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22 de abril de 2021 Luiza D'AjudaCON0

Não se preocupe quando de uma consulta aparecer uma solicitação de biópsia, pois esse exame é muito mais rotineiro do que se imagina, porém temos um certo receio quando escutamos a palavra, achando que sempre será algo grave.

É super importante optar por clínicas de confiança para a realização da coleta, visto que os resultados são fundamentais para o início de um tratamento, caso ele seja necessário.

Mas o que é uma biópsia?

Nada mais do que um exame indicado para doenças simples e até mesmo graves, abrangendo desde verrugas até diferentes tipos de câncer. Além disso, pode auxiliar a:

  • Diagnosticar doenças infecciosas, determinando qual o agente causador.
  • Reconhecer doenças autoimunes, com a confirmação de alterações nos tecidos e órgãos.
  • Avaliar a gravidade de uma lesão e a evolução do tratamento.
  • Verificar a malignidade suspeita ou confirmada de neoplasias, auxiliando na verificação da agressividade do câncer e fornecendo um prognóstico.

Diferentes tipos de tecido podem ser analisados através de uma biópsia, tais como: músculo, pulmão, pele, osso, rins, dentre outros. 

Geralmente, é solicitada pelo médico depois de exames de sangue e/ou de imagem, caso ele tenha suspeitado de algum tipo de alteração, que não pôde ser detectada em outros tipos de exame.

Ela tende a observar mudanças que podem até mesmo englobar forma e tamanho das células, sendo que a presença de células cancerígenas também podem ser notadas.

Quais são os tipos de biópsia?

Muito se engana que a biópsia é uma só, aquela feita com bisturi para tirar uma pinta ou uma verruga, o que é bastante comum, porém existem diferentes tipos do exame. Abaixo separamos as mais comuns para a detecção de algum tipo de câncer:

Punção aspirativa por agulha fina

A PAAF, também considerada como um exame citológico, utiliza uma agulha muito fina e uma seringa para retirar uma pequena quantidade de material do tumor, podendo haver a necessidade de ser guiada por exames de imagem.

Core biopsy

Realizada com a utilização de uma agulha grossa, sendo do tamanho e calibre um pouco maiores do que as utilizadas na punção acima. 

Elas oferecem a possibilidade de retirada de amostras cilíndricas de tecido de 0,6 cm de diâmetro por 1,2 cm de comprimento. 

Biópsia excisional ou incisional

Feita através de um corte na pele para remover um fragmento ou todo o tumor. Para essa biópsia há a necessidade de anestesia local. Caso o tumor esteja localizado no interior do tórax ou do abdome, a anestesia geral deverá ser aplicada.

Biópsia endoscópica

O endoscópio não serve apenas para captar imagens do interior do corpo, ele também pode retirar amostras de tecidos para o diagnóstico de câncer

Laparoscopia, toracoscopia e mediastinoscopia

A laparoscopia pode retirar amostras de tecido de dentro do abdome. Já os procedimentos para coletas realizadas dentro do tórax são chamados de mediastinoscopia e toracoscopia.

Laparotomia e toracotomia

Laparotomia nada mais é do que um tipo de cirurgia que realiza uma incisão no abdome, geralmente sendo indicada quando uma área suspeita não pode ser diagnosticada por meio de exames menos invasivos (como uma biópsia por agulha ou laparoscopia). Já o procedimento realizado no tórax é denominado toracotomia.

Biópsias de pele

Há muitas maneiras de fazer uma biópsia da pele, sendo uma escolha exclusiva do médico responsável de acordo com as necessidades de cada paciente.

Biópsia do linfonodo sentinela. 

Esse tipo de mapeamento é um dos mais comuns para estadiar o câncer (especialmente o melanoma ou o câncer de mama), inclusive,  ajuda o cirurgião a saber quais gânglios linfáticos devem ser removidos na biópsia

Apenas o médico responsável pelo seu caso poderá dizer qual é a biópsia indicada, fazendo a solicitação para que o procedimento seja realizado.

No caso de incerteza de um nódulo ser neoplásico ou não, os médicos podem solicitar amostras para verificar se é apenas um cisto, uma infecção ou outro tipo de alteração que, inclusive, podem provocar o aparecimento de lesões bem parecidas com um tumor cancerígeno.

Como a biópsia é feita?

Como falamos anteriormente, quase sempre, o exame é feito com a utilização de anestesia local ou, dependendo do caso, com uma leve sedação (raramente é necessária anestesia geral). 

Sendo assim, o procedimento tende a não ocasionar dor, bem como é algo bem rápido, não exigindo que o paciente fique internado ou passe muito tempo no hospital e/ou consultório. 

Porém, também temos os casos das biópsias internas, onde o médico se orienta através da análise de imagens através do uso de tomografia computadorizada, ecografia, ressonância magnética, dentre outros.

Pode ser que para esse tipo de exame seja necessário uma preparação, com a necessidade de limpeza e desinfecção, além do uso de antibióticos para facilitar a cicatrização, visto que o local será perfurado para a retirada do material. 

O material é coletado de acordo com a área e a extensão selecionada pelo médico, sendo que ele precisa ser conservado de maneira eficiente para que, posteriormente, seja encaminhado ao laboratório de patologia, onde será avaliado e feito um laudo com o resultado. 

Não deixe os seus exames para depois, pois eles são cruciais para que o tratamento adequado comece o quanto antes, isso pode salvar vidas, pois as chances de sucesso tendem a ser bem maiores!

O CON oferece em suas unidades a biópsia de medula óssea, que é um procedimento utilizado principalmente para o diagnóstico dos cânceres que atacam as células sanguíneas. 

Por meio de uma agulha, é retirado um pequeno fragmento de tecido mole encontrado no interior do osso. Para amenizar o desconforto, esse procedimento é feito com anestesia local, como falamos ao longo deste texto.

Após a coleta, o material é enviado para análise em laboratório de anatomia patológica onde são identificados detalhes do câncer, como por exemplo o estágio da doença. Essas informações irão auxiliar na decisão do tratamento mais adequado, como buscamos alertar sempre que temos a oportunidade.

 


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25 de março de 2021 Luiza D'AjudaCON0

Coincidência (ou não), no mês de março temos o Dia da Mulher e a Campanha de Prevenção Contra o Câncer de Colo de Útero.

Por ser uma data super importante, o CON não poderia deixar de compartilhar um post sobre essa neoplasia, alertando para as causas, sintomas e a importância de manter em dia as visitas periódicas ao ginecologista.

Além disso, também precisamos criar um diálogo aberto sobre o Papanicolau e sobre a vacina contra HPV, que ainda é rodeada de tabus na sociedade.

Então, continue a leitura para obter mais informações!

Câncer de Colo de Útero: motivo suficiente para cuidar do sistema reprodutor feminino

Mesmo que a mulher não tenha vontade de ser mãe, o sistema reprodutor feminino possui grande importância para o organismo, visto que produz hormônios como a progesterona e o estrógeno.

A progesterona não causa impactos tão fortes quanto a baixa produção de estrogênio, pois trabalha com a preparação do corpo para uma possível gravidez.

Enquanto o estrogênio pode afetar o humor, pois interage com substâncias químicas em receptores cerebrais, podendo causar até mesmo ansiedade.

Além disso, com a queda da produção ou inexistência desse hormônio, podem ocorrer ondas de calor, suores noturnos, problemas no sono e perda de libido. Os músculos e a pele também podem ser afetados.

Todos esses sintomas estão relacionados à menopausa e podem ser percebidos caso a mulher precise passar por algum tipo de intervenção em seu sistema reprodutor.

Quais são as causas do Câncer de Colo de Útero?

Também conhecido como câncer cervical, é o terceiro tumor maligno mais presente nas mulheres, sendo causado pela infecção persistente do Papilomavírus Humano, o famoso HPV

Essa é uma infecção bastante frequente, porém, muitas vezes, não tende a evoluir para um quadro de câncer, pois o sistema imunológico consegue combater o vírus. 

