/dia-nacional-da-mamografia-sbm-esclarece-duvidas-sobre-o-exame/


janeiro-verde-alerta-para-a-prevencao-ao-cancer-de-colo-do-utero-1200x600.jpg

9 de janeiro de 2020 CONDicas e Orientações0

Prevenção e cuidados femininos são importantes!


A campanha mundial ‘Janeiro Verde’ é dedicada a conscientizar e alertar a população feminina sobre a prevenção ao câncer de colo do útero.

Também chamado de câncer cervical, este é o terceiro tumor maligno mais incidente entre a população feminina (atrás do câncer de mama e do colorretal), excetuando-se o câncer de pele não-melanoma. É, ainda, a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

Conheça os fatores de risco do câncer de colo do útero

O principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer de colo do útero é a infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV), uma doença sexualmente transmissível (DST).

Os subtipos HPV16 e o HPV18 são os mais vinculados ao desenvolvimento deste câncer e estão presentes em cerca de 70% dos casos.

A vacina contra o HPV é uma das ferramentas para a prevenção ao câncer de colo do útero.

No Brasil, o Ministério da Saúde implementou, em 2014, no Sistema Único de Saúde a vacinação gratuita para meninas de 9 a 13 anos.

A partir de 2017, o Ministério ampliou a vacinação para meninas de 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Essa vacina protege contra os subtipos 6, 11, 16 e 18 do HPV.

Outros fatores de risco são:

– Imunossupressão (infecção pelo HIV, por exemplo);
– Início precoce da atividade sexual e com múltiplos parceiros;
– Uso prolongado de anticoncepcionais orais;
– Tabagismo.

Dentre os fatores de proteção tem-se que mencionar os métodos de barreira, como as camisinhas, durante a relação sexual.

Prevenção e o diagnóstico precoce são de extrema importância!

O exame preventivo do câncer de colo uterino (Papanicolau) é a principal estratégia para a detecção de lesões precursoras e o diagnóstico da doença em fase inicial e deve ser realizado periodicamente.

É fundamental destacar que mesmo as mulheres vacinadas devem realizar o exame preventivo. 

“Em relação aos sinais e sintomas mais comuns, devemos ressaltar que eles são inespecíficos ou já podem indicar doença em estágios mais avançados”, afirma a Dra. Cristiane Rocha, oncologista do CON – Oncologia, Hematologia e Centro de Infusão. “Entre os sintomas, destacam-se: sangramento vaginal, corrimento ou secreção atípica vaginal, dor e/ou sangramento após relação sexual e dor na região pélvica”.

O câncer de colo do útero tem altíssimas chances de ser prevenido ou de ser tratado precocemente de maneira curativa.

Entre os tipos de tratamento estão a cirurgia, a quimioterapia e a radioterapia. “O tratamento varia de acordo com o estadiamento (estágio de evolução da doença) que é definido por exame ginecológico a ser realizado por ginecologista especializado em oncologia e exames de imagem. A curabilidade em estádio I gira em torno de 95% e por isso a importância do exame preventivo regularmente para o diagnóstico precoce”, afirma a especialista.

 


dezembro-laranja-campanha-nacional-de-prevencao-ao-cancer-de-pele.jpg

29 de novembro de 2019 CONDicas e Orientações0

Atenção aos sinais e previna-se!

O mês de dezembro é marcado pela campanha Dezembro Laranja, que alerta para a importância da prevenção ao câncer de pele, tipo mais frequente no Brasil. 

Com a chegada do verão, os cuidados com a exposição excessiva aos raios ultravioleta, principal fator de risco para a doença, devem ser redobrados, em especial o UVB, que está associado à queimadura solar.

 A prevenção e a detecção precoce são as maiores aliadas contra o câncer de pele. Sendo assim, alguns cuidados devem ser tomados, tais como: 

  • Evitar exposição ao sol no período de 10h às 16h;
  • Aplicar protetor solar diariamente;
  • Utilizar chapéu e óculos escuros para atividades ao ar livre.

