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Câncer de pele, por que ele pode ser um inimigo da sua saúde?

17 de dezembro de 2021
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O câncer é o nome designado para um conjunto de doenças que se caracterizam pelo crescimento desordenado das células e, sendo o câncer de pele não melanoma o tipo mais frequente em ambos os sexos.

Esse tipo de câncer pode ser um grande inimigo da saúde, pois a exposição excessiva ao sol é o seu principal fator de risco.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil o câncer de pele não melanoma corresponde a cerca de 30% do total de tumores malignos registrados, sendo também o mais comum no Brasil.

Outro dado importante, também divulgado pelo INCA, é que são estimados o aparecimento de 176.930 novos casos dessa neoplasia no Brasil, sendo 83.770 homens e 93.160 mulheres.

Por isso, nesse post falaremos um pouco mais sobre esse tipo de câncer, bem como os fatores para a sua prevenção e a importância de um diagnóstico precoce, que contribui com as chances de um tratamento bem sucedido quando iniciado nos estágios iniciais. Continue sua leitura!

O que é câncer de pele?

O câncer de pele é um tumor que atinge a pele. Sua incidência é comumente constatada em pessoas com mais de 40 anos, mas atualmente tem sido detectada em uma faixa etária cada vez mais jovem. Ainda assim, é considerado raro o seu desenvolvimento em crianças e pessoas negras.

A principal causa desse tipo de câncer é a exposição excessiva ao sol (raios ultravioletas – UV).

Tipos de câncer de pele

O câncer de pele ocorre pela multiplicação desordenada das células que compõem a pele, e pode apresentar-se sob a forma de duas variantes: melanoma, mais agressivo e menos comum, e não melanoma, menos agressivo e mais frequente.

Câncer de pele melanoma

O câncer de pele melanoma origina-se nos melanócitos, células produtoras da melanina, pigmento que determina a cor da pele.

Com isso, possui maior frequência de incidência em adultos de pele clara e que se queimam com mais facilidade quando expostos ao sol repetidamente e de forma prolongada.

Por ter o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade, ocasiona medo e apreensão quando diagnosticado, mas é importante informar que em estágios iniciais pode ser detectado apenas na camada mais superficial da pele e, segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, pelo diagnóstico precoce, possui 90% de chances de cura.

Câncer de pele não melanoma

O câncer de pele não melanoma (CPNM), corresponde a tumores de diferentes linhagens, sendo que os mais frequentes são: o carcinoma basocelular (CBC), responsável por 70% a 80% dos diagnósticos, e o carcinoma espinocelular (CEC), que representa 25% dos casos.

Essa neoplasia apresenta menor índice de mortalidade, se comparada ao câncer de pele melanoma.

Tipos de câncer de pele não melanoma:
  • Carcinoma basocelular (CBC): tipo mais comum e menos agressivo. Origina-se nas células basais, encontradas na camada mais profunda da epiderme (camada superior da pele). Caracteriza-se por uma lesão, podendo ser uma ferida ou nódulo.
  • Carcinoma espinocelular (CEC): manifesta-se nas células escamosas, que constituem a maior parte das camadas superiores da pele, e caracterizam-se por um machucado, ferida crônica ou verruga. Possui evolução mais rápida, é mais invasivo e com possibilidade de desenvolver metástase.

De todo modo, ambos os tipos apresentam bom prognóstico, com altas taxas de cura se forem detectados e tratados precocemente.

Entre os tumores de pele, os não melanomas são os cânceres de maior incidência e baixa mortalidade, por isso, não deixe de procurar um médico especialista para detecção e diagnóstico correto.

Fatores de risco

Considerando a agressiva incidência dos raios ultravioletas em todo o planeta, o câncer de pele pode tornar-se o inimigo da sua saúde.

Assim, pessoas de todos os fototipos devem-se atentar e adotar medidas de proteção quando expostas ao sol.