Mas vale atenção redobrada, visto que através de alterações celulares, os casos podem sim se tornar Câncer de Colo de Útero

Também existem alguns fatores de risco, tais como:

  • Atividade sexual iniciada de forma precoce;
  • Múltiplos parceiros sexuais;
  • Histórico de verrugas genitais;
  • Tabagismo;
  • Doenças imunossupressoras.

Quando detectado precocemente, há chances de cura na maioria dos casos, por isso a visita periódica ao ginecologista se faz tão necessária. 

Conforme as diretrizes do Ministério da Saúde, o exame de Papanicolau deve ser feito em mulheres de 25 a 64 anos, que já tiveram relação sexual. 

Como se dá a transmissão do vírus HPV?

A resposta para essa pergunta é: através de contato direto com a pele ou mucosa que esteja infectada.

Sendo assim, o principal meio para uma possível contaminação é através de relações sexuais, que incluem:

  • Contato oral-genital;
  • Genital-genital;
  • Manual-genital;
  • E, fora desse circuito,  também pode ocorrer a transmissão através do parto.
  • O contágio pode acontecer mesmo que não exista penetração vaginal ou anal! 

Não existem comprovações de que a contaminação possa acontecer através do compartilhamento de objetos, uso de vaso sanitário, piscina, toalhas e roupas íntimas.

Mas, mesmo sem esses estudos, vale alertar para que itens individuais não sejam divididos com outras pessoas, como nos casos citados de roupas íntimas, toalhas e até mesmo sabonetes. 

Como se prevenir?

Além das visitas periódicas ao ginecologista, uma das formas mais eficientes para que uma mulher se previna contra o Câncer de Colo de Útero é através da utilização de preservativos durante as relações sexuais. 

Essa atitude diminui consideravelmente os riscos de transmissão e infecção pelo Papilomavírus Humano

Além disso, é preciso acompanhamento médico constante, principalmente em casos de gravidez, pois como falamos anteriormente, o vírus pode ser transmitido durante o parto. 

Também podemos (e devemos) falar sobre a vacinação contra o HPV, que é gratuita através do Sistema Único de Saúde, o SUS. 

Dessa forma, segundo o INCA, meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos podem tomar a vacina. Para os que vivem com HIV ou transplantados, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses).

Sinais e sintomas da neoplasia

Como algumas outras neoplasias, esse tipo de câncer pode ser assintomático quando no início, dificultando um possível diagnóstico precoce.

Geralmente, ele é encontrado quando a paciente realiza seus exames periódicos, onde o Papanicolau será responsável por mostrar as alterações provenientes do câncer

Porém, conforme existe um avanço da doença, alguns sinais e sintomas tendem a aparecer. Confira alguns deles:

  • Sangramento vaginal entre as menstruações e após as relações sexuais;
  • Menstruação mais prolongada que o normal;
  • Urgência e dor para urinar (muito comum também em casos de infecção urinária);
  • Corrimento;
  • Dor durante a relação sexual e/ou na região pélvica;
  • Perda de apetite e peso;
  • Obstrução das vias urinárias e intestinos (em casos mais graves).

Como falamos, grande parte das mulheres consegue combater a infecção de forma espontânea, mas sempre com o acompanhamento de um médico, para que ele possa sugerir algum tipo de tratamento caso seja necessário.

É fundamental uma análise individualizada, principalmente para aquelas que precisarão da retirada ou destruição das lesões precursoras pré-malignas. 

E, caso exista um tumor maligno, os procedimentos levarão em conta o estágio da neoplasia, condições físicas da paciente, idade e, até mesmo, a vontade de ter filhos ou não no futuro.

Conte sempre com um profissional de confiança e com a qualificação necessária para o diagnóstico precoce

 

Repassando o que vimos neste post

  • Hormônios do sistema reprodutor feminino;
  • Causas do Câncer de Colo de Útero;
  • Como se dá a transmissão pelo vírus HPV;
  • Como se prevenir desse tipo de câncer;

Sinais e sintomas do Câncer de Colo de Útero.


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23 de março de 2021 Luiza D'AjudaCON0

Mesmo não estando dentre os tumores malignos mais recorrentes, o câncer no rim acomete milhares de pessoas e precisa ser levantado como pauta com o objetivo de mostrar quais são seus possíveis sintomas, tratamentos e informações que possam auxiliar na investigação dessa neoplasia.

Diariamente, os rins costumam filtrar entre 120 e 150 litros de sangue, ⅕ do sangue a cada minuto, tudo isso para produzir cerca de 1 a 2 litros de urina, “apenas”.

Mas essa não é a única função desse órgão, que trabalha em dupla, eles também são essenciais para equilibrar os sais e a água do corpo, sendo de extrema importância para a eliminação de substâncias que foram metabolizadas pelo organismo.

O equilíbrio fisiológico também se dá através do controle da composição do sangue, que possui diferentes sais orgânicos que desempenham a função osmótica. Isso só acontece porque existe a eliminação, através da urina, dos excessos e de substâncias nocivas, tais como: amônia, uréia e ácido úrico.

Dentre as funções que os rins desempenham no corpo humano, podemos destacar:

  • Manutenção do equilíbrio de eletrólitos no corpo (sódio, potássio, cálcio, magnésio, fósforo, bicarbonato etc);
  • Regulação do equilíbrio ácido-básico, mantendo o pH sanguíneo constante;
  • Excreção de substâncias exógenas, como medicamentos;
  • Produção de hormônios, como aldosterona e prostaglandinas.

Causas, sinais e sintomas do câncer no rim

Mesmo que as causas dessa neoplasia ainda sejam um tanto quanto desconhecidas, existem alguns fatores que podem contribuir para que o câncer surja no organismo.

Muitos deles você já deve ter ouvido falar, mas vale a pena relembrar para que fique cada vez mais claro o valor da prevenção.

Além disso, é preciso ter atenção redobrada quando sinais e sintomas começarem a aparecer, visto que esse tipo de neoplasia tende a ser mais silenciosa que algumas outras, por se tratar de um órgão mais profundo.

Possíveis causas do câncer no rim

O tabagismo está entre os fatores de risco mais fortes não só para esse tipo de câncer, ou seja, chegou o momento de olhar para esse vício com mais atenção e colocar um prazo para que chegue ao fim.

O contato com alguns materiais de indústrias também merece destaque, mesmo que eles sejam bastante específicos. São eles: cádmio, asbestos, chumbo e hidrocarbonetos aromáticos.

Também é necessário falar sobre a Doença de Von Hippel-Lindau, mesmo que ela seja uma condição genética rara, que se caracteriza pela formação de tumores com muita vascularização em várias partes diferentes do corpo.

E, além desses, também temos: pacientes que precisam de hemodiálise, pessoas com obesidade, hipertensão, histórico familiar e gênero, pois o câncer no rim costuma acometer mais homens do que mulheres. 

Sinais e sintomas do câncer no rim

Abaixo, separamos alguns detalhes que podem (e devem) ser observados para que um médico seja procurado o quanto antes, a fim de realizar um diagnóstico preciso. 

  • Dores na região lombar

Por ser um órgão situado próximo à coluna e na parte mais profunda do abdômen, com o crescimento de um tumor pode existir uma pressão contra as raízes nervosas da região lombar, tornando-se uma queixa de cerca de 40% dos casos. 

  • Aumento do volume abdominal

Pois grandes massas tumorais podem estar presente nos órgãos do abdômen.

  • Presença de sangue na urina

Que acontece como resultado do rompimento de vasos sanguíneos no interior da massa tumoral. Chega a acontecer entre 40 a 50% dos pacientes.

  • Diminuição do apetite e perda de peso

Ocorre, geralmente, em pessoas que possuem tumores mais avançados, cerca de 30% dos pacientes.

Além desses, também podemos citar:

  • Cansaço;
  • Anemia;
  • Palidez;
  • Febre;
  • Inchaço das pernas, quando ocorre invasão dos linfonodos;
  • Falta de ar e tosse, sintomas frequentes nos casos de disseminação para os pulmões;
  • Dores ósseas ou fraturas, associadas a metástases ósseas;
  • Dor de cabeça, tontura, visão dupla e perda da força muscular de um dos lados do corpo, sintomas que sugerem comprometimento cerebral;
  • Caroço na lateral ou na parte inferior das costas.