Essas informações são válidas para o ano todo, mas devem ser reforçados durante o verão, que começa no dia 22 de dezembro. 

Além disso, é importante estar atento a qualquer alteração em forma de pintas, manchas ou feridas na pele.

 Há dois tipos de câncer de pele: o não-melanoma, de maior incidência e baixa mortalidade, e o melanoma, que representa apenas 3% dos casos de câncer de pele, porém com maior índice de mortalidade. 

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de pele não-melanoma corresponde a 30% de todos os diagnósticos e a estimativa para o biênio 2018/2019 é de 165 mil novos casos no país.

“O câncer de pele não-melanoma possui altas chances de cura quando detectado precocemente. Já o melanoma é mais grave devido ao alto risco de metástase”, explica o Dr. Bruno França, oncologista clínico e Diretor Médico do CON.

Segundo o médico, o câncer de pele é mais comum a partir dos 50 anos, sendo mais incidente em homens. 

“Quanto mais clara a pele, maior o risco, mas qualquer pessoa pode desenvolver a doença. Os nevos melanocíticos, popularmente chamados de ‘pintas’ ou ‘sinais’ na pele, também são um fator de risco. Existe, ainda, uma pequena parcela da população que possui o risco relacionado à predisposição hereditária ou a doenças raras”, completa França.

 Os sintomas do melanoma estão relacionados ao aparecimento ou alteração de manchas na pele, conforme a regra internacional conhecida como ABCDE, em que cada letra corresponde a uma característica:

  • Assimetria: uma metade do sinal é diferente da outra;
  • Bordas irregulares: contorno mal definido;
  • Cor variável: presença de várias cores em uma mesma lesão (preta, castanha, branca, avermelhada ou azul);
  • Diâmetro: maior que 6 milímetros;
  • Evolução: mudanças observadas em suas características (tamanho, forma ou cor).

Caso seja observado algum desses sinais, é recomendável ir ao dermatologista, que fará uma avaliação da pele e, se necessário, uma biópsia da lesão suspeita. 

“Essa avaliação também pode e deve ser realizada antes do aparecimento de sintomas, como forma de detecção precoce. A periodicidade do exame vai ser indicada pelo dermatologista, de acordo com o risco do paciente”, destaca Dr. Bruno.

 Quando diagnosticado no início, o tratamento do câncer de pele é simples. “Pode ser realizada a retirada cirúrgica da lesão, com margens de segurança. Já nos casos mais avançados, além da cirurgia, pode ser indicada radioterapia ou as terapias sistêmicas. Atualmente, temos novos tratamentos para o melanoma avançado localmente ou metastático, como a imunoterapia e a terapia alvo, que revolucionaram o prognóstico da doença”, explica o oncologista.

www.con.com.br

 


a-deteccao-precoce-do-cancer-de-prostata.jpg

28 de novembro de 2019 CONDicas e Orientações0

Como o CON atua no Novembro Azul e em todas as outras épocas do ano?

Durante o mês de novembro o CON divulga informações sobre a prevenção e a detecção precoce do câncer de próstata.

O objetivo de falar sobre o assunto é fazer, também, que o tabu dos exames seja extinto, visto que cuidar da saúde também é coisa de homem. 

A masculinidade e o pré-conceito muitas vezes criam barreiras com relação às formas de identificação da neoplasia

A campanha do Novembro Azul foi lançada no ano de 2003, tendo sido aplicadas diferentes tipos de estratégias para a conscientização da população. 

É importante destacar que, informações sobre prevenção, devem ser compartilhadas com o maior número de pessoas possível, para que o acesso seja facilitado.

Nem sempre é só o homem que deve ser impactado, pois mesmo sendo o foco das ações neste mês, a família também é de extrema importância. 

Como detectar o câncer de próstata precocemente?

Diversos tipos de câncer, quando detectados de maneira precoce, possuem maiores chances de cura, sendo fundamental manter a saúde em dia.

Para que isso aconteça, é aconselhável que consultas periódicas sejam realizadas em um médico especialista. 