Logo, podemos destacar que os principais fatores de risco para desenvolvimento dessa doença são:

  • Pessoas de pele clara, com sardas, olhos claros, albinas ou sensíveis à ação dos raios solares;
  • Antecedentes familiares com histórico de câncer de pele e queimaduras solares;
  • Pessoas que com doenças cutâneas prévias;
  • Exposição excessiva e repetida ao sol;
  • Exposição a câmaras de bronzeamento artificial.

Continue a sua leitura e conheça as formas de prevenção para essa neoplasia!

Como identificar o câncer de pele?

O câncer de pele não melanoma, carcinoma basocelular (CBC) e carcinoma espinocelular (CEC), surgem com mais frequência em regiões do corpo que são mais expostas ao sol, como rosto, pescoço, orelhas, couro cabeludo, ombros e costas; podendo destruir estas estruturas.

Ainda assim, podem desenvolver-se em áreas não expostas, mesmo que raramente isso aconteça.

Por outro lado, o câncer de pele melanoma, geralmente, apresenta a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos, podendo mudar de cor, formato e tamanho.

Sendo assim, fique atento quanto a sinais e sintomas como:

  • Manchas na pele que coçam, ardem, são descamativas ou sangram.
  • Feridas que não cicatrizam em até quatro semanas.
  • Sinais ou pintas que alteram forma, cor e tamanho.

Dessa forma, não deixe de observar sua pele constantemente, e procure imediatamente um médico dermatologista caso detecte qualquer lesão suspeita.

Como é realizado o diagnóstico precoce?

O médico dermatologista é responsável por realizar o diagnóstico do câncer de pele, por meio de um exame clínico.

Dependendo da situação, o profissional poderá utilizar a dermatoscopia, que consiste no uso de um aparelho que permite a visualização de camadas da pele não vistas a olho nu.

Por outro lado, existem quadros mais específicos em que o médico poderá solicitar uma biópsia; exame mais invasivo para confirmação diagnóstica do câncer de pele.

Esses exames garantem a possibilidade de identificar se o câncer de pele do tipo é melanoma ou não melanoma, bem como classificar os seus subtipos.

Formas de prevenção

Como vimos, a alta incidência dos raios ultravioletas em todo o planeta, aliada à constante exposição da população ao sol, é um grande motivo de preocupação para o desenvolvimento do câncer de pele.

A partir disso, faz-se necessária a educação da população quanto às medidas preventivas de exposição aos raios UV.

  • Evitar exposição prolongada ao sol e permanecer na sombra entre 10h e 16h.
  • Cobrir áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, utilizar bonés ou chapéus de abas largas, óculos escuros com proteção UV, sombrinhas e barracas.
  • Aplicar na pele, de 20 a 30 minutos antes da exposição ao sol, o filtro solar com fator de proteção 15, no mínimo.
  • Utilizar filtro solar próprio para os lábios.
  • Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para realização de um exame completo.

A pele é capaz de reparar algumas das alterações superficiais que são causadas pelo sol, isso explica o motivo da queimadura solar melhorar após alguns dias e o bronzeamento desaparecer, por exemplo.

No entanto, as alterações mais profundas permanecem e, a cada exposição solar ao longo dos anos, os danos pela radiação ultravioleta se acumulam e, com o tempo, as lesões podem tornar-se aparentes.

Por isso, não deixe de visitar um médico dermatologista e cuide da saúde da sua pele!

Tratamento

A cirurgia é o tratamento mais indicado para os tipos de câncer de pele não melanoma: tanto em casos de carcinoma basocelular como de carcinoma epidermoide. Em alguns casos pode-se necessitar da terapia alvo, da imunoterapia, da quimioterapia ou da radioterapia.

Quando o câncer se espalha para outros órgãos (processo chamado de metástase), no caso do melanoma, também podem ser associados ao tratamento, novos tipos de medicamentos, com relevantes índices de sucesso terapêutico.

No entanto, é necessária indicação precisa realizada por um especialista experiente.

A estratégia de tratamento para a doença avançada tem como finalidade postergar a evolução do câncer para oferecer melhor qualidade de vida ao paciente.

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