Lembrando que esses são alguns dos sinais e sintomas que também podem estar presentes em outras doenças. Ou seja, é necessário um aprofundamento para que os exames necessários sejam solicitados. 

Diagnóstico e exames para detecção do câncer no rim

Inicialmente, é preciso esclarecer que apenas um médico especialista poderá indicar os exames necessários para o diagnóstico da neoplasia

Cada paciente precisa ser analisado de maneira individualizada, de acordo com o seu estado de saúde, histórico familiar e demais comorbidades. 

Geralmente, os diagnósticos acontecem com a realização de algum tipo de exame por imagem, onde, muitas vezes, o paciente é pego de “surpresa” com algum nódulo no rim.

Não deixe que isso aconteça! Mantenha suas consultas de rotina e os exames solicitados sempre em dia, afinal, descobrindo o quanto antes, as chances de sucesso no tratamento se tornam ainda maiores. 

Dentre os exames em caso de suspeita podemos destacar para os casos que possuem menos risco (de acordo com os fatores descritos acima no texto):

  • Exame de urina, que pode detectar a presença de sangue.
  • Exames laboratoriais, não muito específicos, mas podem dar sinais de possíveis problemas renais.
  • Hemograma completo, que mostra resultados frequentemente alterados em casos de câncer no rim. Isso porque ele produz um hormônio (eritropoietina) que faz com que a medula óssea fabrique mais glóbulos vermelhos.
  • Bioquímica sanguínea (geralmente, realizado em pacientes já diagnosticados), que pode encontrar elevados níveis de enzimas do fígado (razões ainda desconhecidas para tal), além de aumento do nível de cálcio no sangue, o que pode indicar que o câncer se disseminou para os ossos.

E, para casos em que a pessoa tem altas chances de um diagnóstico positivo, indica-se:

  • Ultrassom.
  • Tomografia computadorizada, em caso de presença de nódulo ou massa renal.
  • Ressonância magnética, capaz de analisar alterações vasculares e até mesmo cistos renais mais complexos.

Caso algum membro da família já tenha sido acometido por esse tipo de câncer, principalmente quando jovem, é necessário avisar ao médico. Bem como nos casos da Doença de Von Hippel-Lindau, pois pode ser considerada uma análise das condições genéticas.

Quer agendar uma consulta? Clique no banner abaixo e você será direcionado para um pequeno formulário:

Repassando o que vimos neste post

  • Funções que os rins desempenham no corpo humano;
  • Possíveis causas do câncer no rim;
  • Sinais e sintomas da neoplasia;
  • Exames que podem ser solicitados pelo médico a fim de diagnosticar o câncer no rim.Quais são os sinais e sintomas do câncer no rim? 

Fontes: 

https://hubrasilia.com.br/index.php/noticias/264-rins/

https://drauziovarella.uol.com.br/corpo-humano/rim/

https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/hospital/especialidades/nucleo-avancado-urologia/Paginas/cancer-rim.aspx

http://www.oncoguia.org.br/conteudo/sinais-e-sintomas-do-cancer-de-rim/1805/240/


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11 de março de 2021 Luiza D'AjudaCON0

A conscientização sobre a prevenção do câncer de colo do útero é lembrada no dia 26 de março.

O câncer de colo uterino geralmente é assintomático em sua fase inicial. Nesta fase, o exame citopatológico pode detectar o desenvolvimento de alterações celulares atípicas ou lesões pré-malignas.

De acordo com as diretrizes brasileiras de rastreamento do câncer de colo do útero, a periodicidade do rastreamento é um exame papanicolau a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos normais. Por isso, é extremamente importante que o exame de Papanicolau seja realizado de acordo com a indicação do seu médico ginecologista.

A prevenção primária do câncer do colo do útero está relacionada também à diminuição do risco de contágio pelo papilomavírus humano (HPV). O Ministério da Saúde implementou no calendário vacinal, em 2014, a vacina tetravalente contra o HPV para meninas e em 2017, para meninos. A boa notícia é que a vacinação contra o HPV está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

*Fonte: INCA

São considerados fatores de risco para o desenvolvimento de câncer do colo do útero:o tabagismo,

  • a iniciação sexual precoce
  • a multiplicidade de parceiros sexuais
  • a multiparidade e o uso de contraceptivos orais

Previna-se sempre! Saiba mais em: con.com.br/tipos-de-cancer/colo-do-utero/


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9 de março de 2021 Luiza D'AjudaCON0

Por Dra. Adrienne B. Moreno.

O número de casos de câncer vem crescendo nos últimos anos no mundo, e a estimativa de crescimento no Brasil segue a mesma tendência.

Lá em fevereiro de 2020, antes da pandemia, o INCA publicou os dados de previsão de incidência de câncer para o Brasil entre 2020 e 2022. 

Foi previsto que irão ocorrer 625 mil novos casos de câncer nesse período, com a seguinte distribuição de incidência (mais comum – menos comum): câncer de pele (não melanoma), mama, próstata, cólon e reto, pulmão e estômago.

Esse aumento do número de casos tem relação com 2 fatores: 1 fator relacionado à piora da saúde (tais como obesidade, sedentarismo e ingestão de alimentos processados) e outro fator relacionado com a detecção precoce (como aprimoramento da tecnologia na área de diagnóstico e melhora do acesso ao sistema de saúde).

Ter uma vida saudável não vai impedir que uma pessoa tenha câncer ou outros problemas de saúde, mas diminuirá significativamente as chances disso ocorrer. 

E caso passem pelo infortúnio de receber um diagnóstico de câncer, estar com a saúde em dia facilitará enormemente o tratamento.

Por conta da pandemia pelo SARS COV 2, e com ela o confinamento, ocorreu o aumento da ingestão de álcool e tabagismo, além do ganho de peso e sedentarismo. Especula-se que esse aumento do número de casos possa ser ainda mais expressivo. 

Aliado a todos esses fatores, o medo de procurar uma consulta médica pode atrasar o diagnóstico precoce de um câncer, e com isso, diminuir as chances de cura. Para manter a saúde em dia, tenha hábitos de vida saudáveis, e não deixe de fazer consultas médicas e exames periódicos. Prevenção e detecção precoce são os maiores aliados no combate ao câncer.


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2 de março de 2021 Luiza D'AjudaCON0

Com tudo o que está acontecendo, voltamos a afirmar que informações de fontes confiáveis são necessárias para o momento, principalmente quando o assunto é a vacinação contra Covid-19.

Sendo assim, o CON esclareceu algumas dúvidas neste post, explicando um pouco mais sobre como funciona esse processo, o qual estamos esperando ansiosos há alguns meses. 

Continue se cuidando e boa leitura!

Vacinação contra Covid-19. Quem já foi infectado precisa tomar a vacina?

Sim. A imunidade fornecida pela vacina é fundamental para controlarmos a pandemia e prevenirmos o reaparecimento da doença no futuro.

 E quem já tomou a primeira dose pode se vacinar com outra diferente?

Não. Os cientistas estão trabalhando para responder melhor a essa pergunta, mas ainda não existe comprovação de que tomar a segunda dose de uma vacina diferente também funcione bem. Por isso, se começou com uma vacina, deve-se tomar a segunda dose da mesma vacina.

É possível relaxar as medidas de prevenção depois de tomar a primeira dose da vacina?

Não. A proteção demora um pouco a aparecer e só acontece algumas semanas após a segunda dose da vacina. Mesmo após a primeira dose, você deve manter o uso de máscara, distanciamento social e higiene frequente das mãos.

A pessoa que já tomou a segunda dose da vacina já pode relaxar?

Ainda não. Depois de algumas semanas, a pessoa vacinada já estará protegida de pegar Covid-19, principalmente a forma grave da doença. 

Porém, as outras pessoas que ainda não tomaram a vacina não estão protegidas. Só quando quase todos estiverem vacinados é que poderemos relaxar as medidas de prevenção de contágio. Até lá, continue usando a máscara, mantendo o distanciamento social e higienizando frequentemente as mãos.