O diagnóstico do câncer de próstata pode acontecer através de dois exames distintos, são eles:

  • Toque retal

Avalia o volume da próstata, sua consistência e a possível presença de nódulos endurecidos na glândula.

  • PSA

Proteína produzida pelas células da próstata, sendo detectada através de um exame de sangue específico.

Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir de 45 anos, com risco familiar e 50 anos, sem histórico de câncer de próstata na família, devem realizar os exames anualmente.

Fique atento aos principais sintomas:

  • Dor óssea;
  • Sangramento na urina e/ou sêmen;
  • Dor ao urinar;
  • Disfunção erétil;
  • Jato de urina fraco;
  • Vontade de urinar com frequência.

Caso esteja passando por uma dessas situações, não deixe de recorrer rapidamente ao urologista.

Além disso, algumas atitudes fazem total diferença quando o assunto é prevenção, confira algumas delas:

  • Alimentação saudável;
  • Praticar de exercícios físicos;
  • Evitar o consumo de álcool;
  • Não fumar;
  • Fazer regularmente os seus exames de rotina;
  • Consultar sempre o urologista.

Esses são alguns detalhes na rotina capazes de auxiliar na manutenção da sua saúde de forma positiva. Você pode e deve se cuidar! 

A atuação do CON durante o Novembro Azul e os tratamentos

O CON realiza ações de conscientização e atua de forma ativa em diferentes tipos de campanhas, agregando informações relevantes quando o assunto é cuidar da saúde.

Essa é uma das maneiras de facilitar o compartilhamento de dados, sintomas, tratamentos, dicas e muito mais! 

Tratamento humanizado e Programa Integralis

A missão do CON é cuidar de pessoas de maneira integral, oferecendo todo o suporte necessário para que a saúde seja restabelecida com qualidade de vida. 

Isso é possível através da dedicação de profissionais altamente capacitados, todos com especialização em oncologia. 

Isto significa mais segurança e precisão médica àqueles que procuram o CON como Centro de Saúde. 

Sentir-se acolhido é um diferencial que deixa os pacientes mais fortalecidos durante o tratamento, proporcionando maior conforto e confiança. 

Os serviços oferecidos pelo CON poderão ser encontrados nas nossas unidades, que estão presentes em 3 municípios do Rio de Janeiro: São Francisco – Niterói, Barra da Tijuca, Botafogo, São Gonçalo e Rio Comprido (Rede Hospital Casa). 

Conheça quais são eles:

  • Integralis

O Programa Integralis conta com assistente do cliente, acompanhamento conjunto do paciente, acompanhamento hospitalar exclusivo, atendimento integrado e multidisciplinar e farmácia clínica. 

Para saber mais acesse o nosso site clicando aqui.

  • Alô CON

Pacientes e familiares têm um canal de comunicação exclusivo no CON! Nossa equipe de enfermagem está disponível 24h por dia nos finais de semana e feriados. 

Confira como o ALÔ CON pode ajudar acessando aqui.

  • Farmácia Clínica 

Além de assegurar o uso de medicamentos de maneira correta e adequada, o Serviço de Farmácia Clínica do CON tem um papel importante na gestão do cuidado com o paciente oncológico.

Saiba mais ao acessar esse setor na nossa página

Equipe alinhada aos avanços científicos e tecnológicos

O conhecimento científico possui amplo valor para o CON, pensando nisso, contamos com o CON Inovação Estudos e Pesquisa, que possui o objetivo de incentivar o desenvolvimento técnico-científico da nossa equipe assistencial.

É através dele que podemos reforçar a qualidade do atendimento e dos serviços, oferecendo o que há de mais moderno nas áreas de oncologia e hematologia. 

Para fechar, voltamos a destacar que, a busca por um diagnóstico precoce do câncer de próstata faz total diferença, pois aumenta consideravelmente as chances de cura. 

Consulte um médico urologista de confiança periodicamente. 

O CON está sempre pronto para ajudá-lo. Conte com a nossa equipe!

#NovembroAzulCON


O CON faz parte da:

CON - Oncologia, Hematologia e Centro de Infusão - Todos os direitos reservados Copyright 2021