Quem está em tratamento oncológico pode se vacinar contra a Covid-19?

Sim. Pacientes oncológicos podem ter um maior risco de complicações e de mortalidade pela Covid-19 e a vacinação contra o novo coronavírus é a abordagem mais promissora para conter a pandemia.‎

Existe alguma contraindicação para tomar a vacina?

Sim, mas isso é muito raro. A vacina é contraindicada em indivíduos com histórico de reação alérgica grave a qualquer componente da vacina específica que está sendo considerada. 

Caso a pessoa tenha um histórico de reação alérgica grave (reação anafilática) a qualquer outra vacina, talvez não seja possível tomar a vacina.‎

Os pacientes oncológicos podem tomar vacinas com o vírus atenuado?

Pacientes com imunossupressão não devem tomar vacinas contendo vírus vivo atenuado.

Felizmente, todas as vacinas contra a Covid-19 aprovadas até o momento contêm apenas vírus inativo ou partículas do vírus. Portanto, essas vacinas são seguras, mesmo para os pacientes oncológicos.

Um paciente fazendo quimioterapia, radioterapia ou imunoterapia deve tomar a vacina?

Sim. Mas é necessário conversar com o médico sobre o melhor momento do ciclo para se vacinar. Em geral, é aconselhável evitar tomar a vacina no mesmo dia da aplicação da quimioterapia.

Já no caso da radioterapia, o tratamento não interfere na vacinação.

Para a imunoterapia, não há evidências de que o tratamento cause alguma complicação relacionada à vacina contra a Covid-19.

Pacientes que fizeram transplante de medula óssea podem se vacinar?

Sim, mas às vezes é necessário aguardar alguns meses. É necessário conversar com o médico sobre o melhor momento para se vacinar.

Qual vacina o paciente deve tomar?

Qualquer vacina aprovada que esteja disponível na sua região. As duas primeiras vacinas aprovadas pela Anvisa para utilização no Brasil foram a CoronaVac, produzida pelo consórcio Sinovac/Butantã, e a vacina ChAdOx1 nCoV-19, conhecida como “Chadox” ou vacina de Oxford, produzida pela Universidade de Oxford, em associação com a AstraZeneca.

Quantas doses devem ser tomadas?

Quase todas as vacinas contra a Covid-19 já produzidas no mundo precisam de duas doses. As primeiras vacinas aprovadas no Brasil só produzem a imunização desejada após duas doses. Fique atento!

Quais são os efeitos colaterais das vacinas?

O efeito adverso mais comum é um pouco de dor no local da vacina. Outros efeitos raros são dor no corpo, febre baixa e dor de cabeça. A maioria das pessoas não sente nada.

 Uma pessoa diagnosticada com câncer pertence ao grupo de risco?

Se a doença estiver em atividade ou se algum tratamento que cause imunossupressão estiver sendo realizado, como a quimioterapia, por exemplo, o paciente faz parte do grupo de risco para complicações da Covid-19

A priorização para a vacina deverá seguir os critérios das autoridades de saúde locais. Deve-se acompanhar as informações fornecidas para saber em que lugar da fila se encontra. Se necessário, existe a possibilidade de solicitar ao médico um atestado descrevendo a condição de saúde.

Quem são as pessoas que fazem parte do grupo de risco para complicações da Covid?

Pessoas com 60 anos ou mais e as que têm outras condições de saúde como pressão alta, problemas cardíacos e do pulmão, derrame, diabetes, câncer e imunossupressão.

Só poderemos vencer essa pandemia se trabalharmos juntos. Pense nos outros.

Repassando o que vimos neste post

  • Vacinação contra Covid-19. Quem já foi infectado precisa tomar a vacina?
  • E quem já tomou a primeira dose pode se vacinar com outra diferente?
  • É possível relaxar as medidas de prevenção depois de tomar a primeira dose da vacina?
  • A pessoa que já tomou a segunda dose da vacina já pode relaxar?
  • Quem está em tratamento oncológico pode se vacinar contra a Covid-19?
  • Existe alguma contraindicação para tomar a vacina?
  • Os pacientes oncológicos podem tomar vacinas com o vírus atenuado?
  • Um paciente fazendo quimioterapia, radioterapia ou imunoterapia deve tomar a vacina?
  • Pacientes que fizeram transplante de medula óssea podem se vacinar?
  • Qual vacina o paciente deve tomar?
  • Quantas doses devem ser tomadas?
  • Quais são os efeitos colaterais das vacinas?
  • Uma pessoa diagnosticada com câncer pertence ao grupo de risco?
  • Quem são as pessoas que fazem parte do grupo de risco para complicações da Covid?

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20 de janeiro de 2021 Luiza D'AjudaCON0

Hoje, no Dia do Farmacêutico, o CON resolveu trazer algumas questões que englobam esse profissional no mantenimento e restabelecimento da saúde, afinal, o vínculo criado com demais áreas e suas funções, faz com que haja uma integração de informações que favorecem cada etapa dos tratamentos. 

Conversamos com Simone Thorp, Graduada em Farmácia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e especializada em Gestão em Saúde pelo ISM UERJ, Acreditação em Saúde pelo IBES e Auditoria de Sistemas de Saúde pela FSC.

Hoje, atua como Gerente de Suprimentos e Farmácia no Centro de Saúde CON e é membro da Sociedade Brasileira de Farmacêuticos em Oncologia.

1 – Qual é a importância do serviço de Farmácia Clínica para manter a qualidade de vida da pessoa que está restabelecendo a saúde?

Dentro desse cenário, falando sobre a cultura do farmacêutico no Brasil, não percebemos uma população esclarecida na maioria das vezes, quando o assunto é o papel do farmacêutico como um profissional atuante e complementar à equipe multiprofissional no cuidado ao paciente. 

Pacientes oncológicos e pacientes portadores de doenças crônicas podem apresentar   algumas comorbidades associadas (nefropatias, cardiopatias, hepatopatia, diabetes, por exemplo). E, por conta disso, são pacientes assistidos por vários médicos que tendem a prescrever diversos medicamentos e, em alguns casos, medicamentos iguais. 

Pensando nesse cenário, o profissional farmacêutico é aquele que se faz necessário para o acompanhamento desses pacientes de forma individualizada, onde todos os medicamentos prescritos são mapeados quanto ao perfil de segurança, com o objetivo de reduzir os possíveis riscos e aumentar a eficácia dos tratamentos.

Além do cuidado com os medicamentos prescritos e usados em domicílio, o farmacêutico traça o acompanhamento seguro do paciente, contemplando os medicamentos prescritos no CON (tratamentos oncológicos, hematológicos e os tratamentos realizados no centro de infusão). Portanto, temos o dever de proteger o paciente garantindo qualidade, conforto e adesão ao tratamento.

O acompanhamento farmacoterapêutico engloba:

  • A avaliação e o ajuste (se necessário) dos horários de administração dos medicamentos;
  • A orientação do paciente quanto à melhor forma de administrar o medicamento;
  • Elaboração de um painel de orientação individualizado para o paciente, que é revisado sempre que ocorrem mudanças na conduta terapêutica interna ou externa.

2 – A Farmácia pode ser considerada, também, um serviço preventivo durante o tratamento oncológico? 

Pode sim. Quando pensamos em prevenção, devemos considerar todas as orientações que os pacientes recebem dos médicos assistentes na consulta anterior ao seu tratamento. Nesta consulta são prescritos medicamentos de suporte ou que fazem parte do protocolo de tratamento, e que deverão ser administrados com antecedência ao dia do tratamento com os medicamentos injetáveis. 

O profissional farmacêutico realiza a orientação da administração desses medicamentos, mostrando a importância da administração correta como benefício ao tratamento injetável. A orientação ao paciente deverá ser sempre complementar à orientação médica, para que possamos entender se ainda existem dúvidas quanto aos medicamentos que serão administrados pelo paciente em domicílio. 

A adesão à administração prévia favorece ainda mais a minimização de possíveis reações adversas durante o tratamento oncológico. E, além desse ponto importante, o farmacêutico é responsável pela avaliação de 100% das prescrições e relatórios médicos. Dessas análises poderão existir intervenções farmacêuticas relacionadas à divergências que são alinhadas com o Corpo Clínico da instituição.

3 – Como você define a importância da segurança medicamentosa para o paciente oncológico?

Essa segurança se inicia desde a padronização dos medicamentos até a administração final no paciente. É necessária a segurança de toda a cadeia medicamentosa. 

O serviço de farmácia  é responsável pela avaliação dos fornecedores, pelo recebimento e armazenamento dos medicamentos. Nossa política institucional é baseada na garantia da aquisição dos medicamentos, e nossos processos de controle corroboram para um tratamento seguro e de qualidade.  

Sobre essa questão, podemos citar a importância do farmacêutico no preparo dos medicamentos a serem administrados, onde cada característica do medicamento é estudada, como: concentração ideal, materiais especiais, tempo e ordem de infusão. Para que dessa forma, consigamos promover um tratamento com maior eficiência e segurança aos pacientes.

4 – Qual é o papel do farmacêutico no cuidado integral do paciente que está restabelecendo a saúde?

Com um papel importante no cuidado do paciente, o farmacêutico promove o uso racional dos medicamentos, acompanhando o paciente e mostrando a importância na utilização correta dos medicamentos, bem como sua adesão completa ao tratamento. 

5 – A atuação da Farmácia Oncológica vai além da terapia medicamentosa. Poderia falar um pouco mais sobre isso?

Sim. Devemos  pensar no paciente no centro do cuidado. E quando pensamos dessa forma, focamos em um acompanhamento necessário e individualizado ao paciente. Estabelecemos  uma rotina onde realizamos a classificação de risco para cada paciente assistido pela Farmácia Clínica. Estabelecemos critérios de acompanhamento (presencial e/ou remoto) semanal para os pacientes de alto risco; quinzenal para os pacientes de risco médio e mensal para os pacientes de baixo risco, sempre com ações mais assertivas nesse acompanhamento em conjunto com o corpo clínico. 

Além disso, temos um programa estruturado no acompanhamento dos pacientes que realizam tratamentos quimioterápicos orais. Pois, nesse tipo de tratamento, o paciente possui uma responsabilidade compartilhada na eficácia do tratamento. 

O farmacêutico apresenta os materiais impressos de apoio a esse tratamento e orienta o paciente quanto aos manejos de eventos adversos, reduzindo a possibilidade de interrupção do tratamento. Assim como orientações importantes quanto ao armazenamento e manipulação do medicamento em domicílio. 

Utilizamos uma ferramenta própria de análise de adesão ao tratamento e os pacientes considerados não aderentes são acompanhados de perto (em conjunto com o corpo clínico), para um entendimento de propostas de melhorias para que a adesão seja garantida em 100% dos casos.

6- Você pode falar a respeito da importância em realizar o tratamento por meio do SCCI – Serviços de Cuidados Clínicos Integrados?

O serviço de Farmácia Clínica não sobrevive sem a equipe multiprofissional, e sem essa integração, não podemos entregar uma experiência e um desfecho favorável ao paciente. 

Podemos considerar um exemplo importante quando falamos de possíveis interações entre medicamentos e alimentos, onde os farmacêuticos têm contato direto com os nutricionistas para que o paciente seja assistido e orientado sobre toda a conduta alimentar adequada ao tratamento com um determinado medicamento.

Portanto, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas e médicos sempre caminham de mãos dadas para que o cuidado integral aconteça gerando valor para o paciente.


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14 de janeiro de 2021 Luiza D'AjudaCON0

A hora da consulta médica é sempre coberta de muitas questões, que aparecem antes, durante e, principalmente, depois. Isso acarreta em dúvidas e no famoso “o que eu poderia ter dito e/ou perguntado naquele momento”.

Sendo assim, muitos pacientes, seja pelo nervosismo, pressa ou receio, tendem a voltar para casa carregando inúmeras dúvidas a respeito de uma doença, tratamento ou até mesmo sobre a sua qualidade de vida.

Pensando nisso, trouxemos algumas perguntas básicas, outras nem tanto, para auxiliar em uma “listinha” na hora da visita ao médico, seja ela de rotina ou não. 

Como estamos falando com um enorme número de pessoas, aconselhamos a adaptar este conteúdo à sua realidade e absorver dele aquilo que realmente necessita. 

Minha consulta médica é amanhã, o que devo fazer?

Bem, para começarmos a introduzir algumas perguntas, resolvemos dar uma prévia da preparação para a sua ida ao médico. 

Verifique a sua agenda corretamente, o dia, horário e endereço da consulta. Precisa estar de jejum? Levar algum exame anterior? Ir com a bexiga cheia? Levar acompanhante? Tenha todas as informações previamente e esteja preparado(a).

Separe documentos, carteirinha do plano de saúde, cartões ou dinheiro em espécie (caso seja uma consulta particular). Deixe tudo à vista para não esquecer de nada. 

Caso não tenha carro ou alguém para lhe levar, agende uma corrida através de aplicativos de mobilidade, pois assim não correrá o risco de se atrasar. Seja pontual!

Feito tudo isso, que tal anotar suas principais dúvidas em um bloco de notas, seja no celular ou de forma física? Isso irá auxiliar a não esquecer nem uma delas. 

Como o diagnóstico vai impactar a minha vida a partir de agora?

Por que você deve fazer essa pergunta: o diagnóstico de câncer irá trazer algumas alterações na sua rotina, gerando a necessidade de realizar ajustes durante o processo de restabelecimento da saúde.

Por isso, converse com o seu médico oncologista sobre quais serão os efeitos do tratamento na sua vida (profissional, social, familiar e sexual).  

Entender quais serão as primeiras mudanças após o diagnóstico é um passo fundamental para manter a qualidade de vida ao longo do tratamento

 

Um caso comum que podemos citar é que muitas mulheres acabam perdendo a libido e a autoestima durante o tratamento de câncer de mama, por exemplo. Porém, é importante manter uma vida sexual ativa para reduzir o estresse gerado pelo tratamento, manter o bem-estar e muito mais!

Essa é apenas uma orientação entre outras que você deverá receber em relação ao processo de restabelecimento da saúde. Aproveite e acesse mais informações agora: Estou com câncer, e agora?.  

Outros exames serão necessários antes de decidirmos sobre o tratamento?

Obviamente, cada caso é um caso. Mas essa pergunta é essencial para saber se há a necessidade de se aprofundar no que está acontecendo no organismo. 

Novos e outros exames podem garantir uma análise mais minuciosa antes que qualquer decisão de tratamento seja tomada, viabilizando alternativas mais eficazes ou até mesmo menos invasivas, por exemplo. 

Qual tratamento sugere e qual é o seu objetivo? Existem outras opções?

Quando o assunto é câncer, é provável que a palavra que venha à mente seja quimioterapia. Porém, o tratamento a ser adotado varia de acordo com o diagnóstico realizado.

Ou seja, o médico oncologista pode indicar a realização de uma cirurgia, radioterapia, quimioterapia ou até mesmo um transplante. Em muitas situações, podem ser combinados diferentes tratamentos para o restabelecimento da saúde.

Por isso, é importante entender com o profissional quais são os protocolos sugeridos para o seu caso, qual é a melhor forma de se preparar para cada etapa, qual é o objetivo de cada fase e se há outras opções que podem ser adotadas.

Quanto mais informações, melhor! Concorda? Por isso, preparamos um guia completo sobre a quimioterapia para que você saiba mais sobre o tratamento: https://guiasdetratamento.con.com.br/guia-de-quimioterapia/

O plano de saúde cobre esse tipo de tratamento? E o SUS? Qual é o valor caso não exista suporte?

Super importante é saber como serão os gastos com o tratamento, isso faz com que haja um maior planejamento financeiro em casa, de acordo com as necessidades impostas na próxima fase.

Existirão vários exames constantes, inclusive, que o plano não cobre? Aposte no SUS! Não deu também? Faça uma pequena poupança para imprevistos e verifique também a possibilidade do saque do FGTS.

Na fase sintomática de neoplasias, o trabalhador cadastrado nesse regime ou que tenha algum dependente em tal situação, pode fazer a retirada do dinheiro guardado. É lei!

Inclusive, fizemos um post exatamente sobre os direitos da pessoa com câncer. E você poderá conferir como a legislação resguarda esses casos.  

Quais são os prováveis efeitos colaterais e como devo me preparar para isso? Pode falar sobre os prós e contras?

Muitos tratamentos de câncer causam alguns efeitos colaterais, como enjoo, queda de cabelo e falta de libido, por exemplo. 

Ter uma noção de tudo o que pode acontecer, o que varia de acordo com cada organismo, claro, faz com que exista uma pequena preparação, como dietas especiais indicadas por nutricionistas, tratamentos alternativos, dentre outros. 

Esclarecer quais são os prós e contras do tratamento, além de ter consciência do que poderá acontecer no decorrer do mesmo, auxiliando na diminuição das expectativas negativas.

Quais serão as próximas etapas do tratamento? Ele é apenas para controle dos sintomas ou para cura?

Um tratamento tende a passar por diferentes ciclos, desde o primeiro dia até o último. Sendo assim, irão existir diferentes momentos para o organismo do paciente, até mesmo de forma psicológica. 

Ao se ter uma base sobre essas etapas, será possível compreender um pouco melhor essas fases. Além disso, ao entender sobre o controle de sintomas, suas análises ao longo do período poderão ser mais efetivas, visualizando e sentindo o progresso e passando de forma fluida pelos meses seguintes. 

Não deixe de fazer todas as perguntas necessárias ao médico durante uma consulta. Você precisa de informações de uma fonte confiável para entender o que está acontecendo com o seu corpo, e apenas a pessoa responsável pelo seu caso poderá sanar as suas dúvidas.

No CON você encontra diferentes tipos de especialidade no setor de oncologia e hematologia, favorecendo o restabelecimento da saúde através de uma dinâmica que visa um atendimento humanizado e com serviços de cuidados clínicos integrados – SCCI.. 

Agende uma consulta clicando no banner abaixo:

 

Repassando o que vimos neste post 

 

  • A hora da consulta médica é sempre coberta de muitas questões, que aparecem antes, durante e, principalmente, depois;
  • Seja pelo nervosismo, pressa ou receio, é comum voltar para casa carregando inúmeras dúvidas a respeito de uma doença ou tratamento, por exemplo;
  • Por isso, separamos algumas perguntas que podem ser úteis para a sua próxima consulta médica. Confira:
    • Como o diagnóstico vai impactar a minha vida a partir de agora?
    • Outros exames serão necessários antes de decidirmos sobre o tratamento?
    • Qual tratamento sugere e qual é o seu objetivo? Existem outras opções?
    • O plano de saúde cobre esse tipo de tratamento? E o SUS? Qual é o valor caso não exista suporte?
    • Quais são os prováveis efeitos colaterais e como devo me preparar para isso? Pode falar sobre os prós e contras?
    • Quais serão as próximas etapas do tratamento? Ele é apenas para controle dos sintomas ou para cura?

No CON você encontra diferentes tipos de especialidade no setor de oncologia e hematologia, favorecendo o restabelecimento da saúde através de uma dinâmica que visa um atendimento humanizado e multidisciplinar. Agende a sua consulta!


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1 de janeiro de 2021 Luiza D'AjudaCON0

Mesmo com acessos ilimitados às informações disponíveis na internet, vira e mexe surgem algumas questões sobre o câncer de mama

Talvez pela insegurança da pesquisa, por ter completado recentemente a idade que exige uma maior “manutenção” nos exames, ou até mesmo por alguma desconfiança de nódulo.

Saiba que quando surge uma dúvida, mesmo que simples, é preciso investigá-la, pois nosso corpo nos dá sinais das mais diversas maneiras, inclusive através dessas perguntas que costumam aparecer de repente. 

Sendo assim, fizemos um apanhado de mitos e verdades sobre o câncer de mama e você poderá conferir ao longo deste post. 

Conheça os principais mitos e verdades sobre o câncer de mama

Dúvida é uma coisa que tira o sono de qualquer pessoa, independente sobre o que ela seja. Então, chegou a hora de acabar com esses devaneios e ter certeza de uma coisa: a maioria das perguntas possui uma resposta. 

Não preciso fazer mamografia porque já faço o autoexame das mamas com frequência. MITO!

Essa é uma resposta que parece meio óbvia, não é mesmo? Mas muitas mulheres se perguntam sobre isso, afinal, o autoexame é super rápido, simples e deve ser feito mensalmente

Porém, ele não extingue a necessidade de aprofundar um pouco mais na análise das mamas, seja através da mamografia ou até mesmo da ultrassonografia. Apenas o médico poderá dizer qual dos exames é indicado para o seu caso.

A American Cancer Society (ACS) recomenda a mamografia, junto com o autoexame e o exame clínico feito por um profissional de saúde como forma de diagnosticar precocemente o câncer de mama

Uma mamografia por ano é o suficiente para detectar precocemente algum tipo de nódulo, seja ele benigno ou maligno. O importante é manter a prevenção!

Vale ressaltar que 80% dos casos de câncer de mama são descobertos pelas próprias pacientes, através da palpação. Isso as leva para uma consulta ainda mais rápida. 

No Brasil, existe a lei 11.664 desde 2010, que prevê a realização de mamografia em todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade. Então, não deixe para depois!

Apenas quem tem histórico de câncer de mama na família possui chance de desenvolver a neoplasia. MITO!

Embora o histórico familiar seja um fator de risco importante, nem todos os casos correspondem a esse motivo. 

Outros pontos que merecem a atenção das mulheres são:

  • Idade;
  • Menstruação precoce;
  • Menopausa tardia;
  • Ausência de gravidez;
  • Reposição hormonal;
  • Colesterol alto;
  • Obesidade. 

Por isso, é fundamental que as mulheres façam o rastreamento com a mamografia a partir dos 40 anos. 

O histórico familiar do meu pai não aumenta o risco de câncer de mama. MITO!

Essa pergunta é extremamente relevante, pois existem pessoas que acreditam que apenas o histórico do lado da mãe é relevante, porém, deve-se considerar as duas partes da família na hora de buscar o rastreamento da neoplasia.  

A oncogenética pode ajudar a definir as medidas preventivas corretas para que um possível paciente consiga se antecipar ao surgimento do câncer, além de encontrar informações relevantes para os familiares.  

Mulheres com seios pequenos têm menos chances de ter câncer de mama. MITO!

Como cada pessoa é única, o tamanho dos seios nada tem a ver com o desenvolvimento do câncer de mama. Não existe um tamanho específico para que a neoplasia aconteça.

Os tumores se desenvolvem porque existe o tecido mamário, fazendo com que os nódulos apareçam, sejam os seios grandes, médios ou pequenos. 

Podendo ser benignos ou malignos, o que vale é descobrir qualquer alteração o quanto antes, por isso o autoexame se faz tão necessário, pois através dele pode-se ter uma ideia se o médico deve ser procurado imediatamente ou não.

Aqui no Blog CON você encontra um passo a passo completo para a sua palpação. Acesse agora mesmo e marque os dias no seu calendário: Passo a passo para o autoexame de mama | CON | Oncologia, Hematologia e Centro de Infusão

A prótese de silicone pode trazer dificuldades para fechar um diagnóstico apenas com a mamografia. VERDADE!

A prótese, muitas vezes, dificulta sim o autoexame, bem como a mamografia, mas ela não impede que ambos sejam feitos. 

Sendo assim, existem casos em que o médico pode solicitar outros exames, como a ressonância magnética das mamas, por exemplo, para visualizar melhor as características e fechar um diagnóstico ainda mais preciso. 

Porém, vale reforçar que a existência de prótese na região não é um fator de risco do câncer de mama.

Nódulo na mama significa câncer. MITO

Nem todos os nódulos são câncer de mama, como falamos anteriormente do caso da pancada, por exemplo. 

Algumas mudanças hormonais, principalmente no período menstrual e na ovulação, ou até mesmo quando a mulher está fazendo tratamento com hormônios, podem levar a aparecer pequenos nódulos.

Nesse caso eles são benignos, assim como a maioria dos que são palpáveis. Durante o autoexame, qualquer variação notada deverá ser comunicada ao médico na sua próxima consulta e não se esqueça de agendá-la o quanto antes.

Câncer descoberto no início tem cura. VERDADE!

Todo câncer, quando diagnosticado precocemente, tem altas chances de cura. No caso do câncer de mama não poderia ser diferente.

Quando descoberto no começo, as chances de cura sobem para 90%, pois os tratamentos podem ser iniciados para combater a proliferação das células cancerígenas.

A amamentação é um fator de prevenção do câncer de mama? VERDADE!

Uma curiosidade é que durante o período de amamentação as células reduzem a sua multiplicação, pois estão produzindo leite. Tal fato reduz o risco de desenvolver a neoplasia.

Mas não pense que isso extingue a necessidade de realizar o autoexame e as consultas periódicas ao médico, inclusive com a mamografia anual para mulheres acima dos 40. 

Desodorante causa câncer de mama. MITO!

Este é um dos boatos mais antigos que existem quando o assunto é a neoplasia mamária. Porém, não há evidências científicas que comprovem a relação entre ambos. 

Caso você não se sinta confiante com relação à informação, atualmente, existem diversas marcas de produtos naturais disponíveis no mercado, o que pode ser uma excelente opção para esse caso. 

A frequência sexual afeta a chance de desenvolver câncer de mama. MITO!

Outro boato a respeito da neoplasia diz respeito à atividade sexual, porém, também não há qualquer relação entre ambos quando o assunto é prevenção

Por outro lado, vale lembrar que a gravidez e a amamentação ajudam a prevenir problemas de saúde na região, mas não extingue a necessidade do autoexame e das consultas periódicas ao médico.

Se eu tiver câncer de mama não vou poder engravidar. MITO!

É possível engravidar de forma natural caso a paciente volte a menstruar após o processo de  restabelecimento da saúde. 

Para que isso aconteça, a menopausa química, que acontece por causa da quimioterapia, precisa ser reversível.

Menstruei cedo. Tenho mais chances de desenvolver a neoplasia mamária? VERDADE!

Quando a menarca acontece de forma precoce, significa que o corpo está produzindo os hormônios femininos em alta quantidade. E quanto mais cedo acontecer a menstruação, maior será o tempo de exposição ao estrogênio, que atua no desenvolvimento das células da glândula mamária.

O mesmo vale para a menopausa tardia. A demora na chegada dessa fase pode ser um fator de risco para a neoplasia.

Se minha mãe passou pelo tratamento na mama, eu também irei passar. MITO!

Conforme falamos acima, o histórico familiar é um fator de risco, mas não significa que todas as pessoas certamente irão realizar algum tipo de tratamento contra o câncer.

Por outro lado, é importante conversar com o seu médico para receber a orientação necessária em relação ao rastreamento da neoplasia.

Podem ser necessários mais exames além da mamografia. VERDADE! 

E apenas o seu médico poderá falar mais a fundo sobre essa questão. Aqui, vamos apenas dar uma pincelada:

É muito comum que mulheres jovens tenham seios mais densos, o que atrapalha a detecção de tumores apenas com a mamografia ou até mesmo durante o autoexame.

Ou seja, para que o diagnóstico seja preciso, seu médico pode solicitar, além da mamografia, a ultrassonografia e/ou até mesmo a ressonância magnética.

Estou amamentando, por isso não posso fazer a mamografia. MITO!

A maioria dos exames não interfere no período de lactação, até porque é a sua saúde que está em pauta e deve ser levada muito a sério. 

As mamas passam por alterações durante a amamentação, aumentando e diminuindo muitas vezes de tamanho, bem como se tornando um pouco mais rígidas, por causa do leite.

Continue realizando o seu autoexame de mamas, principalmente se você estiver acima dos 40 e, caso encontre algum tipo de alteração, agende uma consulta com o seu médico. 

Qualquer exame solicitado por ele não fará mal algum para a amamentação ou para o seu bebê, fique tranquila!

O câncer de mama pode ser causado por uma pancada na região? MITO!

Muitas vezes uma pancada muito forte pode sim acarretar em nódulos, mas eles nada tem a ver com a neoplasia

Por serem muito parecidos com tumores, é preciso ficar atento aos detalhes e compartilhar a situação com o médico que já faz o seu acompanhamento. 

Esses nódulos provenientes de pancadas são benignos, mas é aconselhado continuar com o autoexame mensal, bem como as mamografias anuais, como de praxe.

O câncer de mama acontece só em mulheres. MITO!

Apesar de existir um maior índice de incidência no público feminino, o câncer de mama também pode aparecer nos homens. 

Mesmo sendo raro ele pode aparecer devido à presença de glândulas mamárias e hormônios femininos, mesmo que sejam em quantidades bem pequenas.

Alguns sintomas podem ser diferentes, saiba quais são eles:

  • Protuberância ou inchaço, geralmente indolor, porém nem sempre;
  • Vermelhidão ou descamação da pele da mama ou do mamilo;
  • Pele ondulada ou enrugada;
  • Inchaço nos linfonodos nas axilas;
  • Retração do mamilo.

O homem também precisa se cuidar e vale observar as mamas da mesma forma que as mulheres, afinal, a saúde é o nosso principal bem.

Estamos de portas abertas para receber você!

Percebeu algum sinal nas mamas? Ainda não realizou o rastreamento nos últimos 12 meses? Então, agende a sua consulta em uma de nossas unidades!

Nossas unidades estão prontas para receber você e proporcionar toda a segurança necessária para que a sua consulta aconteça da forma mais tranquila possível. Da porta de entrada ao momento de saída, estamos seguindo rigorosamente todas as medidas de biossegurança necessárias contra a COVID-19.

Recentemente, recebemos a certificação Covid Free, que comprova que nossas unidades estão seguras para receber os pacientes, colaboradores e equipe médica diariamente.

A prevenção do câncer de mama não pode esperar! Clique no banner a seguir e agende a sua consulta hoje mesmo:

 

Repassando o que vimos neste post

 

  • Mesmo com a realização do autoexame de mamas é preciso fazer a mamografia;
  • Até mesmo pessoas que não possuem histórico de câncer na família podem desenvolver neoplasias;
  • Independente do histórico familiar, seja ele de pai ou mãe, é necessário realizar exames preventivos;
  • Mulheres que possuem pouco seio também podem desenvolver o câncer de mama;
  • É verdade que a prótese de silicone pode trazer dificuldades para fechar um diagnóstico apenas com a mamografia. Por isso, é preciso verificar a necessidade de outros exames com um médico de confiança;
  • Nem todo nódulo que aparece no seio pode significar câncer de mama, mas o ideal é verificar com o seu ginecologista;
  • A maioria dos casos de câncer diagnosticados precocemente possui grandes chances de cura;
  • Amamentar pode sim prevenir o câncer de mama;
  • Você pode, inclusive, fazer mamografia mesmo amamentando;
  • Não é verdade que desodorantes podem causar câncer de mama, mas você também pode optar por versões mais naturais se preferir;
  • Mesmo que você tenha uma vida sexual ativa, a neoplasia pode aparecer;
  • É mito que você não pode engravidar se tiver câncer de mama;
  • A menstruação precoce pode ser um fator que aumenta as chances de neoplasia mamária;
  • Não é porque sua mãe teve câncer de mama que você também vai ter;
  • Existem outros exames além da mamografia que podem ser necessários para um melhor diagnóstico;
  • Pancadas na região dos seios não causam câncer de mama;
  • O câncer de mama não acontece apenas em mulheres, os homens também precisam se cuidar;
  • Procure sempre um médico de confiança para garantir um diagnóstico precoce e preciso. Conte com o CON!

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17 de dezembro de 2020 Luiza D'AjudaCON0

Precisamos falar sobre os cuidados com a saúde! Afinal, o Dezembro Laranja desperta a atenção para o tipo de tumor mais comum: o câncer de pele.

Durante a estação mais quente do ano, grande parte da população aumenta a exposição ao sol sem utilizar a proteção adequada, como o protetor solar e o chapéu. Se esse é o seu caso, está na hora de ligar o sinal de alerta para os danos dos raios solares.

É possível aproveitar o verão sem deixar os cuidados de lado! Continue lendo este artigo que preparamos para que você saiba como se proteger e entenda a importância da detecção precoce.

Boa leitura!

Dezembro Laranja, um mês que precisa de mais divulgação

Segundo o INCA, são registrados cerca de 180 mil casos todos os anos, o que corresponde a 30% dos diagnósticos de neoplasias em nosso país. Já pensou se todos nós seguíssemos as boas práticas de prevenção do câncer de pele? Certamente esse número seria muito menor! 

Talvez você esteja lendo este material e pense que a detecção da neoplasia só costuma acontecer em cidades banhadas pelo mar, porém, preste atenção no dado a seguir: O Rio Grande do Sul é o estado com maior número de casos de câncer de pele no Brasil! 

Isso só reforça que todos devem dar a devida importância aos cuidados com a pele e que campanhas de conscientização, como esta, são fundamentais para que cada vez mais pessoas entendam a relevância da prevenção e da detecção precoce.

A seguir, separamos 4 dicas para uma prevenção eficaz que deve ser seguida durante o Dezembro Laranja e em todos os outros meses do ano. Confira!

  1. Por que o protetor solar é fundamental para a sua pele?

A maioria das pessoas tende a utilizar o protetor solar apenas quando frequentam a praia ou a piscina, mas saiba que elas estão totalmente erradas!

É crucial passar protetor nesses ambientes, mas e no dia a dia? Às vezes estamos expostos aos raios solares mesmo que não seja possível perceber, mesmo que ele não esteja “queimando” – literalmente. 

Os dias nublados são um bom exemplo disso, você pode não ver, mas o sol está lá, pronto para causar algum tipo de mancha na pele ou até mesmo uma neoplasia. Ou seja, todo cuidado é pouco!

A pele é o maior órgão do corpo humano e reveste cada centímetro do nosso corpo, então deveríamos ter mais cuidado com ela.

Crie uma rotina simples: acordar, lavar o rosto e passar protetor imediatamente, repetindo a aplicação a cada 2h. Mas, caso haja contato com a água ou suor excessivo, deve-se “retocar” imediatamente.

Caso você use algum tipo de hidratante indicado para a sua pele, ele deve ser passado antes do protetor solar e, no caso das maquiagens, depois. 

Além de auxiliar contra o envelhecimento precoce, pois o sol tende a deixar a pele enrugada e sem elasticidade, e também prevenir manchas na pele, ele é peça-chave na prevenção do câncer.

A escolha do protetor solar vai depender da quantidade de melanina que a pessoa possui ou de outras características da pele, como a oleosidade, por exemplo.

Vale ressaltar que a escolha para o rosto deve começar a partir do FPS 30, devido ao fato da região ser a mais exposta e sensível. Confira alguns detalhes para observar antes da sua escolha: (esta parte também dá para criar um post)

  • O produto possui proteção UVA e UVB?
  • Sua pele corresponde ao tipo de protetor (sensível, seca, oleosa)?
  • Algum dos componentes causam dúvida quando o assunto é alergia?
  • Sua pele é oleosa? Prefira as versões em gel, sérum, mousse e loções fluidas livres de óleo.

A maioria dos protetores possui uma indicação: não aplicar na região dos olhos, mas elas não podem ser esquecidas! Existem muitos casos de câncer de pele nas pálpebras, então, aplique o produto indicado em pequena quantidade e com muito cuidado para não cair no globo ocular.

Para as mulheres: lembre-se de que nenhuma maquiagem, mesmo que ela contenha FPS substitui o protetor. 

  1. O sol dentro e fora dos horários adequados

Todo mundo já sabe os horários adequados para a exposição solar, mas nem sempre é possível seguir a “regra”. 

Atualmente, temos percebido que o sol tem ficado cada vez mais forte, inclusive antes das 10h e depois das 16h. 

Porém, entre esses horários existe uma maior incidência dos raios ultravioleta, aumentando drasticamente o risco de formação de bolhas e até mesmo desenvolvimento do câncer de pele, principalmente em pessoas que possuem histórico familiar da doença.

Porém, para que a Vitamina D seja realmente absorvida, sendo sintetizada pelo organismo, é necessário uma exposição sem proteção entre 12h e 14h, mas fique atento! Esse sol só deve acontecer de 10 a 20 minutos, visto que o risco é muito grande.

Infelizmente, o sol do começo da manhã e do final da tarde produzem menos Vitamina D do que no horário de pico, mas você também pode obtê-la de outras fontes, tais como: óleo de bacalhau, gema de ovo e fígado, mas é difícil obter a quantidade mínima recomendada dessa forma. 

Siga as instruções do seu médico dermatologista antes de se expor ao sol, afinal, cada pessoa possui características únicas no organismo e na pele.

  1. Acessórios que podem auxiliar na sua prevenção

Você sabia que alguns acessórios que você costuma utilizar na sua rotina podem ser eficazes na prevenção do câncer de pele

Os óculos de sol são um exemplo. Modelos que bloqueiam os raios UV são apropriados para oferecer proteção para os olhos e as pálpebras, evitando o surgimento de melanomas no local.

Preste atenção ao material dos seus óculos, pois modelos de origem duvidosa costumam ser fabricados apenas com um objetivo: a estética. Ou seja, eles não irão proteger os seus olhos contra os raios ultravioletas.

Já o chapéu deve ser utilizado com o intuito de proteger o pescoço e as orelhas, pois são regiões em que a neoplasia costuma se desenvolver. 

Então, na hora de escolher o seu modelo do acessório, opte por aquele que possuir aba. Preste atenção, também, ao material: a palha não é tão eficiente quanto tecidos mais grossos.

  1. Outros fatores que devem ser evitados quando o assunto é câncer de pele

Além dos cuidados com o sol, escolha correta do protetor solar e dos acessórios, existem mais ações que você deve realizar para garantir uma proteção completa contra os raios solares.

A primeira é saber escolher as suas roupas, um fator muito importante para quem trabalha ao ar livre. Nesse caso, a escolha do tecido é eficiente para gerar uma prevenção de qualidade: opte por aqueles que possuem espaçamentos menores e de cor escura. 

Outro ponto é o bronzeamento artificial: saiba que ele também pode trazer danos à pele, pois os raios ultravioletas emitidos nas câmaras não são inofensivos. Além disso, a prática pode estar associada ao risco de melanoma. Vale redobrar o cuidado!

Não podemos ignorar a exposição solar na infância. Você sabia que as queimaduras adquiridas na infância podem se tornar melanomas no futuro? Por isso, a prevenção deve começar desde cedo! 

Por fim, você não pode perder o hábito de observar o seu corpo para identificar pintas e manchas anormais. Assim como o autoexame é fundamental para a detecção precoce do câncer de mama, você deve observar a sua pele com frequência e procurar o seu médico caso tenha alguma suspeita.

Lembre-se: o tratamento mais eficiente para o câncer de pele é a detecção precoce!

O CON está de portas abertas para lhe atender

É fundamental que a prevenção seja realizada seguindo as dicas acima, pois através dela você resguarda o seu corpo de possíveis neoplasias.

 

Além disso, estar sempre atento às mudanças no organismo é crucial para garantir um diagnóstico precoce, ou seja, assim que perceber qualquer alteração, agende uma consulta com um médico de confiança. E não deixe de realizar visitas e exames de rotina também!

Já passou pelo seu médico dermatologista e ele detectou algum tipo de neoplasia? Não se preocupe, o CON está de portas abertas para auxiliar no seu tratamento.

Com uma equipe multidisciplinar e atendimento humanizado, focamos na restauração da sua saúde, seguindo todos os critérios de segurança para manter a sua saúde sempre em dia.

Para agendar a sua consulta, clique no banner abaixo:


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